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domingo, 13 de agosto de 2023

dia 13 de Agosto - dia de Hécate


NO INÍCIO DE TUDO, HÉCATE FALA: 

Quando o Universo atravessou os umbrais da existência
 Em um fogo cósmico brilhante como um raio 
Eu, Hécate, testemunhei o primeiro nascimento 
Eu, Hécate, observava de soslaio 
Enquanto a escuridão se tornava firmamento 
Enquanto "O Nada" paria "O Tudo", 
que ainda haveria de ser 
Eu existi entre os dois, caótica, poderosa, potente 
Sol e Lua, Terra e Céus,
 Hades e o Olimpo ainda a nascer 
Existo no entremundos, no crepúsculo, e no Sol poente 
Sou o sopro que deixa seus pulmões vazios
 Sou o grito desesperado do recém-nascido 
Moro nas juras de amor sussurradas ao ouvido 
E nas lágrimas da verdade, ricas em sal
 Pois sou a zona cinzenta entre o bem e o mal
 Ah... mas o que se criou há de se destruir
 Tudo é cinza, e reino absoluta. 
Não há mal ou bem 
Meu é o reino que não tem Rainha ou Rei 
Meu é tudo o que não pertence a ninguém 
Como portadora da chave, eu permaneci e permanecerei 
E quando o Universo deixar de existir, 
aqui estarei. 

 Heil Hécate!!!

 (Vanessa de Conti)

Gratidão por estar visitando meu blog!! 
Volte sempre!! 
 Luz e Paz em sua caminhada! 

Eu Sou  Mirhyam

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Mes de JUNHO

Mes de JUNHO
Originalmente, o nome deste mês era Junonius, em homenagem a Juno, a deusa romana padroeira dos casamentos e das mulheres,
Equivalente à deusa grega Hera, Juno era invocada nos momentos para garantir a felicidade duradoura por seu aspecto de padroeira e protetora
das funções e atributos femininos.
Por isso, antigamente, as mulheres procuravam casar neste mês.
Os nomes antigos deste mês eram Meitheamh
para os irlandeses, Aerra Litha para os anglo-saxões e Brachmonath para os nórdicos.
No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente é Tinne e a planta sagrada é o azevinho.
O lema do mês é energia e poder de decisão para enfrentar problemas e obstáculos".
As pedras sagradas deste mês são a ágata, a pedra da lua, a alexandrita e a pérola.
As deusas regentes são Juno, Carna, Cardea, Danu, Vesta, Anahita, Epona, Cerridwen e Kupalo.
copiado de Anuário da Grande mãe de Mirella Faur





Gratidão por estar visitando meu blog!! Volte sempre!! Luz e Paz em sua caminhada! Mirhyam

Artes da Blessed

Artes da Blessed abençoando e conectando o Espaço d'Luz e Paz com todas as deusas e deuses!



da esquerda para a direita , de cima para baixo: 

Ártemis, Hécate, Perséfone, Greenman, Héstia, Ísis, Apolo, Hera(caída) Danu, Brigit.
Deméter, Freya, Deusa-mãe, Cernunnos, Sagrado Feminino, Gaia, Dagda, Athena, Eostre, Afrodite.
Exu, Pombagira, Oxumaré, Oxum, Oxalá, Yemanjá, Oxóssi, Nanâ, Obaluaiê, Ogum, Egunitá, Xangô e Iansã.


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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

deus Cernunnos

Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão.
Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas.


Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas. Independentemente de sua origem,
Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas. Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro.
Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder.
Na Antigüidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina.
Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros.
Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse individuo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.
Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs.
Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo.

Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade. copiado de mitologiacelta.templodeapolo/ O Deus Cornífero ou Cernunnos é o Deus fálico da fertilidade.
Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode.
Ele é o guardião das entradas e do circulo mágico que é traçado para o ritual começar.
É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas.
É o Deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.
Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo.
Ele é a força do Sol e da mesma forma , nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e da renascimento.
Segundo os Mitos pagãos o Deus nasce da Deusa, cresce e se apaixona por Ela.
Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o meio do Outono o Deus Cornífero morre e renasce no Solstício de Inverno quando a Deusa dá a luz.
Este mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no Outono ele envelhece e morre e no Inverno renasce para ser um jovem novamente na Primavera, amante da Deusa no meio da primavera, viril e forte no Verão, provedor de todos os frutos e caças no Outono (já na maturidade) para definhar e morrer. 


Cernunos é tipicamente conhecido como o Deus Pai nos panteões irlandês e das Ilhas Britânicas do Sul, assim como nos continente europeu, onde Ele pode ter-se originado. 
Ele é o consorte de Bridget ou de Cerridwen. 
Como Deus Pai, seu símbolo é o sol e Ele é adorado como varão ou Senhor que é a contraparte da Senhora em Seus aspectos lunares.


