quinta-feira, 1 de março de 2012

01 DE MARÇO

 Matronália

Como protetora da família, Hera (Grécia, ou Juno Lucina-Roma) pode ajudar a trazer alegria e felicidade para a sua família.
Ofereça a ela um ramalhete de flores em um vaso que deve ser amarrado com uma fita amarela.
Dizem que assim a Deusa traz harmonia e alegria para a família.
 
Juno, na mitologia romana, era a principal deusa e a contrapartida feminina de Júpiter, seu irmão e marido. 
Com Júpiter e Minerva, formava a tríade capitolina de divindades difundidas pelos reis etruscos, cujo templo se erguia no Capitólio, em Roma. 
 
Recebeu vários epítetos, segundo os papéis que desempenhava, como, por exemplo: Juno Iterduca, que conduzia a noiva à nova casa; 
Juno Lucina, a deusa do parto, que auxiliava o nascimento das crianças; 
Juno Natalis, que presidia o nascimento de cada mulher; e 
Juno Matronalis, que protegia a mulher casada. 
 
Tornou-se um anjo da guarda feminino - assim como todo homem possuía seu "gênio", toda mulher tinha sua "juno". 
Sua festa principal era a Matronália, celebrada em 1º de março, data em que mulheres casadas se reuniam e levavam oferendas ao templo de Juno Lucina.
 
 
Dia dedicado à deusa greco-romana Héstia ou Vesta, a guardiã da chama sagrada e protetora da família e da comunidade. 
Neste dia, os gregos renovavam em suas lareiras o fogo perpétuo, invocando a proteção de Héstia para seus lares.

Chisungu, ritual de iniciação feminina na Zâmbia. 
Começam neste dia e duram por algumas semanas as cerimônias de preparação das meninas para a entrada na puberdade. 
As moças permanecem reclusas, recebendo alimentação especial e os ensinamentos da “condição feminina” e das tradições dos antepassados. 
Em certas sociedades matrilineares africanas, ainda se preservam estes antigos ritos de passagem, infelizmente esquecidos e ignorados pelos países “civilizados”, porém tão necessários para marcar essa importante transição na vida da menina-moça.

Na Romênia, neste dia, os namorados e amigos se presenteiam com pequenos medalhões ou berloques, presos com uma trança muito fina feita de fios de seda vermelhos e brancos. 
Antigamente, em vez dos enfeites prontos, as moças teciam minúsculas estrelas de cinco ou de sete pontas nas mesmas cores, presenteando seus noivos ou maridos. Ninguém sabe ao certo o significado verdadeiro, mas acredita-se que é um “sinal da primavera” e, possivelmente, uma reminiscência dos antigos ritos de fertilidade: o vermelho do sangue menstrual e o branco do sêmen criando a vida.

copiado de Teia de Thea

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