terça-feira, 6 de março de 2012

06 DE MARÇO


Dia de Marte, o deus romano da guerra. 
Neste dia, celebravam-se também os deuses protetores dos lares. 
 
Na Grécia pré-matriarcal, a precursora de Marte foi a deusa da guerra Enyo, “A Destruidora”, transformada depois em sua filha e sua auxiliar nas operações de guerra.

Véspera de Junoália, em Roma, a celebração das mulheres e moças. 
 
Este dia era considerado nefasto devido à influência belicosa de Marte e, para amenizar os influxos deste dia, exaltava-se a Paz e faziam-se preces e oferendas para as deusa Vênus e Juno.
Reverenciava-se, também neste dia, Eris, filha de Hera e Zeus, irmã de Ares, padroeira da guerra e da discórdia e chamada pelos romanos de Discórdia. 
Suas filhas, as Androktiasi, simbolizavam o sofrimento, a disputa, a fome, a chacina, a luta, a infração das leis e a matança. 
Os gregos lhes faziam oferendas para que se mantivessem afastadas de suas vidas.

copiado de Teia de Thea

 

Agenda mágica da Blessed
 



























ARES — MARTE

Ares (nome grego) — Marte (nome romano)

ARES

Deus da guerra, simbolizado apropriadamente pelo abutre, era detestado pelos pais, Zeus e Hera, mas era estimado por Hades, porque as guerras que Ares provocava aumentavam a população do inferno. 
Ares embaraçou os outros deuses quando ele e Afrodite foram surpreendidos num encontro amoroso pelo marido de Afrodite, Hefesto, que os apanhou com uma rede quase invisível. 
Mas Ares, embora fosse um guerreiro persistente, nem sempre tinha êxito. 
Foi capturado pelos gigantes e ferido três vezes por Héracles e uma vez por Diomedes. 
Como símbolo da guerra e de seus males, sofrimentos e tristezas, infundia respeito e terror aos gregos, mas nunca foi objeto de adoração.

MARTE
Deus da guerra. 
Conforme Hesíodo, era filho de Júpiter e de Juno. 
De acordo com os poetas latinos, Juno, invejosa de ter Júpiter tirado Minerva de seu cérebro, quis imitar a façanha, e produzir um filho sem o concurso de seu esposo ou de qualquer outro homem.
Resolveu dirigir-se para o Oriente, a fim de aí encontrar os meios propícios a tal realização. 
Fatigada do caminho, sentou-se ao pé do templo da deusa Flora, que lhe perguntou a causa da sua viagem.
A deusa, ouvindo seu desejo, mostrou-lhe uma flor maravilhosa, a qual, pelo simples contato, fecundava qualquer mulher, sem o auxílio de qualquer homem.
Assim deu a luz a Marte, que foi confiado aos Dáctilos. 
O jovem tornou-se árbitro dos combates. 
Marte teve inúmeras amantes, mas amava sobretudo Vênus, esposa de Vulcano, que os apanhou em pleno adultério. 
Teve inúmeros filhos.
É o deus da guerra feroz, sangrenta, brutal, ao passo que Minerva é a deusa da guerra estratégica, hábil e inteligente.  
Dizem que sua voz era mais estridente que a de dez mil homens.
Os gregos não o veneravam e dizem ser odiado pelas próprias divindades. 
Os Romanos, porém, prestaram-lhe culto excepcional, chegando a ser o deus nacional.
Era o pai de Rômulo e Remo, ligados a fundação de Roma. 
Figuram-no armado de escudo, com capacete e lança.


 

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