Brigit, Brighid, Bridget ou Brid *
Como Brid, Ela é a Grande Deusa Mãe da Irlanda, ás vezes também conhecida pelo nome Dana (ou Danu) nesse aspecto.
Ela é uma deusa do fogo e da forja, portanto de habilidades artísticas, especialmente o trabalho com o metal.
Como Bridget ou Brigit, Ela também representa o aspecto mãe pela fertilidade do ventre tanto da mulher como da terra, e também a fertilidade da inspiração.
Ela também é adorada como deusa de proteção e cura e pode ser invocada em praticamente qualquer encantamento ou mágica que envolva tais esforços.
 

Casal de deuses celtas usados no altar de Beltane!!

Tamanho aproximado : 20 cm cada um.

Valor de Cernunnos = R$20,00
Valor de Brigit =R$ 26,00



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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Rainha da Morte -

Pantheon: país das fadas
Elemento: Terra
Esfera de influência: Renovação e Infertilidade
Cores preferidas: Preto, Verde,
Animais associados: Corvo ou Abutre
Melhor dia para trabalhar: quarta-feira
Mais forte em torno da época de Yule
Ofertas adequadas: Vervain
Planeta
s Associados: Mercúrio, Plutão

A bruxa é o aspecto da velha deusa tripla na tradição do país das fadas.  
Ela representa o Espírito da Noite, a Terra no inverno.  
Como seu parceiro o rei do inverno, ela está mais andrógina do que sua contraparte de verão.  
Ela é descrita como uma velha em um manto negro com capuz, com cabelos  e pele  branca.  
Coroada com nove estrelas azuis, ela carrega uma foice de prata.  
Ela também é chamada de Anna ou Annys, e  Rainha dos Mortos.  
Ela é o espírito da noite e da terra que permanece dormente durante os meses escuros do inverno.  
Seu reino é o reino dos mortos.


tradução do site Pagan News para o dia 29 de junho

terça-feira, 14 de junho de 2011

Deus Cernunnos

Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão.
Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas.
Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.
Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas.
Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro.

Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder.
Na Antigüidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina.
Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros.
Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse individuo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.

Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs.
Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo.

Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade.

copiado de http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/

O Deus Cornífero ou Cernunnos é o Deus fálico da fertilidade.
Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode.
Ele é o guardião das entradas e do circulo mágico que é traçado para o ritual começar.
É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas.
É o Deus que morre e sempre renasce.
Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.

Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo.
Ele é a força do Sol e da mesma forma , nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e da renascimento.

Segundo os Mitos pagãos o Deus nasce da Deusa, cresce e se apaixona por Ela.
Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o meio do Outono o Deus Cornífero morre e renasce no Solstício de Inverno quando a Deusa dá a luz.

Este Mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no Outono ele envelhece e morre e no Inverno renasce para ser um jovem novamente na Primavera, amante da Deusa no meio da primavera, viril e forte no Verão, provedor de todos os frutos e caças no Outono (já na maturidade) para definhar e morrer.


copiado de http://www.emporiowicca.com.br


 Cernunnos da Blessed possui 20 cms de altura

Compre o seu Deus Cernunnos!!!
Enviamos para todo o Brasil!
entre em contato pelo e-mail: 
mirhyamcanto@uol.com.br e peça o seu!!!
Poderá ser paga por depósito bancário antecipado
(dados da c/c estão ao lado esquerdo do blog)
Valor R$20,00+ frete
ou 
através do PagSeguro (R$22,00)

   









domingo, 8 de maio de 2011

08 de Maio - Agenda Mágica

Dia 07 de Maio - Agenda Mágica





Compre a sua Agenda Mágica Permanente!!!
Enviamos para todo o Brasil!
entre em contato pelo e-mail: 
mirhyamcanto@uol.com.br e peça a sua!!! 

Para retirada no Espaço d'Luz e Paz (agende horário pelo telefone: (11)2296-9255):
R$ 21,00 (sem a Ecobag) 
e R$ 27,00 (com a Ecobag)
Para envio: 
Poderá ser paga por depósito bancário antecipado(dados da c/c estão ao lado esquerdo do blog)  
informações trocadas via e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br
Valor R$24,00 somente a agenda
 Valor R$28,00 com a ecobag Blessed
(envio já incluído) !!!
 ou 
 através do PagSeguro:
(R$25,00 sem a ecobag)










(R$29,00 com a ecobag)












Gratidão por estar visitando meu blog!! Volte sempre!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Pulseiras mágicas

Confeccionadas e consagradas pela Lilian Kimura, nossas podem ser enviadas para todo o Brasil!!

Valor unitário de R$15,00 + frete, podendo ser pago através do PagSeguro:











Se optar por pagamento através do depósito antecipado em conta corrente, terá um desconto de 8% sobre o valor - cada pulseira custará R$13,00+frete !!

Os dados da conta corrente estão na lateral esquerda do blog.
Após o depósito nos envie um e-mail, com o aviso ou scan do depósito.

