sexta-feira, 30 de março de 2012

 
 
Comemoração de Melissa, a deusa grega das abelhas.
Considerada um dos aspectos da deusa Afrodite, cujo fetiche era um favo de mel, seu nome era atribuído também às sacerdotisas da deusa Deméter e Ártemis.

Segundo uma lenda, Melissa tinha sido uma princesa cretense que tinha alimentado Zeus, quando criança, com mel colhido das flores.
Após sua morte, Zeus transformou Melissa em abelha, como gratidão por sua dedicação.

Celebração persa do Ano Novo, festejando o casamento sagrado da Deusa e do Deus e a criação da raça humana.
Antigamente, neste dia, acendiam-se fogueiras e realizavam-se rituais de fertilidade utilizando os ovos e espelhos.

Na Babilônia, festa para a deusa Baú, a Grande Mãe, senhora das águas primordiais e do espaço cósmico.


texto de Teia de Thea

FESTIVAL DE EOSTRE  

 Eostre era a deusa germânica da fertilidade, do renascimento e da Lua.. 
Seus símbolos eram os ovos e as lebres e de seus cultos originou-se a Páscoa. 


Hoje, atraia a boa sorte e fertilidade para sua casa pintando em um ovo todos os símbolos mágicos que você conhecer.
Um pouco mais sobre a Deusa Melissa

Melissa, foi o título dado as sacerdotisas de Afrodite no santuário de favo de mel do monte Eryx. A Deusa adorava as abelhas como as suas criaturas sagradas, porque elas entenderam como criar hexágonos perfeitos em sua colméia. O hexágono era a expressão do espírito de Afrodite, cujo número sagrado era o seis. 

Abelha pingente de ouro. Creta por volta de 2000 aC
 
A simbologia e importância das abelhas são percebidas desde os tempos pré- históricos. 
 
 
 
As abelhas, como todos os insetos de casulos ou os que tecem teias, servem como imagens da interconectividade milagrosa da vida. 
A intrincada estrutura celular que secreta a essência de ouro da vida é uma imagem da rede de natureza invisível que relaciona todas as coisas uns aos outros em um padrão ordenado harmonioso.

Além disso, a abelha ocupada, seguindo o impulso de sua natureza para polinizar as flores e colher o néctar para ser transformado em mel, foi um exemplo da contínua atividade dos seres humanos necessários para reunir as culturas e transformá-los em comida. 
A abelha rainha, a quem todos os outros servem durante a sua vida breve, foi, no Neolítico, uma epifania da Deusa.

Anel de ouro de vedação. Encontrado em uma tumba, perto de Cnossos 



































































































































































































 
Em Creta também a abelha significou a vida que vem da morte, assim como o escaravelho no Egito. 
Provavelmente por esse motivo, o selo do anel de ouro foi colocado em um túmulo.   
Aqui, a deusa das abelhas, a figura no centro descendo à terra, entre cobras e lírios, está a ser adorado por suas sacerdotisas, que, caracteristicamente, assumiam  a mesma forma como ela faz, todos levantando suas "mãos" no gesto típico de epifania. 
 
O mel foi usado para embalsamar e preservar os corpos dos mortos.  
As tumbas em Micenas foram modeladas como colméias.
 
 
texto  copiado de : Karina Oliveira Bezerra



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