quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

16 DE FEVEREIRO




Celebração de Victória ou Diana Lucífera, a deusa romana da vitória nos combates, assemelhada a Vacuna e Bellona.
Na Grécia pré-helênica, a deusa da vitória era Nike.

Ela era filha de Styx - deusa do oceano, regente do famoso rio subterrâneo que simbolizava o sangue menstrual da Mãe Terra - e de Phallos - deus fálico, precursor de Pan.
Nike representava, assim, a força mágica proveniente da combinação do sangue menstrual e do sêmen.

Na mitologia nórdica, Geirahod era a Valquíria que decidia a vitória nos combates, juntamente com o grupo de guerreiras chamadas de “As luzes do Norte”, devido ao esplendor luminoso de suas armaduras.
As Valquírias eram sacerdotisas de Freyja , subordinadas às Deusas do Destino - as Nornes - e eram elas que escolhiam e acompanhavam as almas dos guerreiros mortos em combate.

 copiado de Teia de Thea


Pode se recorrer a essas deusas para pedir ajuda numa promoção de trabalho, aumento de salário, ganhos judiciários ou vitória em debates.

Se puder, crie um altar com os quatro elementos: água, terra, fogo e ar. 
A água pode estar depositada numa taça, a terra na forma de uma pedra, o fogo numa vela acesa e o ar num incenso ou óleo aromático. 
Invoque a energia, a bravura, o destemor e a vitória dessas deusas ou das Valquírias e queime mentalmente a imagem de seu obstáculo ou fracasso em sua vida. 
Sopre as cinzas ao vento chamando-as para ajudar em sua luta e para aumentar sua força mágica.

copiado de Agenda Esotérica

Valquírias (Valkyrja, Valmeyjar, Valkrjur, Alaisiasae, Idisi) – “As Deusas Guerreiras”
 
