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domingo, 1 de julho de 2012

01 de Julho!!

 Celebração da deusa assíria Atargatis ou Dea Syria, a mãe da deusa Semiramis.
 Deusa poderosa com atributos muito complexos, Atargatis podia ter várias representações.
Como deusa celeste, ela surgia cercada de águias, viajando sobre as nuvens.
Como regente do mar, poderia ser uma deusa serpente ou peixe.
Podia ainda ser a essência fertilizadora da chuva, com a água vindo das nuvens e das estrelas.
Ainda podia aparecer como a própria deusa da terra e da vegetação, cuidando da sobrevivência de todas as espécies.

Um mito antigo descreve a descida de Atargatis do céu como um ovo, do qual surgiu uma linda deusa sereia.
Por ser considerada a Mãe dos Peixes, os sírios recusavam-se a comer peixes ou pombos, considerados seus animais sagrados.


Atargatis podia ser representada como uma deusa sereia, uma deusa golfinho, uma deusa da vegetação ou uma deusa celeste envolta por nuvens.
Na Síria, era chamada de Tirgata e foi identificada, posteriormente, com Afrodite.

Em seu templo em Der, na Babilônia, ela era denominada Derceto, “A Baleia de Der”, enquanto que em Harran acredita-se que seus peixes sagrados tinham poderes oraculares.
Na Beócia, ela foi equiparada à Ártemis, sendo representada com um amuleto em forma de peixe sobre seus genitais.

O peixe é um símbolo universal da Grande Mãe, conhecido como Vesica Piscis e representando o yoni, órgão sexual feminino.

Os hindus deram sinônimo de “cheiro de peixe” à deusa Yônica e um dos apelidos da deusa chinesa Kwan Yin era “a deusa peixe”.
Na Grécia, “delphos” significava “peixe” e “ventre” e o oráculo original de Delphi pertencia a Themis, a deusa peixe ou golfinho, senhora do abismo primordial.

O peixe era o alimento sagrado das deusas Salácia, Afrodite e Freya, comido nas sextas-feiras, dia de Vênus, muitos séculos antes das recomendações cristãs.

O símbolo do peixe como representação do yoni da Deusa era tão arraigado na mente e nas celebrações dos povos que o cristianismo assumiu-o, após revisar e modificar seu significado.

No início Jesus era representado dentro de uma Vesica Piscis sobreposta ao ventre de Maria, reproduzindo assim, os antigos símbolos das Deusas Mães.

Um antigo hino medieval falava de “Jesus, o pequeno peixe que a Virgem pegou na fonte”.
Vários nomes das deusas das águas – Mari, Marriti, Mehit e Mehitabel – eram representados por ideogramas significando mar, mãe e peixe.


Hoje também comemoramos o início da procissão ao monte Fujiyama, no Japão, celebrando a deusa do fogo Fuji, a padroeira do Japão.
O Fujiyama é o monte mais alto do Japão, sendo considerado o ponto de contato entre o Céu e o Mundo Subterrâneo.
É nele que mora Fuji, uma deusa ancestral, senhora do fogo vulcânico.
Neste dia, Fuji é honrada com orações e queima de oferendas nas fogueiras, homenageando-a como a Avó do Japão.

A divindade do Monte Fuji

Por volta do ano mil, começaram a morrer muitas pessoas no Japão, mortes que não tinham explicações e doenças sem causas e sem curas. A mãe de um jovem camponês ficou doente, o jovem chamava-se Yosoji, o rapaz desesperado em busca de cura para sua mãe, procurou um mago chamado Komo no Ymakiko. Que lhe disse para procurar um riacho a sudoeste do Monte Fuji, onde existia na nascente do riacho um santuário dedicado a Okinaga Sukune, deus da longevidade.
O rapaz atravessou a floresta em busca da nascente do santuário, cercado de perigos, o rapaz ao longo de sua caminhada deparou-se com uma bela moça trajada de branco. A jovem pediu que Yosoji a acompanhasse e os dois foram andando até que chegaram em um local que havia um Tori ( um portal feito de madeireira que é bastante comum em locais sagrados como templos).
Ao encontrarem a fonte a moça disse ao jovem Yosoji que bebesse um pouco e levasse também para sua mãe. E assim ele fez alguns dias depois sua mãe estava curada, e o rapaz foi novamente até a fonte onde coletou mais água e deu para todos que estavam doentes, as pessoas se curaram, e todos estavam contentes.
Yosoji decidiu voltar à fonte e agradecer a jovem por tê-lo guiado, quando o rapaz chegou deparou-se com a fonte seca, pondo-se em lagrimas. 
Yosoji decidiu voltar à fonte e agradecer a jovem por tê-lo guiado, quando o rapaz chegou deparou-se com a fonte seca, pondo-se em lagrimas. Quando uma luz ofuscou seus olhos e ele viu no horizonte a bela jovem que havia o ajudado, ela estava sentada em uma nuvem,onde subiu até o alto de monte Fuji e jogou para o jovem um ramo de camelhas, Yosoji descobriu que a jovem era a deusa Sengen-sama, a divindade do Monte Fuji. 


copiado de http://ecamideipu.blogspot.com.br/2012/02/um-vulcao-sereno-monte-fuji.html







No Nepal, comemora-se Naga Panchami, festival em honra à deusa-serpente Manasa Devi.
Após colocarem oferendas nas tocas das cobras, as pessoas seguiam em procissão aos templos, carregando cobras vivas e colocando-as em altares enfeitados com imagens de najas.


texto copiado de Teia de Thea


Nag Panchami, ou Nagarapanchami, é a adoração de Naga ou Snakes e é um festival importante no Norte e das Índias Orientais no mês Shravan. As serpentes são uma parte indispensável da religião hindu e os dois dos deuses mais populares do hinduísmo - Senhor Vishnu e Shiva - estão intimamente associados com serpentes. Senhor Vishnu tem a serpente Ananta vários encapuzados como sua cama e cobras desgaste Senhor Shiva como seu ornamento e esta estreita associação tem um profundo significado simbólico. Em 2011, Nag data Panchami é 4 de agosto.
Nag Panchami é observada em dois momentos diferentes. Observa-se no quinto dia após Purnima no Mês Ashar no leste da Índia e do festival é conhecido como Nagpanchami Manasa Puja Ashtanag Devi. O Panchami Nag importante que é observado através de fora da Índia cai no quinto dia após Amavasi no mês Shravan.
Manasa Devi, a deusa serpente, é adorado neste dia em Bengala, Orissa e várias partes do norte da Índia. Ídolos especiais da deusa Manasa são feitas e são adoradas durante este período.
Jejum em Nag PanchamiAs pessoas também observar Vrata - algumas comunidades rápido durante o dia e comer alimentos apenas após o ocaso. Algumas pessoas evitam sal no dia - a comida é consumida sem sal. Profundas coisas fritas são evitados no dia. Algumas comunidades no sul da Índia tem um banho de óleo elaborado no dia. Há uma crença de que mulheres solteiras que se comprometam Nagpanchami Vrat e fazer as cobras puja e alimentação terá bons maridos.
Nag Panchami é Guga Navami em Punjab  é uma cobra enorme feita de farinha e é adorada neste dia.