 
Para fazer uma pulseira sob encomenda, escolhendo cor e pendentes, envie um e-mail para:
mirhyamcanto@uol.com.br

Necessitamos de 15 dias para confeccionarmos seu pedido

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Deusa sob encomenda!!!!

Me passe as características que gostaria que a sua deusa tivesse: cor do corpo, símbolo para aplicar, qual a pedra para fazer a pulseira, que com as informações estarei confeccionando a "sua" Deusa!!


Para fazer a "Sua Deusa sob encomenda" o valor cobrado será de R$47,50 através do PagSeguro (facilidade de pagamento com cartão e parcelamento):












Se você quiser poderá fazer o pagamento por depósito em minha conta corrente e daí o valor de intermediação do PagSeguro não existirá mais (diminuição de 8% no valor) - assim o valor será de R$44,00!!!  
Me envie o seu endereço antes de fazer o depósito para incluir o valor do envio nesse  cálculo.

Depósito em minha conta corrente:
Banco Bradesco
em nome de Marcos Antonio Canto  e/ou Miriam Rose Conde Canto
agência 1788-4
c/c 9128-6


Necessito de 15 dias para estar confeccionando o pedido!!

Abaixo foto da  deusa Mawu que seguiu para Brasilia!!!!

Mystic Fair (2ª edição) e Blessed Arte Mágica!!!


"É uma feira de exposição que tem por objetivo trazer as novidades das áreas esotéricas, místicas, ocultistas, paracientíficas, medicina oriental e muitas outras "novidades" do mundo holístico..."

A Blessed estará presente com sua Agenda Mágica, Deusas, Ciganas, Orixás, Chaveirinhos e muitas novidades !!!

terça-feira, 29 de março de 2011

Dia de Artemis

Artemis da Blessed


Todos nós conhecemos a imagem de Ártemis (Diana, para romanos), que foi esculpida e pintada como uma deusa lunar esquia, virginal, acompanhada de cães ou leões e trazendo um arco dourado nas mãos.
Ela era a deusa mais popular da Grécia.
Ela habita as florestas, bosques e campinas verdejantes, onde dança e canta com ninfas que a acompanham.
Em seu culto, estão presentes danças orgiásticas e o ramo sagrado.
Ela era uma deusa de múltiplas facetas associadas ao domínio da Lua, virgem, caçadora e parteira e de fato representa o feminino em todos os seus aspectos.
Quando Ártemis era pequena, Zeus, seu pai, perguntou-lhe o que queria de presente em um dos seus aniversários.

Ártemis respondeu:
- Quero correr livre e selvagem com meus cães pela floresta e nunca, nunca casar.
Foi feita a sua vontade.
Ártemis, é a mais antiga de todas as Deusas gregas.
Alguns autores traçam suas origens às tribos caçadoras de Anatólia, que teria sido a morada das míticas amazonas.
Outros afirmam sua descendência provêm da grande deusa da natureza Cibele, na Ásia Menor, uma Senhora das Feras que costumava estar sempre rodeada de leões, veados, pássaros e outros animais.
Mas de acordo com Walter Burkert em "Greek Religion", é provável que Ártemis remonte à era paleolítica, pois em sua homenagem os caçadores gregos penduravam os chifres e peles de suas presas numa árvore ou em uma pilastra em forma de maça.

ARQUÉTIPO DA MÃE DOS ANIMAIS

Ártemis /Diana era o ideal e a personificação da vida selvagem da natureza, a vida das plantas, dos animais e do homens, em toda sua exuberante fertilidade e profusão.
Na Itália chamaram-na Diviana, que significa a Deusa, um nome que é mais familiar, pois é bem similar ao seu nome original Diana.
Ela era de fato a Caçadora, Deusa da lua e mãe de todos os animais.
Ela aparece em suas estátuas coroada com a lua crescente e carregando uma tocha acesa.
A palavra equivalente em latim para vela era "vesta" e Diana era também conhecida como Vesta. Assim, o feixe de lenha, no qual ela veio da Grécia era realmente uma tocha não acesa.
No seu templo, um fogo perpétuo era conservado aceso.
Sua festa anual na Itália era comemorada no dia 13 de agosto.
Neste dia os cães de caça eram coroados e os animais selvagens não eram molestados.
Bebia-se muito vinho e comia-se carne de cabrito, bolos servidos bem quentes e maçãs ainda pendentes dos ramos.