Consideradas assistentes de Odin, as Valquírias eram descritas como jovens bonitas, altas, fortes e guerreiras, que serviam comida e bebida para Odin e para os espíritos dos guerreiros mortos em combate, cuidadosamente escolhidos para compor a guarda pessoal de Odin. 
Quando não estavam cuidando dos feridos nos campos de batalha ou levando almas para os salões de Valhala, as Valquírias supervisionavam as batalhas de Midgard (o mundo dos homens) e protegiam seus guerreiros favoritos.
No entanto, existe um significado muito mais profundo e antigo na verdadeira natureza e nos reais deveres das Valquírias, cuja simbologia é das mais complexas na mitologia teutônica. 
Elas não só acompanhavam os espíritos guerreiros mortos, mas escolhiam, antecipadamente, quem iria ganhar ou perder a batalha. 
Seu nome significava “as que escolhiam os mortos” e, mesmo quando era o próprio Odin que pedia às Valquírias para levarem um determinado herói ao seu salão, nem sempre elas o atendiam. 
Eram conhecidas como protetoras dos guerreiros por elas escolhidos e discordavam abertamente das ordens de Odin. 
Mitos mais recentes descrevem a eventual punição e Valquírias rebeldes; porém, os mais antigos relatam que a vontade delas sempre prevalecia.
Quando uma Valquíria escolhia um mortal como seu favorito, ela o protegia sempre, esinando-lhe também as artes mágicas e permanecendo como guardiã por toda a vida. As Valquírias tinham o dom da profecia e, às vezes, mostravam em sonhos ou visões os perigos que os protegidos deveriam evitar. 
Aqueles que soubessem o nome de uma Valquíria específica poderiam chamá-la, pois ela sempre aparecia, para proteger ou ensinar. 
Seus nomes eram:
 Brunhilde (malha de aço), 
Geirahod (flecha), 
Göll (grito de batalha), 
Gunnr (luta), 
Göndul (bastão mágico), 
 Herfjötur (algemas), 
Hildr (batalha), 
Hlökk (tumulto), 
Hrist (terremoto), 
Kara (voragem), 
Mist (névoa), 
Randgridr (escudo), 
Reginleif (herança divina), 
Svana (golpe), 
Rota (turbilhão), 
Skeggjöld (machado de combate), 
Sigdrifa (raio de vitória), 
Sigrun (vitória), 
Radgridr (conselho de paz) e 
Thrundr (poder). 
Outras fontes mencionam também Alvtr, Geirabol, Goll, Hladgudr, Herja, Judur, Ölrun, Prudr, Reginleif e Svipul. 
As líderes eram Gundr, Rota e a Norne Skuld (”a que está sendo”); o grupo podia ser composto de nove, treze ou vinte e sete Valquírias.
Às vezes, as Valquírias podiam aparecer metamorfoseadas em cisnes ou corvos. Consideradas as filhas de Odin com Erda (ou Jord), elas era subordinadas à Freya e às Nornes, assemelhadas à Fylgja e às Disir e atuavam como entidades protetoras. 
O maior desejo de um iniciado (vitki) era casar-se “com sua Valquíria”, ou seja, alcançá-la consncientemente para poder aprender e ser introduzido nos mistérios por ela.
Os vikings acreditavam que a visão das Valquírias cavalgando seus fogosos corcéis era um espetáculo impressionantes e inesquecível. 
Vestidas com armaduras e armadas de flechas, espadas e escudos, elas emergiam subitamente das nuvens, em meio aos relâmpagos e trovões provocados por seu galope. 
Apesar das qualidades guerreiras, elas também eram consideradas deusas da fertilidade, pois o oravalho que umedecia a terra se originava do suor de seus cavalos e a aurora boreal se formava do reflexo da luz em seus escudos.
As Valquírias foram exaustivamente descritas em diversos relatos épicos, poemas e histórias sobre heróis. 
Uma das Valquírias mais famosas, Brunhilde, foi a heroína da lenda do rei Sigurd. 
Em vez de cumprir a ordem de Odin e deixar que o rei morresse, ela lhe deu a vitória do combate. 
Enfurecido com sua desobediência (em especial por se tratar da filha preferida), Odin prendeu Brunhilde a uma muralha de fogo, onde ela ficou adormecida até que Sigurd, montado em seu cavalo mágico, atravessou as chamas e a acordou com um beijo.
Outra Valquíria, Svava, a protetora do herói Helgi quando criança, encarnou como a princesa Sigrun e posteriormente se casou com Helgi, acompanhando-o quando ele morreu. 
Essa lenda descreve uma crença antiga que considerava as Valquírias espíritos guardiães de algumas famílias, permanecendo ligadas a certos heróis por toda a vida, recebendo sua alma após a morte e encarnando depois, na mesma família, para auxiliar e proteger os descendentes.
Lendas anglo-saxônicas também relatam aparições de figuras femininas sobrenaturais do meio na neblina, que auxiliavam os guerreiros nos combates. 
Às vezes, elas se revelaam mulheres de extraordinária beleza, tornavam-se amantes dos guerreiros mais valentes e depois desapareciam.
Uma versão mais recente descreve as Valquírias como espíritos femininos ferozes, auxiliares do deus da guerra, que se regozijavam com o derramamento de sangue, reciam teias com as caveiras e entranhas e, metamorfoseadas em abutres, se alimentavam dos cadáveres. 
Na Idade Média, os escritores românticos transformaram-nas em lindas princesas, que escoltavam os mortos para Valhala e brindavam com hidromel, servido em taças de chifre.

Elemento: ar, água.
Animais totêmicos: cisne, corvo, gavião, cavalo alado.
Cores: branco, prateado, furta-cor.
Árvores: freixo, sorveira, teixo.
Plantas: acônito, cólquito, centáurea.
Metais: ferro, bronze.
Pedras: labradorita, opala, safira.
Data de celebração: 31/01, 16/02 (hoje).
Símbolos: armadura, escudo, elmo, corrente de metal, objetos de poder, escurdo fluídicos de proteção, aurora boeral, penas de cisne, corvo e gavião, múltiplos de três, talismãs rúnicos de proteção mágica. “A Cavalgada das Valquírias” (música da Wagner).
Runas: algiz, as, calc, ziu.
Rituais: de proteção em situações de perigo; conexão com seu “anjo da guarda”; para vender o medo de morte e auxiliar osespíritos na sua transição; para confeccionar e imantar escudos ou símbolos de proteção.
Palavras-chave: proteção.
FonteFaur, Mirella. “Mistérios Nórdicos – Deuses. Runas. Magias. Rituais.” Editora Pensamento 1ª edição/2007. 
copiado de Pepper Touch 


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