Diz a lenda que o Senhor Krishna dominou Kalia, enorme cobra preta que aterrorizou a sua aldeia neste dia.  


A estação das monções está no pico durante o mês Shravana (julho-agosto).  
As cobras saem de suas tocas, que são preenchidas com água, e ocupam espaços freqüentados por seres humanos.
Assim, acredita-se que Nag Panchami é observado para agradar os deuses serpente e evitar picadas de cobra durante esta temporada.

Em muitos lugares, dois ídolos de cobras são desenhados em ambos os lados das portas, utilizando esterco de vaca neste dia.  

Cinco ídolos encapuzados são adorados em muitas regiões.  
O ídolo serpente é feita através de açafrão, farinha e lama.
O leite é oferecido aos ídolos e de alguma forma extrema algumas pessoas alimentam cobras com leite.
O festival de Nag Panchami é mais um exemplo da influência da Mãe Natureza no hinduísmo.  

Ela também mostra a necessidade dos seres humanos respeitar os animais, que desempenham um papel importante na sobrevivência dos seres humanos.

copiado de Hindu Blog
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

11 de Abril


Na antiga Pérsia, celebrava-se neste dia Kista, a deusa do conhecimento e da sabedoria. 
Kista era também a protetora dos seres humanos e provedora dos alimentos. 
Ela era invocada e reverenciada juntamente com Daena, também uma deusa protetora das mulheres, guardiã da justiça e condutora das almas.

Na Mesopotâmia, homenageava-se Anat, a senhora da vida e da morte, deusa da guerra, associada com a violência e intensa sexualidade. 
Anat tinha quatro aspectos separados: guerreira, virgem, mãe e libertina.

De mãe criadora podia, no entanto, tornar-se uma vingadora cruel.
Apesar de ter sido a amante de todos os deuses, preservava sua virgindade. 
Artenis da Blessed
Seu culto foi absorvido pelo da deusa Asherah, mas seguidores fiéis levaram-na até o Egito, onde Anath continuou a ser cultuada com os nomes de Anthyt, Anaitis, Anateus e Anta.

Na Armênia, celebração de Anahit, a deusa do amor e da Lua, considerada mãe, protetora e benfeitora.

Festa de Elaphebolia, na Grécia, celebrando Ártemis em seu aspecto de deusa da caça e senhora dos animais selvagens. 
Ofereciam-se bolos em forma de cervos, os animais totêmicos da deusa, pedindo-se proteção aos caçadores.
Em Roma, neste dia, colocavam-se coroas de louro ou murta na cabeça das crianças pedindo-se a bênção da deusa Diana contra o mau-olhado e as doenças.

Festival chinês Tuan Yang Chieh, com procissões de barcos decorados com imagens de dragões. 
Flores eram oferecidas aos Dragões das Águas, pedindo sua proteção aos barcos e aos navegadores.

copiado de Teia de Thea

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dia 12 de fevereiro!!

 

Na índia, comemorações de Besant Panchami, ou Dawat Puja, o festival de Sarasvati, deusa dos rios, das artes e dos escritos, do conhecimento e da criatividade.
Na África, cultua-se Oddudua, a Grande Mãe, criadora da vida, senhora da Terra e da natureza, regente da fertilidade e do amor.
Neste dia, celebrava-se em Roma, a festa de Compitália, louvando os deuses Lares, protetores dos lares e das casas.
copiado de Teia de Thea


Sarasvati - a " DEUSA DA ARTE "



A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente com o branco. 

Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços. 
Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário. 

Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.
Além destes objetos Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento musical de corda).
Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças. 
Ela pode estar sentada sobre um cisne, leão, ou uma flor de lótus. 
O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram).
O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu.
A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.
Ahamsa também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um som supremo em realidade, este som é o conhecimento da liberdade.
O uso da cor branca é significante em seu simbolismo. 
O branco é a aparência é a beleza da lua cheia. 
Os olhos brancos são como o lótus.
Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti. 
Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.
A cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva e representa conhecimento, refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.
 
Sarasvati é a Deusa da aprendizagem e da fala eloqüente como também a deidade protetora das artes. 
Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.
Sarasvati é a cônjuge de Brahma
Sarasvati na mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa da fertilidade, procriação, purificação e literatura.


 
A nota chave de Sarasvati é AIM.


Que deve ser cantado assim:   

Om AIM Sarasvatie namaha.




Da mesma maneira que Kali representa Shakti em sua natureza preta ou feroz, Sarasvati, representa em branco ou forma moderada. Assim ela é deusa da fala, poesia, música, e ciência. 
SARASWATI é o arquétipo de Criatividade Humana.
Como cônjuge de Brahma, Sarasvati, é a Deusa da aprendizagem e das ciências criativas.
No Hinduísmo, o aspecto Absoluto é descrito pela Divindade masculina, e a Divina Força ativa-criativa pela energia feminina ou Shakti.

Ela é descrita com um veena, o cisne; 
em uma mão segura um livro sagrado, 
na outra concede bençãos. 
Orações para Sarasvati, trazem inspiração artística. 