A DEUSA E O XAMANISMO

Era muito comum o xamã usar uma pele de urso para que o Grande Espírito dos ursos possa falar por seu intermédio.
Nestas práticas visualizamos claramente uma continuidade com a Ártemis grega posterior, cujos principais animais totêmicos eram o urso e o veado.
Até a raiz de seu nome, "art", está ligada à raiz indo-européia da palavra urso.
Muitos mitos envolve Ártemis com os ursos.
Nas primeiras histórias gregas ela aparece como uma ursa ao lado de seus filhotes.
Existiu inclusive, um rito de iniciação à deusa, onde meninas com menos de 9 anos, dançavam com pele de urso a dança do urso em seu templo.
Bodes eram sacrificados nestas cerimônias, para que tais jovens pudessem conhecer também o lado sombrio da Deusa-Lua e os seus mistérios sangrentos da morte, sacrifício e renovação.
Aqui se descortina também, o aspecto feroz e sanguinário de Ártemis, a própria Mãe da Morte, que tem que ser aplacada com oferendas vivas.
Os gregos mais sofisticados de Atenas, com o tempo, resolveram sentimentalizá-la, pois eles não ousavam encarar de frente este seu aspecto sanguinário.

DEUSA DA CAÇA

Ártemis é também a Deusa da Caça e dos caçadores.
O mito nos pede que entendamos como é que a Mãe de seus animais é, ao mesmo tempo, quem lhes dá a morte.
O Hino Homérico a Ártemis, escrito em 700 a.C., a retrata como uma caçadora de cervos, com arco de ouro e flechas que gemem, que corta os bosques escuros lançando gritos, fazendo eco aos alaridos de dor dos animais; uma imagem que expressa a selvageria da caça.
Homero diz do caçador que: "a própria Ártemis lhe havia ensinado a disparar à todas as feras que o bosque cria nos montes".
O caçador afortunado colocava a pele e os chifres de sua presa em uma árvore ou colocava a coluna consagrada à Ártemis como sinal de agradecimento, e no templo de Despoina em Arcádia sua estátua estava coberta por uma pele de cervo.
Porém, como Deusa dos Animais, as vezes, caminha junto de um cervo ou veado, ou conduz um carro conduzido por cervos e, ainda, ela mesma aparece como um cervo ou ursa, até porque, os animais selvagens são a própria Deusa encarnada na forma animal.
Parece, portanto, que a figura de Ártemis foi construída sobre um paradoxo: é ao mesmo tempo, caça e caçadora, a presa e a flecha que a abate.
O que pode significar o que, como caçadora, se dispara a si mesma flechas de ouro?
No período Paleolítico matar a um animal equivalia a desfazer um vínculo sagrado, e a unidade primogênita tinha que restaura-se para que o povo pudesse viver em harmonia com a natureza, o que ao mesmo tempo significava viver em harmonia com o próprio ser.
A pureza do caçador é um ritual de caça muito antigo, como é o ritual de restituição da vida arrebatada, já seja sacrificando alguma parte do animal morto ou reconstituindo-o através da arte.
O urso na parede da caverna de "Les Trois Frères", coberto de flechas, pode interpretar-se desde este ponto de vista.
No entanto, si tanto o animal caçado como a pessoa que o caça sob a proteção da Deusa, a ordem sagrada não pode realmente vulnerar-se.
Ela é, definitivamente, quem dá e quem arrebata e nada poderá ser feito sem o seu consentimento.
Porém, essa dependência da graça da Deusa vem acompanhada de medo: medo de que o caçador não seja o bastante puro para tomar parte de seus rituais, ou de o sacrifício de restauração não seja suficiente, de que seu dom possa ser negado ou mesmo, de que os caçadores acabem convertendo-se sem presas.

DEUSA VIRGEM DO PARTO

Encontramos o eco desta Deusa Ursa Primordial em todas as questões ligadas ao parto e à proteção de crianças e animais de peito.
Ártemis era a que regia os partos: ensinava a mulher que dava à luz a abandonar sua identidade cultural e a permitir que a guiasse a sabedoria do corpo, mais profunda:
"Através de meu ventre se desencadeou um dia esta tormenta, porém invoque a celestial Ártemis, protetora dos partos e que cuido do arco, e favoravelmente acuda sempre as minhas súplicas".
Assim canta o coro na obra de Eurípides.
A imagem leonina de Ártemis volta a expressar o medo ante ao abandono às forças da natureza, que, especialmente no parto, com seu necessário momento de entrega, pode expressar-se como "dom" ou como "maldição".
Existia a tradição também, que toda a mulher que sobrevivesse ao parto, deveria entregar suas vestes ao templo de Ártemis em Brauron, em Atenas.
Como "Mãe Ursa", tão ternamente retratada em uma imagem neolítica de Mãe Ursa com seu cachorro, a Deusa também cuida do recém-nascido, juntamente porque a lactância das crias de toda espécie pertence à esfera dos instintos da natureza.
A ursa que está criando a seus pequenos é o animal mais feroz do mundo e, entre todos os animais, exceto os humanos, o simples ato de amamentar assegura a vida e espanta a morte.
As jovens dançavam em honra de Ártemis ataviadas com máscaras e disfarces de urso, explorando assim a liberdade de sua própria natureza de urso, pois eram chamadas de "arktoi", "ursas".
Na Creta contemporânea, Maria, em seu papel de mãe, segue sendo honrada como "Virgem Maria do Urso".
No entanto, Ártemis não era mãe.
Era a Virgem intacta cuja túnica curta e exercitada musculatura lhe davam um aspecto masculino; as meninas de nove anos, em sua etapa da pré-adolescência, eram suas companheiras favoridas.
Durante as danças de suas festas as meninas, as vezes, levavam falos para celebrar que a Deusa continha em si mesma sua natureza masculina.
Rodeava à Ártemis uma pureza, um inflexível autonomia, que conectava os amplos espaços inexplorados da natureza com a solidão que todo o ser humano precisa para descobrir uma identidade única.
Como Deusa das jovens solteiras e das mães parturientes, Ártemis une em si mesma, uma vez mais, dois princípios opostos, sendo mediadora de ambos.
É possível que isto expresse uma ambivalência real: a do momento em que se chega a uma idade de troca vitais; atrás da perda da liberdade indomável e irresponsável da menina, há uma substituição pela dedicação constante que se necessita para se cuidar de um filho.
Todas as jovens que pensavam em casar e iam dançar em suas festas, na noite antes da da boda deveriam consagrar suas túnicas à Ártemis.
Nenhum casamento era celebrado sem sua presença.

