sábado, 28 de janeiro de 2012

28 DE JANEIRO - Honrando a deusa Pele!!




Dia dedicado à deusa Pele, a padroeira do Havaí, guardiã do fogo vulcânico. Sua presença ainda é extremamente marcante na história de seu povo, tanto como culto como quanto em suas manifestações vulcânicas permanentes.
São comuns as oferendas de flores, cigarros, bebidas e jóias nas crateras do vulcão Kilauea, sua morada, bem como suas “aparições”, como uma linda mulher pedindo carona ou cigarros para os turistas desavisados nas noites de lua cheia, desaparecendo depois misteriosamente.


Up Helly Aa, festival escocês do fogo, celebrando a luz e o sol.
Neste dia, purificavam-se as casas com tochas, honravam-se as divindades com fogueiras e oferendas e pediam-se bênçãos para o Ano Novo.

Nas ilhas Shetland, na última 3ª feira de Janeiro, acontece um festival do fogo conhecidp como Up-Helly-Aa.
Esse festival marca o fim do período de Yule, prestando tributo aos antigos deuses e deusas da velha religião viking e tem seu clímax com o incêndio da réplica de um navio viking.
Aproveite esta data e faça uma redação escrevendo sobre as coisas que não quer mais em sua vida, descrevendo com sentimento e detalhes.
Depois faça um barquinho de papel com ela e coloque fogo, tendo a convicção de que esses dissabores se foram.


Na China antiga, peregrinação ao altar de T’sai Chen, a deusa da fortuna, para abençoar os símbolos da boa sorte, como o sapo, o morcego, as moedas e a caixa da prosperidade.

Adquira alguma imagem ou estatueta representando um destes símbolos e coloque-a em seu altar ou use o “sapinho da sorte” na bolsa.

copiado de Teia de Thea


Deusa Pele

Antigas lendas havaianas atribuem as explosões dos espetáculos geológicos do vulcão Kilauea à presença de Pele.
Deusa muito temperamental e habitante do Kilauea, que há muito tempo atrás, veio para o Havai construir sua casa.
Pele gosta de viver em poços profundos e cheios de fogo.
Cansou de viver na Ilha Kauai e foi para a Ilha Oahu.
Depois mudou-se várias vezes, criando as ilhas Molokai, Lanai e Maui.
Hoje, vive na Ilha Havai, onde impôs sua presença com seus ataques de mau humor.
No Kilauea, Pele fez sua morada.
Os havaianos costumam dizer, que se pode ver Pele nadando na  lava incandescente alaranjada, para os incrédulos mostram fios de cabelo de pele encrustados em porções de lavas endurecida.

Presentes à Deusa, eram oferecidos nas correntes de lava incandescente.
As oferendas eram diversas, carnes,frutas, entre elas o pequeno ohelo.
No choque do rio de lava com o mar, o confronto de elementos.
Na beira da praia, água morna aquecida pelo calor do Kilauea.

No Havai tem um ditado que diz:
" Cuidado com as velhas, pois uma delas pode ser Pele!!!"

Conta uma lenda que um grande chefe chamado Kaha-Wali gostava de andar de trenó. Com falta de neve por perto, sómente existente em picos quase inacessíveis do Mauna Loa e Mauna Kea, os havaianos divertiam-se deslizando nas íngremes encostas cobertas de grama seca.
 Usando trenós compridos e estreitos, com lâmina de madeira de lei envernizada, atingiam grande velocidade chegando a chamuscar a grama.
Um dia, quando Kaha-Wali se divertia no Kilauea, aproximou-se uma mulher feia e velha que lhe pediu o trenó .
Imprudentemente, Kaha Wali negou-se, sem saber que ela era Pele, a Deusa dos Vulcões.
Pele gostava de andar entre os mortais como uma anciã. sem saber, Kaha-Wali ao desprezar o pedido de Pele, a enfureceu.
Os olhos de Pele transformaram-se em brasas e seus cabelos em labaredas. expressando sua raiva bateu o pé no chão abrindo uma fenda por onde jorrou lava. Kawa-Wali meteu-se no trenó e desceu a encosta como um louco, perseguido por torrentes de lava derretida comandadas por Pele.
Quando o trenó perdeu o impulso, se pôs de pé e correu em direção ao oceano.
No caminho cruzou com sua mãe e gritou:
"Que a senhora receba o perdão, porque a morte deve estar a caminho. Pele vem devorando tudo !!!
Depois encontrou sua esposa que lhe propôs para ficar com ela, para que morressem juntos.
Kala-Wali agradeceu, mas continuou correndo.
Passou por seu porquinho de estimação, chamado Aloi-puaa, parou para saudá-lo com um afago esfregando seu nariz em seu focinho, mas não demorou.
A um passo na frente da lava, chegou até a praia, pulou em sua canoa e salvou-se, enquanto Pele furiosa atirava-lhe pedras.
Quando os visitantes incrédulos escutam estas lendas, os havaianos em resposta mostram a colina exata onde havia ocorrido o incidente.
Uma cratera negra e sombria de cerca de 30 metros de altura, com uma rachadura na borda da face em direção ao mar, onde se nota a corrente de lava.
Além da mãe, esposa e porquinho de Kawa-Wali transformados em pedra pela lava, em uma baia pode-se ver enormes pedras.
Esta é maneira folclórica que revela a forma simples do povo havaiano de interpretar e retraçar fatos, mitos e lendas e a formação das ilhas.