Sarasvati, é o Esclarecimento, aspecto de Sabedoria da Mente Cósmica.
Sarasvati, é a Deusa de inspiração e beleza em criação. 
Mover-se pelo yantra dela é descobrir a essência de criatividade em fala, música e nas artes visuais, e assim experimentar o estimulo destas qualidades dentro do Ego.
Sarasvati, a deusa hindu do conhecimento e cultura,
é a incorporação de verdadeira sabedoria. 
Se estiver sentada no trono de lotus, ela simboliza conhecimento espiritual como também o refinamento das artes; os cisnes ao lado dela são para poder separar leite de água - um ato que simboliza a habilidade para discriminar entre ações que são boas e sábias e as que são ruins.
Sarasvati, é creditada na Índia como a criadora da civilização: do primeiro alfabeto, as artes, matemática, música, e magia.
É dito que o brilho dela representa a luz poderosa e pura da sabedoria. 
Sabedoria capaz destruir a escuridão da ignorância. 



Simbolismos de Sarasvati

Sara – “essência”.
Sva – “o seu próprio”
É aquela que nos dá a nossa própria essência, a sabedoria, o conhecimento.
Sarasvati a forma feminina do criador, Brahma.
Sarasvati representa todo o conhecimento e a inteligência que rege todas as coisas. 
O universo é organizado de uma forma inteligente. 
Ele é governado por leis. 
Leis que tornam possível o nascimento do Sol todos os dias, que rege os ciclos perfeitos da natureza, que governa o nosso corpo e a nossa mente. 
Tudo é muito bem organizado.
Sarasvati aparece nos Vedas na forma do rio Sarasvati e estava associada ao conhecimento.
Sarasvati significa também “aquela que flui”, como o rio.
O conhecimento tambem é aquele que flui da boca do mestre para o ouvido do discipulo, através das palavras.
Vac” significa “fala”. 
O rio não tem dono. 
Se você possui uma propriedade na qual um rio cruza dentro dela, você não pode dizer que aquele rio lhe pertence, as águas do rio que momentanemente cruzam a propriedade podem ser usufruídas por você, com cautela e responsabilidade, sabendo que aquelas águas irão banhar diversas outras pessoas. 
Assim é o conhecimento. 
Ninguém o possui, ele flui e abençoa aquelas pessoas que se banham nele.
A água é considerada um elemento purificador. 
Com a água lavamos tudo, tomamos banho. 
Da mesma forma, o conhecimento é o elemento mais purificador que existe. 
Quando se diz que ao mergulhar no Ganges  a pessoa adquire a liberação, isso é um símbolo para dizer que quando você mergulha na água do conhecimento, você adquire moksha, porque a ignorância, a impureza, é removida.
É dito que antes ela, Sarasvati , foi esposa de Vishnu, que era casado também com Lakshmi.
Elas não se entendiam e constantemente brigavam por ciúmes.
Vishnu, então, após uma discussão entre as duas deusas, deu Sarasvati para Brahma.

A historinha é para ilustrar a nos chamar a atenção de que devemos ter muito cuidado, porque onde existe demasiada atenção na riqueza material, a sabedoria pode ir embora. 
E onde existe sabedoria, a riqueza não é tão valorizada.

 
Sarasvati usa um sari branco e está sentada em um lótus branco que representa a pureza, ou seja, uma mente sáttivica. 
A mente equilibrada e tranquila é o sólo fértil para que o conhecimento frutifique. 
Então de fato o conhecimento nos conduz a perceber aquilo que realmente somos. 
O conhecimento, portanto, remove a impurezas, a ignorância.
Numa das mãos a deusa carrega os Vedas, simbolizando todo o conhecimento; 
noutra traz um japa mala, simbolizando a meditação; 
segura também uma vina, representando a arte e a música. 
A vina é dito que é um instrumento muito dificil de se tocar e por isso representa também a disciplina, necessária no caminho do autoconhecimento. 
O som produzido pela vina simboliza o escutar dos ensinamentos. 
A música e principalmente o som da vina é algo capaz de nos levar ao estado de plenitude, assim como o ensinamento, que nos revela que somos a plenitude que tanto buscamos.
Sarasvati está montada em um cisne que representa a discriminação, o veiculo pelo qual o conhecimento chega é a discriminação. 
O cisne é branco e representa aquilo que é único, Brahman. 
Sempre associado a ela há um pavão. 
O pavão tem uma muticiplidade de cores que representa a criação. 
O conhecimento é a base de toda essa criação que é tão bela e variada.  
Sarasvati representa o conhecimento da criação.
O lótus no qual ela está sentada representa próprio caminho espiritual da pessoa realizada. 
O lótus ergue-se da dualidade, do lodo, em busca do Sol, o conhecimento. 
Quando o alcança, desabrocha. 
Mesmo tendo desabrochado, permanece na lama, na dualidade, contudo, é intocato por ela, pois as pétalas de sua flor são impermeáveis. 
Assim é o sábio que buscou o conhecimento e nele obeteve a compreensão da unidade. 
Ele permanece no mundo, na dualidade, mas sempre com a visão não-dual em mente.
Todas as deidades estão adornadas com ouro em abundância, que simboliza a unidade idepedente da forma. 
Ou seja, independente da forma, pode ser um brinco, um colar, uma coroa, uma pedra, o ouro continua sendo ouro.


Mantra:   Om aim sarasvatiei namah




Curiosidade:  Benzaiten – a Sarasvati japonesa


Benzaiten é considerada a Sarasvati japonesa. 
É dito que o simbolismo de Beizaiten foi introduzido no Japão durante os séculos VI e VIII, junto com o budismo e através dos chineses e as traduções, do chinês para o japonês, do Sutra da Luz Dourada, o qual fala sobre Sarasvati e Lakshmi. 
Na imagem japonesa, ela está associada tanto à fortuna quanto ao conhecimento. 
Ela segura uma Biwa, uma espécie de alaúde japonês, o que instantaneamente nos remete à imagem de Sarasvati.

Assim como Sarasvati, ela também está associada às águas, porém as águas do oceano. 
É considerada a deusa da eloquência. 
É, num sentido mais profundo a deusa de tudo aquilo que flui como a água: as palavras, o conhecimento, a eloquência, a música. 
Posteriormente ela se tornou uma das sete deidades da fortuna japonesa.


copiado de : http://www.vidadeyoga.com.br/?p=1470

É a Deusa de todas as artes criativas, em especial da poesia e da música, do aprendizado e da ciência.

Protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, escritores... e tudo relacionado à eloquência.