ÁRTEMIS E O SACRIFÍCIO

Ártemis era, entre todas as Deusas gregas, quem mais recebia sacrifícios.
Pausanias relata um sacrifício anual à Ártemis em Patras: como em muitos outros lugares, toda a classe de animais selvagens eram jogados na fogueira e se queimavam, aves, cervos, lobos, javalis, etc.
O mesmo ocorria em Mesene, perto do templo de Ilitía, a antiga Deusa cretense do parto, as vezes associada à Ártemis.
Parece, portanto, que a Deusa que personifica o lado selvagem da natureza é q que provoca o medo mais primitivo a depender de forças que estão muito além do controle humano, e cujas leis podem violar, sem dar-se conta disso.
O poema épico principal da cultura grega, a Guerra de Tróia, começa com um erro desse tipo. Agamenon havia matado um cervo em um bosque consagrado à Ártemis que, como retribuição, exige dele o sacrifício de sua filha Ifigênia.
Mediante a astúcia de seu irmãos, Orestes, uma gama é sacrificada em seu lugar, porém a imagem de Ártemis, necessita de sangue humano.
Na realidade se sacrificava cabras à Ártemis antes de cada batalha, pois a caça e a guerra se apresentavam como equivalentes.

DEUSA TRÍPLICE

Como Deusa do sub-mundo, ela é associada ao Nascimento, Procriação e Morte.
Como Deusa da terra, representa as três estações: Primavera, Verão e Inverno.
Como Deusa do céu, ela é a Lua nas fases de Lua Nova, Lua Cheia e Lua Escura.
Como Deusa Tríplice foi personificada de mulher primitiva, mulher criadora e destruidora.

ÁRTEMIS DE ÉFESO

Em Éfeso, na Ásia Menor, onde antigamente a Deusa Mãe anatólia deu à luz apoiada em seus leopardos, se alçava um esplêndido templo com uma imensa estátua de Ártemis, uma enorme figura enegrecida, com o corpo coberto de cabeças de animais e enormes peitos na forma de ovo. O curioso é a razão pelo qual se deu o nome de Ártemis, pois essa fecunda figura desenvolta fertilidade não parece nada com a angulosa Ártemis da tradição grega.
É provável que se tratasse originalmente de uma manifestação local de Cibeles, a que logo os gregos deram o nome de Ártemis.
Sendo que as figuras míticas perderam durante milênios, não deixa de ser significativo que, mais de mil anos mais tarde, também fora Éfeso o lugar em que Maria, mãe de Jesus, foi proclamada "theotokos", "Mãe de Deus".

ÁRTEMIS E APOLO

A versão olímpica da antiga linhagem de Ártemis a faz filha de Zeus e Leto e irmã de Apolo.
A história conta que Leto sofreu as dores do parto durante nove dias e nove noites antes de dar à luz aos gêmeos.
Ártemis foi a primeira a nascer, e foi um parto sem dor; depois nasceu Apolo.
Segundo alguns relados, se converteram na Lua e no Sol.
A relação entre Ártemis e Apolo não foi sempre o simples vínculo entre um irmão e uma irmã que compartilham o arco e as flechas, a lira e a pureza da distância e dos grandes espaços abertos.
Em Delos, onde nasceram, o templo mais antigo e de maior tamanho, que mais tarde se converteria em santuário de Apolo, construído em torno de 700 a.C., pertencia a Ártemis.
O templo de Apolo foi erguido na periferia.
No entanto, em Delfos, que Apolo se apropriou no século VIII a.C., enquanto pertencia antes a Deusa da Terra, Ártemis não está presente.
Harrison considera significativa esta exclusão e diz:
"Ártemis, como Mãe, tinha um deus varão ou filho como consorte subordinado, do mesmo modo que Afrodite tinha a Adonis.
Quando o patriarcado expulsou o matriarcado, a relação entre o primeiro casal se espiritualiza, logo esse casal se concebe na relação estéril de irmã e irmão.
Finalmente, a figura feminina se desvanece por completo e o consorte varão emerge como mero filho de seu pai ou mero porta-voz da vontade de seu pai".