Há 3000 anos, a deusa Pele se apaixonou por um rapaz, Hi’iaka.
Mas o moço não deu muita bola para ela e se encantou com Lohi’au.
Possessa, Pele mandou construir uma canoa bem forte que pudesse resistir à força das marés.
Desiludida, ela deixou Bora-Bora e foi para o Havaí.
A pequena canoa, chamada, O ka-moho-ali’i, triunfou sobre a violência das ondas.
Ao chegar à ilha, Pele se refugiou dentro do mais violento dos vulcões, o Kilauea.
Até hoje, a cada erupção, os nativos juram que a lava do vulcão é a lágrima da deusa abandonada.



Pele é a Deusa vulcânica do povo polinésio do Havaí.
De acordo com uma lenda, ela aparece para o povo como uma bela e misteriosa jovem diante de um vulcão, ou como uma velha curtida pelo tempo que acende o cigarro com um estalar de dedos.
Sua presença ainda é extremamente marcante na história de seu povo, tanto como culto quanto em suas manifestações vulcânicas permanentes.
São comuns oferendas de flores, cigarros, bebidas e jóias nas crateras do vulcão Kilauea, sua morada, assim como suas "aparições", como uma linda mulher pedindo carona para os desavisados turistas que passeiam em noite de lua cheia.
Dizem que ela passeia vestida de vermelho e acompanhada por um cão branco.
Se você cruzar com ela, recomendo-lhe a fazer o que ela lhe pede.
E se você for ao Havaí, jamais remova qualquer rocha de seu vulcão, pois a deusa Pele castiga com muito azar todo aquele que mexer em objetos que estão sob a sua guarda. Embora suas sacerdotisas, as rainhas do Havaí, tenham se convertido ao cristianismo, quando houve a erupção de Mauna Loa, em 1880, a princesa Keelikolani recitou os velhos encantamentos, fez oferendas de panos de seda e gotejou brandy sobre a lava ardente.
Pele então se acalmou.
A deusa Pele foi uma das primeiras divindades que habitou as ilhas.
Ela era uma deusa zelosa e apaixonada de uma cultura que praticava a poligamia.
Esta primitiva sociedade era dominada pelo homem e regida por um código moral com severos tabus que ajudavam os havaianos a evitar a ira de Pele.
Em 1990, Pele causou a mais devastadora erupção da história do vulcão Kilauea, que com sua fúria destruiu o povoado de Kalapana, na costa sul-oriental do Havaí.
Mais de 100 casas, igrejas, escolas e parques foram arrasados por um ardente rio de lavas como prova da ira desta deusa.
Quando o humo se dispersou, descobriu-se que a lava milagrosamente não havia devastado somente uma casa, a qual pertencia a um devoto adorador de Pele.
Para os havaianos, este estranho incidente fora a prova da maldição de Pele e de seu poder para proteger e destruir.

Duas plantas havaianas são associadas especificamente com Pele: a árvore "Ohi'a lehua" e o arbusto "ohelo".
Pele também está relacionado com o chakra do plexo solar, que é onde armazenamos toda a nossa energia nervosa.

A deusa Pele é reverenciada hoje como aquela capaz de retomar o equilíbrio da natureza. É esta deusa que mobiliza o centro da terra para reacomodar as energias perdidas.
Pele é a deusa do fogo e dos vulcões.
À medida que seus rios implacáveis de lavas causam destruição em marcha até o oceano, uma nova terra é criada, o que evidencia a dualidade da destruição e criação como arquétipo de transformação permanente.
Para demonstrar sua devoção à deusa, os havaianos a glorificam com cantos e danças sagradas.
Estas danças sensuais e místicas se denominam "Hula" e são o único vestígio da antiga vida havaiana.
Os sons da hula não são compostos por mortais, mas pelo espírito de Pele que os transmitem aos seus cultuadores.
Acredita-se que todos aqueles que aprendem as danças estão possuídos por Pele.
Um erro nos passos representa que Pele rejeitou o dançarino.

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