Besant Panchami, às vezes chamado Dawat Puja, é o Festival de Sarasvati na Índia. 
Esse festival tinha início com a limpeza de todos os potes de tinta e das penas. 
Em nossa era de computadores, devemos limpar completamente tais equipamentos. 
Na verdade, limpar toda a área da escrita, tirando o pó de todos os livros e organizando os papéis pessoais, faz parte dessa categoria. 
Os hindus consideram todas as vidas como uma participação da harmonia cósmica. Consideram todas as ações como uma forma de culto divino; diz-se que é um culto interno. 
No culto externo, seus rituais consistem em sons, ritmos, gestos, flores, luzes, incenso e oferendas, tudo isso servindo como auxílio para guiar a mente o mais longe possível do material e o mais perto do espiritual. 
Ao culto individual dá-se nome de "puja". 
O ritual é considerado necessário para estabelecer e manter contato com uma divindade específica.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

06 DE FEVEREIRO - Honrando AFRODITE!!!!!


Antigo festival na Grécia e no Império Romano dedicado a Afrodite ou Vênus, festejada como a deusa da beleza e do amor em todas suas manifestações.
Seus altares eram feitos de pedras, sob grandes árvores, adornados de flores e frutos silvestres, cercados por pessoas cantando, dançando e festejando.

Neste dia, nos países eslavos, celebrava-se Dzydzilelya, a deusa do amor, da fertilidade e dos nascimentos.

Celebre esta data fazendo seu pedido para a deusa do amor. 
Vá a um bosque e coloque sobre uma pedra uma oferenda de rosas ou gerânios vermelhos, maçãs, morangos, mel, perfume e uma moeda de cobre. 
Acenda uma vela e peça às Deusas para lhe encaminharem um parceiro compatível ou para abençoarem sua união atual. 
E, se você quiser aumentar sua fertilidade (física ou mental), ofereça à Deusa ovos galados, penas de pomba branca e leite de cabra.

copiado de Teia de Thea




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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Iemanjá - no seu dia - peço tua proteção!! Salve minha mãe!!

 Oração à Iemanjá

Oh! Doce, Meiga e Querida Mãe Iemanjá.
Vós permitistes que no seio de vossa morada se formassem as primitivas formas de vida, que formam o berço de toda criação, de toda a natureza, e de toda a humanidade, aceitai nossas preces de Reconhecimento e amor.

Oh! visão Divina e Celestial, que os lampejos que emanam do vosso diáfano manto de estrelas venham, como benéficas espirituais, aliviar os nossos males, curar aos doentes, apaziguar os nossos irmãos irados, consolar os corações aflitos.

Que as flores e Oferendas que depositamos em vosso tapete sagrado, sejam por vós aceitas e quando entrarmos nas águas para vos ofertá-las sejam as ondas do mar portadoras de vossos fluidos divinos.

Fazei, Senhora Rainha das Águas, com que a espuma das ondas em sua alvura imaculada traga-nos a presença de Oxalá, limpe os nossos corações de todas as maldades e malquerências. Que os nossos corpos, tocados por vossas águas sagradas, liberte-se em cada onda que passa, de todos os males materiais e espirituais.

Que a primeira onda a nos tocar afaste de nossas mentes todos os eventuais desejos de vingança.

Que a segunda onda lave nossos corações e nosso espírito, para que não nos atinjam as infâmias e mal querência de nossos desafetos.

Que a terceira onda afaste a vaidade de nossos corações.

Que a quarta onda lave nosso corpo de todos os males e doenças físicas para que, sadios, possamos prosseguir.

Que a quinta onda afaste de nossa mente a ganância e a cobiça.

Que a sexta onda venha carregada de flores e que nosso maior desejo seja o de cultivar o amor fraternal que deve existir entre todos os homens.

E que ao passar a sétima onda, nós, puros e limpos de mente, corpo e alma, possamos ver, ainda que apenas por alguns segundos, o esplendor de vossa radiosa imagem.

É o que humildemente vos suplicam os filhos de Umbanda.


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

01 DE FEVEREIRO



Celebração da deusa tríplice Brighid ou Bridhe, a deusa do fogo criador e da inspiração, senhora das artes, da poesia, da cura, das profecias e da magia.

É uma data importante no calendário celta, um dos oito Sabbats do ano, originariamente chamado de Imbolc ou Candlemans e, posteriormente, cristianizado como Candelária – a festa de purificação de Maria.

Atualmente, na Irlanda, as donas-de-casa reúnem-se para festejar o Dia das Mulheres, presenteando-se e compartilhando de grandes almoços, com muita alegria a algazarra.

Na Grécia Antiga, começavam neste dia os Mistérios Eleusínios Menores, celebrando o retorno da deusa Perséfone do mundo subterrâneo.

Homenageava-se também a deusa Héstia, limpando-se ou renovando-se as lareiras, reacendendo a chama sagrada e pedindo sua bênção para as famílias e os lares.

Na Polônia, antigamente, celebrava-se a deusa Percune Tete, “A Mãe dos Trovões”, cristianizada como Nossa Senhora de Gromniczna e festejada com procissões de velas.

Data importante na Tradição Wicca, dedicada às iniciações dos novos adeptos.
Celebre esta data acendendo uma vela dourada ou laranja, pedindo a Brighid que desperte ou reavive seu fogo interior, abrindo seu coração para que ela entre.
Medite sobre aqueles aspectos de sua vida que precisam de renovação ou sobre novos projetos e compromissos.

Ofereça à Deusa os frutos de seu trabalho: pode ser um poema, uma canção, uma escultura ou pintura.
E lembre-se sempre de invocar Brighid antes de iniciar qualquer atividade criativa, artística, ritual com fogo ou consulta aos oráculos.

copiado de Teia de Thea

DEUSA BRIGID

Brigid é a deusa da Sabedoria e da Luz.
Traz em si a tríplice figura da deusa: donzela, mãe e anciã.
Acenda uma vela que represente a deusa e peça-lhe luz e sabedoria para exercer a bondade e a justiça a partir de agora.
Pegue uma espiga de milho e transforme-a em uma boneca.
Coloque-a num lugar à vista na sua casa.
Assim, a Deusa Mãe vai ajudá-la, a colher as coisas boas que você tem plantado 
 