A DEUSA E SEU FILHO AMANTE

O mito da Grande Mãe que se une ao seu consorte para depois sacrificá-lo no rito de matrimônio sagrado pode ver-se claramente no conhecido relato de Actéon, o príncipe tebano, em cuja iconografia o mito antigo se vislumbra.
O próprio Actéon era caçador e viu Ártemis enquanto se banhava nua.
Para Deusa, um intruso humano em seus ritos sagrados era uma profanação, castigou-o então convertendo-o em um cervo.
Os cães de Actéon, incapazes de reconhecer o dono, o fizeram em pedaços.
Sua mãe, Autónoe, assumiu o papel de Ísis para com Osíris, reconstituindo seu corpo desmembrado, voltando a unir os ossos do filho.
Um relato, entretanto, mais antigo, pode ser a da união e posterior desmembramento do matrimônio mítico entre Ártemis como cerva e seu filho-amante como cervo.
O banho de Ártemis faz eco ao banho ritual da Deusa, que, como nos conta Tácito, em seu "Germania", só podia se visto por "homens condenados à morrer".
Os cães que desmembraram Actéon são também animais sagrados de Ártemis, e suas sacerdotisas usavam máscaras com rosto de cão caçador, o que sugere que o desmembramento era encenado ou imitado pelas sacerdotisas.
A diferença entre o mito antigo e o novo resulta esclarecer a importância do que se perdeu, pois na troca do matriarcado para o patriarcado, houve muitas implicações e não se resume tão somente a perda de poder das mulheres e das Deusas.
Mais significativamente, o que se perdeu foi uma história que é verdadeira, no sentido de que articula uma percepção intuitiva da psique, e portanto devolve à psique sua harmonia inerente. Cassirer falou:
"o homem só pode chegar a descobrir e a adquirir consciência de seu próprio interior, pensando-o em conceitos mitológicos e instruindo-o em imagens mitológicas".
Isso quer dizer, que qualquer diminuição das imagens dos deuses provoca uma diminuição ainda maior, da capacidade dos seres humanos de conhecer-se a si mesmos.
A história do matrimônio sagrado da Deusa e do deus, clarifica a relação entre a vida infinita e a finita e, portanto, entre as partes divina e humana da psique, de tal maneira que possam compreender-se mais profundamente as forças interiores enfrentadas.
Ártemis, como alma do selvagem, dá expressão ao lugar da psique onde a humanidade se sente livre das preocupações humanas, e ao mesmo tempo, aberta aos imensos poderes indômitos da natureza.
A figura que tomou vida na imaginação grega outorgou um caráter absolutamente sacro aos âmbitos selvagens da natureza e aos âmbitos selvagens do coração humano que os refletem.

ÁRTEMIS/DIANA HOJE

O Arquétipo da feminilidade desta Deusa-Virgem, começa a se tornar importante novamente. Por muito tempo permanecemos à sombra da feminilidade absoluta, sob a influência de uma realidade masculinizada.
Ártemis/Diana é tão linda quanto Afrodite e nos fala que a solidão, a vida natural e primitiva pode ser benéfica em algumas fases de nossa vida.
Amazona e arqueira infalível, a Deusa garante a nossa resistência a uma domesticação excessiva. Além disso, como protetora da fauna e flora, ela é uma figura associada à ecologia contemporânea, onde há necessidade de salvaguardarmos o que ainda nos resta.
Uma parte deste redespertar da espiritualidade artemisiana já vem ocorrendo há vários anos na Europa, mas já chegou também ao Ocidente.
Na Grã-Bretanha, redescobriu-se a antiga Deusa Branca dos celtas, graças ao maravilhoso livro "White Goddess", de Robert Graves.
Hoje já há também uma nova compreensão sobre feitiçaria, sob o nome de Wicca.
Esta religião-arte, nada mais é do que a "antiga religião" de Diana/Ártemis.
Aquelas mulheres que praticavam o culto à Deusa Diana vieram a ser identificadas com as chamadas bruxas e foram perseguidas e exterminadas.
Entretanto, junto com a Wicca e outros movimentos semelhantes, está ocorrendo uma importante ressurreição das antigas tradições xamânicas e de cura nos quatro cantos do mundo. Todos os tipos de neo-pagãos têm buscado as origens reais ou reconstruídas do xamanismo.

EM BUSCA DA INDIVIDUALIDADE PERDIDA

Ártemis atira-lhe sua flecha da individualidade, convidando-a(o) a concentrar-se em si mesma(o).
Você tem estado demasiadamente ocupada com outros que esquece de si mesma?
Há bastante tempo não tem um espaço só seu?
Os limites de sua individualidade encontram-se difusos e indistintos?
Sua personalidade é desprezada ou aniquilada pelos outros, pois eles sempre impõe suas necessidades antes das suas?
Pois aqui e agora é hora de ser você mesma, se impor como pessoa com identidade própria e não viver mais a vida dos outros.
É hora de seu resgate individual, de celebrar e fortalecer a pessoa maravilhosa que você é. Ártemis lhe diz que a totalidade é alimentada quando você se honra, se respeita e dedica um tempo para si mesma.
Ela também pergunta como você pode esperar conseguir o que quer se não tiver um "eu" a partir do qual atirar para alcançar seu objetivo?

RESGATE DE SUA MULHER SELVAGEM

Encontre um local em que ninguém possa lhe incomodar, se for ao ar livre, tanto melhor. Sente-se confortavelmente.
Inspire profundamente e expire emitindo um som, tipo hhuuuumm!
Faça isso por três vezes.
Agora você deve visualizar uma frondosa árvore.
Imagine-se em frente à ela e em seguida ande a sua volta.
Do outro lado da árvore verá uma abertura em seu tronco, como a porta de uma caverna, entre nela sem medo.
Dentro da árvore relaxe e sinta-se mergulhar no vazio.
Para baixo.....mais para baixo bem devagarinho............ você terá a sensação de estar flutuando. Quando alcançar o final da raiz, sinta como se estivesse caído sobre um travesseiro de penas de ganso, macio..macio.
Você chegou às portas do sub-mundo.
É hora de clamar pela Mulher Selvagem.
Você pode gritar, uivar, cantar, dançar, bater tambor, o que achar melhor, mas faça bastante barulho, pois talvez ela esteja por demais adormecida dentro de você.
Quando você a enxergar, agradeça sua presença e peça-lhe algo, qualquer coisa.
Se não tiver idéia sobre o que pedir, peça que ela lhe dê o que mais precisa, que você receberá o presente com o coração aberto.
Se ela lhe pedir algum presente, retribua com carinho.
Após estas trocas simbólicas, seus laços de amizade estarão reforçados.
É hora de retorna, peça-lhe docemente que ela lhe acompanhe.
Ela lhe dirá sim e você em retribuição a sua gentileza deve abraçá-la e, ao fazê-lo, sentirá que você e a Mulher Selvagem se fundirão em uma só.
Uma onda de felicidade e alegria tomará conta de todo o seu ser.
É hora de percorrer o caminho de volta, encontre à raiz da árvore que estará atrás de você. Deixe-me novamente flutuar e sentirá que uma brisa fraca a impulsionará para cima...para cima...cada vez mais para cima, até alcançar o interior do tronco da árvore.
Ao sair pela abertura, respire bem fundo e à medida que solta o ar, senta seu corpo novamente. Movimente os dedos da mão e assim que estiver pronta abra os olhos.
Seja Bem-vinda!

RITUAL DO ARCO DE ÁRTEMIS

Esse ritual é excelente para ser realizado quando desejar muito alcançar um objetivo financeiro ou material.
Já foi realizado por minhas irmãs bruxas e sempre conseguimos alcançar tudo que desejávamos. Portanto, passo para vocês algo de muito bom, criado pelas bruxas do sul (RS), pois aqui temos muita gente boa praticando bruxaria.
A maioria das irmãs de meu coven, são como eu, filhas de imigrantes europeus, herdeiras de conhecimentos que foram transmitidos por nossas avós e mães e, portanto praticantes da verdadeira bruxaria, aquela, "a original", que é passada de geração à geração.
Material:
1 metro de fita: da cor branca, verde e azul (cores da Deusa Ártemis)
3 velas pequenas nas cores: verde, branca e azul.

Esse ritual deve ser realizado na Lua crescente ou cheia em um local onde haja árvores, para que você consiga encontrar na própria natureza o arco de Ártemis.
Pode ser qualquer galho que possua a curvatura de um arco.
Em seguida que achar o galho certo, com ele trace um círculo em torno de você.
Agora deve invocar as quatro direções e as energias dos elementos, anjos e os poderes que neles residem usando o arco, que deve ser segurado com a mão esquerda.
Para invocá-los é necessário se posicionar em frente a cada ponto cardeal e dizer:
NORTE,
Guardiões das Torres de Observação Norte,
Convidamos o Arcanjo Uriel (terra) e o javali, o urso, o lobo, o boi de chifres brancos;
Pelos poderes da terra e da Criação,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Terra, Seja Bem-Vinda!

OESTE,
Guardiões das Torres de Observação Oeste,
Convidamos o Arcanjo Gabriel (água), a águia e o salmão;
Pelos poderes da água e da emoção,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Água, Seja Bem-Vinda!