 Brigit, A Deusa do Fogo Triplo

Brigit é uma antiga Deusa Tripla do Fogo e foi venerada por toda Bretanha e Europa.
Ela está particularmente associada ao Imbolc, o primeiro dos 4 grandes festivais célticos do ano.
Ela preside o fogo, a beleza e todas as Artes.
Foi sugerido que o nome Brigit originalmente significasse Deusa e era conferido à todas as Deusas irlandesas e britânicas.
Na forma irlandesa significa "Alta" ou "exaltada".
Brigit vem de breo-saigit - flecha flamejante.
Ela também é chamada de Bride, Brigit e Brighde, simbolizando os 3 diferentes tipos de fogo.
Ela é o Fogo da Inspiração, a Musa - a Deusa da poesia falada pela fonte sagrada.
A palavra poesia vem de poesis, significando criação.
Nos tempos antigos os poetas estavam sobre a proteção de Brigit.
Seus sacerdotes carregavam um bastão dourado com pequenos sinos em sua honra.
Outros nomes que lhe foram conferidos foram Brigidu, Brigantia e Briginda.
Brigit é a Deusa das Fontes Curadoras.
Há muitas fontes de Brigit por toda a Bretanha onde suas águas ainda podem ser bebidas.
As pessoas podem submergir nas águas curadoras que contém minerais e a sua vibração ígnea.
As fontes termais expressam o encontro da fogo com água e por isso são especialmente sagradas para a Deusa.
Brigit é a Deusa da Lareira da casa e dos ferreiros.
Nos tempos antigos a lareira era o coração das casas, a fonte de luz, calor e alimentação.
Uma nova casa não era considerada um lar até que uma chama de Brigit fosse acesa na lareira.
Brigit também é a Deusa da Forja, a ígnea arte alquímica de moldar metais brutos criando em belezas.
Dizem que por meio da forja Brigit construiu o primeiro apito que tornou possível chamar alguém a distância e durante a noite.
Ela também é a Deusa Vaca Branca reverenciada nos tempos antigos como a Senhora capaz de dar e sustentar a vida.
Ela é comumente representada como uma mulher ordenhando uma vaca com longas túnicas feitas com lã de ovelha, um de seus muitos animais sagrados.
A forma latinizada do nome de Brigit é Brigantia, encontrado por toda Bretanha e Europa.
Brigantia foi também o antigo reino que incluía a antiga Inglaterra, Bretanha e norte da Espanha. Brigit foi reverenciada em Roma, na Bretanaha e País de Gales, mas é indubitavelmente uma Deusa muito mais antiga.
Ela foi transformada em Santa Brígida pela Igreja Católica em meados de 453 D.C.
Assim como a Deusa Brigit, Santa Brígida era conhecida como a padroeira dos trabalhos agrícolas e do gado, protetora da casa contra o fogo e calamidade.
Brigit também é uma Deusa do Sol, conhecida na Irlanda como Bride dos Cabelos Dourados, Bride das Colinas Brancas, e na Escócia como Bride das Claras Palmas e Maria dos Galeses.
Como Noiva (note que Bride é a palavra inglesa para noiva) ela é a Deusa original que todos os noivos honram quando desejam se casar.
Brigit possui 4 animais sagrados: a cobra, a vaca, o lobo e o abutre.
A Cobra é a "Serpente Criadora" que era guardada em seus santuários onde oráculos eram revelados aos homens.
O seu segundo animal é a Vaca Sagrada.
Seu abundante leite nutre humanos e crianças.
Ela é conectada com o lobo, pois ele é um dos animais totem das Ilhas britânicas.
E em seu aspecto de Deusa da Morte, ela está associada com o Abutre ou outras aves de rapina.
Igualmente lhe é sagrado o cisne, tanto o branco quanto o negro.
Os antigos povos europeus acreditavam que o cisne era o resultado da união da serpente com o pato, simbolizando o fogo e a água respectivamente, ambos sagrados para Brigit.
A festa de Brigit se inicia no começo de Fevereiro no hemisfério norte e no início de Agosto no hemisfério sul, entre o Inverno e a primavera.
Esta festa é chamada de Imbolc e significa "no leite", uma vez que esta celebração ocorre no período onde as ovelhas e vacas encontram-se em seu período de lactação.
Nesta data, os primeiros raios de sol de Brigit iluminam os dias escuros do inverno.
Este é o momento quando Brigit espalha o seu manto sobre a Terra uma vez mais, abençoado toda a vida.
Dizia-se antigamente que "Brigit é aquela que sopra a vida na boca do Inverno morto".
Nos tempos antigos a perpétua Chama de Brigit queimava em seu santuário em Kildare.
Este fogo era guardado por 19 Virgens em um Ciclo de 20 dias, um para cada Virgem.
No vigésimo dia, Brigit cuidava sozinha da chama.
Brigit assumiu inúmeros aspectos e atributos através dos tempos.
Suas três cores sagradas são o vermelho, laranja e verde; cada uma desta cores representam um dos atributos de Brigit.
O vermelho simboliza o fogo da forja.
O laranja representa a luz solar, pois antes da ascensão patriarcal de Deuses como Bel e Lugh ao patamar de Deuses solares, era a Brigit que o Sol era consagrado.
O verde representa as fontes e ervas que curam, no papel de Brigit como Curandeira.

copiado de Irmandade de Brigit
 
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

31 de janeiro - Agenda mágica


Disablot (Nórdico) – Festividades em honra das Disis (valkirias que retornam da morte para proteger seus familiares) que é um dia de sacrifício em homenagem a Disir.  
Dísir são todos os parentes do sexo feminino que partiram da eternidade do tempo e passaram a proteger os seus familiares vivos.  
Dia dedicado às Valquírias, as deusas guerreiras da mitologia nórdica que recolhiam as almas dos guerreiros mortos em combate.
Acreditava-se que a aurora boreal – o Sol da meia-noite dos países nórdicos – era a luz refletida pelos escudos das Valquírias ao levarem as almas para Valhalla, o templo dos deuses.

Nas casas são acesas velas para honrá-las.  
É um dia de lembranças e homenagens às mulheres que passaram pela familia (as suas ancestrais) e agradecer-lhes pela sua protecção amorosa.
copiado de : http://pagancalendar.co.uk

Os ritos Asatru como este são ocasiões comemorativas.  
O respeito aos deuses é claro, mas umnão deve ser um comportamento sombrio.
Os deuses são os nossos parentes e amigos, devemos cumprimentá-los com alegria, com muito sentimento, como se fosse um amigo querido.  
Não seja tímido, aumente o seu entusiasmo e com alegria e firmeza grite: "Salve!" 

Celebração da deusa Maile, “a cheirosa”, no Havaí e na Polinésia.
Representada como duas ou quatro irmãs, simbolizando suas várias qualidades, Maile era a deusa da murta, uma trepadeira com flores cheirosas.
Ela regia a Hula, a dança sagrada, a alegria e o poder sedutor das mulheres.
A murta ou mirto era usada para adornar os templos e acredita-se que ela tem o próprio cheiro da deusa.

Reverenciava-se também a deusa Hlin, a padroeira das mulheres fragilizadas física ou emocionalmente, que ela protegia e defendia dos eprseguidores ou aproveitadores.

No vale de Katmandu, no Nepal, celebra-se, neste dia, a deusa do conhecimento e da educação Sarasvati, com oferendas de flores, frutos, incensos e velas.

Na China celebra-se Kwan Yin, a deusa da compaixão e misericórdia.

Celebração de Hécate, a deusa grega da noite, da lua minguante das encruzilhadas, senhora do mundo subterrâneo e dos mortos.


De acordo com seu estado de espírito, sintonia ou necessidade, conecte-se a uma destas deusas e invoque seus atributos e qualidades para sua vida.
Silencie sua mente, abra sua percepção e deixe sua intuição guiar-lhe para criar um ritual ou cerimônia pessoal, indo ao encontro da deusa escolhida.


copiado de Teia de Thea
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Dia 19 de Janeiro - dia da deusa Rati

 
Pongal, festival hindu venerando Jagaddhatri - a deusa da primevera, Rati, (esposa do deus  Kama - deus do amor) e Lakshimi - deusa da fortuna e da prosperidade.
As mulheres vestiam roupas amarelas e preparavam o “pongal”, arroz cozido no leite.
Os homens entoavam a canção sagrada Vasant Rag e tocavam cítaras e flautas.
As casas eram decoradas com flores e fitas, o gado lavado com água com açafrão, enfeitado com guirlandas de flores e alimentado com frutas e bolos.
As pessoas trocavam presentes entre si e festejavam depois, de forma alegre e ruidosa.

Festival Thorrablottar, dedicado ao deus nórdico Thor, regente do céu, dos raios e dos trovões.
Atualmente esta festa ainda é preservada pelas pessoas mais idosas, que pedem proteção contra as tempestades.
A mãe de Thor era a deusa Jord, a forte e protetora Mãe Ursa, representando a terra não cultivada em sua forma primordial.




 texto copiado de Teia de Thea


Rati: A Deusa Hindu do Amor e Sexo
Espanta-me que muitas vezes as semelhanças notáveis ​​entre muitas culturas quando se trata de suas crenças em deuses ou deusas.  

No caso em questão, Rati, versão indiana da deusa romana do amor : Venus.
Ao contrário de Venus, no entanto, Rati não é retratada como a mulher de forma perfeita com os seios fartos,  cintura fina e quadris estreitos.  

Ela é geralmente mostrada como uma mulher grávida no último trimestre da gravidez.
Enquanto o mundo ocidental vê uma mulher grávida de muitas maneiras diferentes, em outras culturas, como a hindu, essa condição é muitas vezes reverenciada como o momento mais glorioso de uma mulher. Alguns o vêem como o momento em que uma mulher é mais sensual.
Rati é freqüentemente associada com as deusas dass águas conhecidas como Apsaras. Elas eram um grupo muito ancestral e poderoso de deusas conhecidas por sua capacidade de enfeitiçar e seduzir o sexo oposto.  


Como a deusa do amor hindu, Rati é retratada muitas vezes da mesma forma como as Apsaras.  

Ela é geralmente mostrada com a pele pálida e longos cabelos escuros.  
No entanto, com a sua capacidade de mudar de forma, ela podia ser retratada de muitas outras maneiras também.  
A única coisa que continua a ser comum, não importa como ela é pintada, é a sua inegável beleza e sensualidade inquestionável.
Alguns acreditavam que
Rati , e as Apsaras, em geral, tinha a capacidade de encantar os homens com um simples olhar. Isso pode ser explicado porque estas deusas eram sempre retratadas como seres altamente sensuais, com grandes seios arfando e os lábios carnudos que claramente atraiam atenção masculina.
De qualquer maneira, é relatado que nenhum homem poderia resistir aos encantos. Uma vez sob o seu feitiço, ninguém escapava sem antes fazer a sua licitação.  

As Apsaras as vezes trabalhavam em pares ou em grupos, mas isso não era necessário. Rati geralmente trabalhava sozinha e era conhecida por seduzir vários homens ao mesmo tempo.
Talvez esta estreita ligação com o sexo tenha mais a ver com a fé hindu que qualquer outra coisa.  

Eles sempre têm considerado o sexo como mais do que mero prazer, apesar de que é certamente uma parte da equação. Consideram-no também uma experiência espiritual.
 

Enquanto Rati mesma não é retratada no livro famoso, ela fez inspirar um tudo sobre ela em "Ratirahasya". O nome do livro literalmente se traduz em "Segredos do Amor". Acredita-se que a deusa inventou ou inspirou  muitas posições eróticas representadas nele.
Uma vez que é tudo sobre como fazer amor da forma mais prazerosa possível, faria sentido que a Deusa do Amor Hindu endossasse sua publicação no espírito, se não na realidade.  

Mas o amor e a luxúria muitas vezes podem ser duas coisas distintas e alguns vêem Rati mais como a deusa do prazer carnal do que o verdadeiro amor da família, ou da gravidez.  
Outros ainda acreditam que a dualidade de sua natureza não pode ser separada.
De qualquer maneira, não há como negar à deusa Rati o mito do amor.  

Ela é freqüentemente retratada junto com Kama, o deus hindu do amor em textos hindus e estruturas do templo. Ela era consideravda a sua contraparte feminina.
Seu nome, em sânscrito, significa "prazer interior".


Existem diferentes teorias sobre como Rati surgiu.  