SUL,
Guardiões das Torres de Observação do Sul
Convidamos o arcanjo Miguel (fogo) e o leão;
Pelos poderes do fogo e da transformação,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Fogo, Seja Bem-vindo!

LESTE,
Guardiões das Torres de Observação do Leste,
Convidamos o arcanjo Rafael (ar) os pássaros do ar.
Pelos poderes do ar e da razão,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Ar, seja Bem-vindo!

Depois, peque as três fitas e juntas enrole-as no arco de Ártemis, de modo que cubra boa parte dele.
Amarre as pontas.
Acenda as três velas juntas e fixe-as no chão.
Agora diga:

Poderosa Deusa Ártemis,
Cujas áureas flechas arrancam gemidos
Venho lhe pedir ajuda para alcançar meus objetivos:.... .....descreva o que deseja, enquanto gira o arco por cima sua cabeça.
Feche os olhos e visualize a Deusa vindo até você com uma comitiva de ninfas que dançam à sua volta.
Sorria para ela e agradeça a sua presença.
Abra os olhos,
agradeça aos elementais, animais e arcanjos também por terem ajudado para que tudo acontecesse da maneira mais correta e para o bem de todos.
Desfaça o círculo caminhando no sentido anti-horário dizendo:
"ENVIO ESSE CÍRCULO AO UNIVERSO COMO OFERENDA. O CÍRCULO É DESFEITO, MAS NÃO É QUEBRADO!"

INVOCAÇÃO

Oh, minha Deusa Diana
Escuta a voz de meu coração
Ouça a minha canção de adoração
O céu na Lua Cheia enche-se com sua beleza
Que seu feixe de prata abra a porta dos sonhos
Minha amada Deusa Lua
Ensina-me seus mistérios antigos
Presenteia-me com a sabedoria e ajuda-me a afastar espíritos opressores para que a cura se opere dentro de mim
Abençoa-me e recebe-me como sua filha(o)
Quando meu corpo cansado repousar esta noite fale com meu espírito interno
Ensina-me, Rainha da Noite
Sou toda ouvidos!

Texto pesquisado e desenvolvido por ROSANE VOLPATTO

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quarta-feira, 16 de março de 2011

deus Dagda - o deus ancião

Dagda ("Bom Deus") 

é o Grande Deus, Senhor dos Céus e pai de todos os deuses e dos homens.
Senhor da vida e da morte; deus da magia, da terra, do renascimento; mestre de todos os ofícios; senhor do conhecimento perfeito.
Dagda possuía o caldeirão da abundância e da vida e uma harpa de carvalho vivo, que fazia com que as estações mudassem, quando assim o ordenasse.
Deus da proteção, dos guerreiros, do conhecimento, da magia, do fogo, da profecia, do tempo climático, do renascimento, das artes, da iniciação, do sol, das curas, da regeneração, da prosperidade, da abundância, da música e patrono dos sacerdotes.
Ele que é o Senhor de Dois Mundos, pois no ventre da Deusa (de volta), ele vive sua morte e a sua própria ressurreição.

Peça sua ajuda para: 
Atrair conhecimento de todas as ordens.
Entrar em contato com a sabedoria ancestral
Aumentar o poder de magia inerente a cada um de nós.
Encontrar soluções para os problemas.
Transmutar energias.
Transformar situações
Banir energias maléficas.
Afastar inimigos e pessoas indesejadas.
Afastar o azar.
Revelar segredos.
Estabelecer ligação com o inconsciente.
Necessitar de proteção
     
Possui 20 cm de altura 




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quinta-feira, 10 de março de 2011

dia 10 de março - Agenda Mágica


Dia de Anna Perenna

Segundo a mitologia romana, Anna era uma antiga deusa regente 
do tempo e da reprodução.
Presidia o curso do ano e do seuretorno perpétuo. 
Era considerada igualmente a deusa da abundância e do alimento.  
As celebrações da deusa visavam atrair a fertilidade, a
prosperidade e a abundância da terra.  
Os romanos pediam que a deusa lhes concedessem longevidade.

Doando as unidades que ainda possuo! - Ana Maria Braga mostra a que ela possui!!

pesquise aqui os assuntos que procura!!!

Quem sou eu

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"Ajudo a melhorar sua saúde e bem-estar Atendimentos presenciais e Online! Terapeuta holística desde 2001, acompanhando cada passo da sua TRANSFORMAÇÃO para sua melhor versão: Conheça o "Método Transformação", exclusivo para suas necessidades com todas as ferramentas e terapias energéticas que possuo, cuidando de você a cada semana com a melhor terapia. Acupuntura com e sem agulhas, Aurículoterapia, Desprogramação Neurobiológica, Florais, Mesa de Limpeza de Casas e Mesa Angelical das 4 Prosperidades, Reiki, Ortomolecular Catalítica, Shiatsu em mulheres, Consulyoria em Feng Shui e Aconselhamento Metafísico."