Uma delas é que ela foi criada a partir do suor de seu pai, Daksha, para se tornar a esposa de Kama. 
Outra é que o deus Vishnu reencarnou Sandyha como Rati depois que ela cometeu suicídio diante dos avanços de Kama em sua direção. 
Em outros casos ainda, o nascimento da deusa é retratado como uma formação nascida a partir do suor do abraço apaixonado.
Pesquisa:
O Livro das Deusas: Uma Celebração do Feminino Divino por Kris Waldherr de 2006


copiado do site:http://voices.yahoo.com/rati-hindu-goddess-love-sex-7272284.html



Muitas das imagens do templo em Parsvanath giram em torno de amor, vida, masculino, e feminino, caracterizado aqui por essa imagem de Kama e Rati.  
Kama representa os estados emocionais e mentais de amor.  
Em uma história, ele irritou Shiva, que destruiu-o com seu olhar.  
Posteriormente, houve a esterilidade e a esterilidade do mundo - nada poderia regenerar.  
Vendo a necessidade de amor no mundo, Shiva o ressuscitou.  
Em sua mão direita carrega cinco flechas: uma que alegra o coração, uma que causa a atração, uma que leva à paixão, uma que enfraquece e uma mata agradavelmente.  
Rati é sua consorte; juntos seguram o arco.

copiado de http://blog.travelpod.com/travel-photo/lraleigh/youarehere./1169298600/kama.jpg/tpod.html


Na mitologia hindu Rati é a filha de Daksha. 
Ela se casou com Kama, o deus do amor.  
Shiva matou Kama por se atrever a atirar uma flecha em sua direção.  
Ela é muitas vezes representada como a contra-parte feminina de Kama. 
Sua beleza e sensualidade é descrito nas escrituras hindus. 
Ela é descrita como uma donzela que é capaz de encantar o deus do amor.

Quando o Senhor Shiva fulminou seu marido a cinzas foi a penitência de Rati  que levou  ao
renascimento de Kama .  
O nome da deusa Rati é derivado da raiz sânscrita ram que significa "gozar ".

texto copiado de http://www.indianetzone.com/32/rati_indian_goddess.htm
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

16 DE JANEIRO





Celebração da Mãe do Mundo, a Rainha do Universo, na França.

Em Roma, festival de Concórdia, a deusa da harmonia, celebrando o princípio do relacionamento harmônico. 
Suas estátuas representavam-na como uma mulher madura, segurando em uma mão uma cornucópia e na outra um galho de oliveira.

Homenageava-se Ino, a filha de Harmonia, antiga deusa dos cultos agrícolas na Grécia pré-helênica, transformada em Leucothea, a deusa do mar.

Festival hindu de Ganesha, o deus-elefante filho da deusa Parvati.

Festa do deus indonesiano do fogo Betoro Bromo, honrado pelos monges budistas no Monte Bromo com oferendas de flores e alimentos jogados na cratera do vulcão, onde acredita-seque o deus mora.

copiado de Teia de Thea


Agenda mágica da Blessed



Ganesha é o primeiro Deus a ser reverenciado em todos os rituais Hindus.
Está nas portas dos templos e casas protegendo as suas entradas.
Ganesha é o Deus que remove todos os obstáculos, ele é o protetor de todos os seres.
Ele também é o Deus do conhecimento.
Ganesha representa o sábio, o homem em plenitude, e os meios de realização.
Sua figura revela um significado profundo e necessita ser desdobrada.

Sobre sua origem

Ganesha é filho de Shiva e Parvati. Shiva é o Deus criador do Yoga, vivia nas montanhas dos Himalayas e raramente visitava sua esposa Parvati.
Parvati gostava de se preparar para receber Shiva, mas todos os guardiões falhavam quando se tratava de Shiva, assim Parvati resolveu ter o seu próprio filho e guardião; retirou de si o material e deu vida a uma criança, Ganesha, que cresceu aprendeu a lutar bravamente e se tornou o guardião de seus aposentos. 
Um dia Shiva chegou e quis entrar, Ganesha bloqueou sua entrada. Shiva não aceitou de ser impedido de entrar e ordenou que seus guardas lutassem, Ganesha venceu todo o seu exército então Shiva lutou até decaptar Ganesha.
Parvati chorou muito e reinvidicou que Shiva devolvesse a vida a seu filho , Shiva disse que ele não podia ser seu filho, realmente ele era somente filho de Parvati - a matéria mortal, assim Shiva ordenou que seu exército fossem para o norte e que trouxessem a primeira cabeça de um ser vivo que encontrassem; encontraram um elefante.
Shiva colocou a cabeça de elefante sobre o corpo do menino e deu vida a ele.
Parvati exigiu que Ganesha fosse o primeiro a ser reverenciado em todos os rituais.
Ganesha passou a ser filho também de Shiva e se tornou um Deus.
Significado de sua origem
Como todas as lendas encerram dentro de si um significado maior, vamos desdobrar a simbologia da história de Ganesha.
Primeiro conta os Puranas que Ganesha tem um corpo físico “criado” por Parvati, símbolo da matéria perecível, ou seja que é humano.
Mostra que ele não conhece o pai - Shiva, a realidade Suprema.
Quando Parvati solicita sua proteção ele a obedece incondicionalmente (cuida da matéria, é apegado a ela).
Quando seu pai chega, luta com ele (não quer perder a individualidade) não o reconhece, mas luta com bravura, quer cumprir o seu dever.
O pai admira sua coragem, mas não podendo deixá-lo vencer, corta a sua cabeça (ego, mente, arrogância) e ele morre.
Parvati zangada com a morte do filho mostra a matéria não querendo perder seu “nome e forma”.
Shiva coloca uma nova cabeça no filho que renasce pelas mãos de Shiva, nasce do supremo.
Parvati fica contente com as promessas de Shiva de que seu filho será reverenciado no início de todos os rituais e cerimônias e, antes de qualquer empreendimento mostra que a perda da individualidade é o ganho do absoluto, da plenitude.
O sábio vence todos os desafios, luta com bravura, remove todos os obstáculos e depois morre, perde a cabeça para ganhar uma nova dada por Shiva, o absoluto.

Simbologia

Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, imensa para um corpo de menino indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação ao estudo das escrituras.
Ganesha é o Sábio.
Ganesha tem na fronte o Vibhuti e um pequeno tridente indicando que é filho de Shiva - o Senhor da disciplina e da aniquilação da ignorância, indica também, que o sábio tem sempre em mente o Ser Supremo.
As enormes orelhas e a cabeça de elefante representam os dois primeiros passos para a auto realização - “Sravanam”, - escutar o ensinamento e “Mananam” -  refletir sobre ele.
A tromba representa “Viveka” - a capacidade de discriminação entre Nitya - o eterno e ilimitado, e Anitya - o não eterno. 
O intelecto do homem comum está sempre preso entre os pares de opostos (as presas), o Sábio não é mais afetado por esses pares de opostos (frio-calor, prazer-dor, alegria-tristeza, etc) tendo atingido um estado de equanimidade , representado por uma das presas quebrada.
 O Sábio nunca esquece sua verdadeira natureza (memória de elefante).

A barriga enorme representa sua capacidade de engolir, digerir e assimilar todos os obstáculos, assim como o ensinamento escutado. 
O ratinho que fica aos seus pés simboliza o Ego e seus desejos com sua voracidade e cobiça, freqüentemente roubando mais do que pode comer e estocando mais do que pode lembrar.
O Sábio tem o desejo sob total controle, por isso o ratinho olha para cima e aguarda sua permissão para comer os objetos dos sentidos.

No dia de Ganesha é aconselhavel não olhar para a lua, pois conta os puranas que a lua riu de Ganesha voando pelo céu em seu veículo o ratinho (corpo).
A lua representa o ignorante rindo do sábio.
Esta imagem representa o Sábio tentando passar sua sabedoria infinita através de seus equipamentos finitos (corpo e mente).

Ganesha possui quatro braços que são utilizados na ação de destruir os obstáculos:

A mão superior direita carrega uma machadinha - Ishvara
que é a forma que Ganesha (senhor dos obstáculos) decepa os apegos aos objetos como fonte de felicidade e a falsa identificação com o corpo , elimina os obstáculos para que possamos ter uma mente tranqüila e possibilitar o conhecimento.

A mão superior esquerda leva um laço e ou um lótus
Com o laço ele prende a atenção na verdade, na realidade suprema, ou seja no Eu absoluto.
O Lótus é a natureza pura, absoluta e imaculada.

A mão inferior direita abençoa com Abhãya Mudrã - esta mudrã abençoa com prosperidade e destemor. 
Freqüentemente encontramos um Japa-mala, mostrando que esta prosperidade está na forma de Japa (repetição de um mantra) a mais eficaz técnica de preparação da mente.

A mão inferior esquerda oferece Modaka  - Modaka é um doce de leite e arroz tostado que representa a satisfação, a plenitude que se alcança com um caminho de disciplina e auto-conhecimento.

GANESHA - O DEUS DE CABEÇA DE ELEFANTE (SUA LENDA)


Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo.
Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva.
Parvati é filha dos deuses Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia.
Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota.
Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal.
Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira.
O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo.
Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.
Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização.
Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho.
Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.
Um dia ela disse a Shiva:
- Por que você não viaja por uns tempos?
Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos.
Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.
- Não, minha querida - assegurou-lhe o marido.
- Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.
- E a sua meditação? - ela perguntou.
Ela era a sua principal ocupação.
- Você é o maior yogui dentre todos os deuses.
Shiva sabia que ela estava certa.
Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar.
E depois foi o poder do Yoga, que o transformou num deus tão poderoso.
Mas ele ainda hesitou.
- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?
Parvati lhe assegurou que ficaria bem.
Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.
Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.
- Não me demorarei. - ele disse a Parvati
Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses.
Quando medita é impossível despertá-lo.
Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar.
Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.
Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.
Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas.
E nem ficou sozinha por muito tempo.
Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida.
Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha.
Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.
Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim.
Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca.
Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.
Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua?
E quem seria aquele garoto bonito no portão?
- Deixe-me entrar menino!
- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.
- Você não pode entrar!
Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.
Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo.
Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.
Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via.
Chorou amargamente.
Exclamou:
- O que você fez?!
Este é Ganesha seu filho!
Shiva desculpou-se a Parvati, porém não podia voltar atrás, o que esta feito, esta feito. Mas prometeu a sua esposa que o primeiro ser que visse “dormindo errado” (considerava que aquele que dormia com a cabeça voltada para o sul, estava errado, pois o certo seria dormir com a cabeça voltada para o norte) ele cortaria a cabeça e a colocaria em seu filho.
Então Shiva percorreu milhas e milhas, e encontrou um filhote de elefante dormindo “errado”.
Shiva cortou-lhe a cabeça e ao retornar encaixou-a entre os ombros de Ganesha.
Inconformada Parvati foi pedir ajuda a outros deuses.
Brahma e Vishnu que são autoridades no Hinduísmo tanto quanto Shiva, ao ver o pobre e esquisito menino com cabeça de elefante, disseram a Parvati que nada poderiam fazer quanto a cabeça de Ganesha, pois não poderiam passar por cima de uma decisão de Shiva, mas poderiam dar à Ganesha poderes, para que ele se transformasse num deus muito querido por todos ou hindus.
Ganesha seria sempre reverenciado antes de todas as cerimônias religiosas, seria também aquele que destrói os obstáculos, aquele que trás fortuna...
Parvati sentiu-se aliviada, agradeceu aos deuses, e se foi.
E assim se fez.
Hoje na Índia Ganesha é o deus mais adorado, sua imagem é encontrada no painel de todos transportes, na entrada das lojas comerciais, e é realmente lembrado com carinho e devoção em todas as cerimônias religiosas, dando proteção e apoio àqueles que são seus devotos.  
Ele é o Deus do conhecimento, sabedoria  e removedor de obstáculos.
Ele é venerado ou pelo menos lembrado no inicio de qualquer missão ou novo projeto para dar suas bênçãos e patrocínio.  
Ele tem quatro mãos, a cabeça de um elefante e uma barriga bem grande.
Seu veiculo é um pequeno rato.
Em uma de suas mãos ele carrega uma corda (para carregar os devotos da verdade), uma machadinha em outra (para libertar seus devotos de apegos e vícios), tem um doce em uma das mãos (para gratificar os seus devotos por suas atividades espirituais), suas quatro mãos estão sempre estendidas para abençoar as pessoas.
A combinação de sua cabeça de elefante e um veiculo de pequeno e ligeiro ratinho representa tremenda sabedoria, inteligência, presença de espírito e agilidade mental. 

Texto baseado no livro:
 Ganesh - O Grande Deus Hindu
-  Madras Editora Ltda.


Assista o vídeo de Daniel Atalla explicando e ensinando mais sobre esse lindo deus!!

Gratidão Danile!!

Jay Ganesha!!



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