segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

16 DE JANEIRO





Celebração da Mãe do Mundo, a Rainha do Universo, na França.

Em Roma, festival de Concórdia, a deusa da harmonia, celebrando o princípio do relacionamento harmônico. 
Suas estátuas representavam-na como uma mulher madura, segurando em uma mão uma cornucópia e na outra um galho de oliveira.

Homenageava-se Ino, a filha de Harmonia, antiga deusa dos cultos agrícolas na Grécia pré-helênica, transformada em Leucothea, a deusa do mar.

Festival hindu de Ganesha, o deus-elefante filho da deusa Parvati.

Festa do deus indonesiano do fogo Betoro Bromo, honrado pelos monges budistas no Monte Bromo com oferendas de flores e alimentos jogados na cratera do vulcão, onde acredita-seque o deus mora.

copiado de Teia de Thea


Agenda mágica da Blessed



Ganesha é o primeiro Deus a ser reverenciado em todos os rituais Hindus.
Está nas portas dos templos e casas protegendo as suas entradas.
Ganesha é o Deus que remove todos os obstáculos, ele é o protetor de todos os seres.
Ele também é o Deus do conhecimento.
Ganesha representa o sábio, o homem em plenitude, e os meios de realização.
Sua figura revela um significado profundo e necessita ser desdobrada.

Sobre sua origem

Ganesha é filho de Shiva e Parvati. Shiva é o Deus criador do Yoga, vivia nas montanhas dos Himalayas e raramente visitava sua esposa Parvati.
Parvati gostava de se preparar para receber Shiva, mas todos os guardiões falhavam quando se tratava de Shiva, assim Parvati resolveu ter o seu próprio filho e guardião; retirou de si o material e deu vida a uma criança, Ganesha, que cresceu aprendeu a lutar bravamente e se tornou o guardião de seus aposentos. 
Um dia Shiva chegou e quis entrar, Ganesha bloqueou sua entrada. Shiva não aceitou de ser impedido de entrar e ordenou que seus guardas lutassem, Ganesha venceu todo o seu exército então Shiva lutou até decaptar Ganesha.
Parvati chorou muito e reinvidicou que Shiva devolvesse a vida a seu filho , Shiva disse que ele não podia ser seu filho, realmente ele era somente filho de Parvati - a matéria mortal, assim Shiva ordenou que seu exército fossem para o norte e que trouxessem a primeira cabeça de um ser vivo que encontrassem; encontraram um elefante.
Shiva colocou a cabeça de elefante sobre o corpo do menino e deu vida a ele.
Parvati exigiu que Ganesha fosse o primeiro a ser reverenciado em todos os rituais.
Ganesha passou a ser filho também de Shiva e se tornou um Deus.
Significado de sua origem
Como todas as lendas encerram dentro de si um significado maior, vamos desdobrar a simbologia da história de Ganesha.
Primeiro conta os Puranas que Ganesha tem um corpo físico “criado” por Parvati, símbolo da matéria perecível, ou seja que é humano.
Mostra que ele não conhece o pai - Shiva, a realidade Suprema.
Quando Parvati solicita sua proteção ele a obedece incondicionalmente (cuida da matéria, é apegado a ela).
Quando seu pai chega, luta com ele (não quer perder a individualidade) não o reconhece, mas luta com bravura, quer cumprir o seu dever.
O pai admira sua coragem, mas não podendo deixá-lo vencer, corta a sua cabeça (ego, mente, arrogância) e ele morre.
Parvati zangada com a morte do filho mostra a matéria não querendo perder seu “nome e forma”.
Shiva coloca uma nova cabeça no filho que renasce pelas mãos de Shiva, nasce do supremo.
Parvati fica contente com as promessas de Shiva de que seu filho será reverenciado no início de todos os rituais e cerimônias e, antes de qualquer empreendimento mostra que a perda da individualidade é o ganho do absoluto, da plenitude.
O sábio vence todos os desafios, luta com bravura, remove todos os obstáculos e depois morre, perde a cabeça para ganhar uma nova dada por Shiva, o absoluto.

Simbologia

Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, imensa para um corpo de menino indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação ao estudo das escrituras.
Ganesha é o Sábio.
Ganesha tem na fronte o Vibhuti e um pequeno tridente indicando que é filho de Shiva - o Senhor da disciplina e da aniquilação da ignorância, indica também, que o sábio tem sempre em mente o Ser Supremo.
As enormes orelhas e a cabeça de elefante representam os dois primeiros passos para a auto realização - “Sravanam”, - escutar o ensinamento e “Mananam” -  refletir sobre ele.
A tromba representa “Viveka” - a capacidade de discriminação entre Nitya - o eterno e ilimitado, e Anitya - o não eterno. 
O intelecto do homem comum está sempre preso entre os pares de opostos (as presas), o Sábio não é mais afetado por esses pares de opostos (frio-calor, prazer-dor, alegria-tristeza, etc) tendo atingido um estado de equanimidade , representado por uma das presas quebrada.
 O Sábio nunca esquece sua verdadeira natureza (memória de elefante).

A barriga enorme representa sua capacidade de engolir, digerir e assimilar todos os obstáculos, assim como o ensinamento escutado. 
O ratinho que fica aos seus pés simboliza o Ego e seus desejos com sua voracidade e cobiça, freqüentemente roubando mais do que pode comer e estocando mais do que pode lembrar.
O Sábio tem o desejo sob total controle, por isso o ratinho olha para cima e aguarda sua permissão para comer os objetos dos sentidos.

No dia de Ganesha é aconselhavel não olhar para a lua, pois conta os puranas que a lua riu de Ganesha voando pelo céu em seu veículo o ratinho (corpo).
A lua representa o ignorante rindo do sábio.
Esta imagem representa o Sábio tentando passar sua sabedoria infinita através de seus equipamentos finitos (corpo e mente).

Ganesha possui quatro braços que são utilizados na ação de destruir os obstáculos:

A mão superior direita carrega uma machadinha - Ishvara
que é a forma que Ganesha (senhor dos obstáculos) decepa os apegos aos objetos como fonte de felicidade e a falsa identificação com o corpo , elimina os obstáculos para que possamos ter uma mente tranqüila e possibilitar o conhecimento.

A mão superior esquerda leva um laço e ou um lótus
Com o laço ele prende a atenção na verdade, na realidade suprema, ou seja no Eu absoluto.
O Lótus é a natureza pura, absoluta e imaculada.

A mão inferior direita abençoa com Abhãya Mudrã - esta mudrã abençoa com prosperidade e destemor. 
Freqüentemente encontramos um Japa-mala, mostrando que esta prosperidade está na forma de Japa (repetição de um mantra) a mais eficaz técnica de preparação da mente.

A mão inferior esquerda oferece Modaka  - Modaka é um doce de leite e arroz tostado que representa a satisfação, a plenitude que se alcança com um caminho de disciplina e auto-conhecimento.

GANESHA - O DEUS DE CABEÇA DE ELEFANTE (SUA LENDA)


Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo.
Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva.
Parvati é filha dos deuses Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia.
Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota.
Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal.
Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira.
O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo.
Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.
Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização.
Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho.
Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.
Um dia ela disse a Shiva:
- Por que você não viaja por uns tempos?
Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos.
Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.
- Não, minha querida - assegurou-lhe o marido.
- Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.
- E a sua meditação? - ela perguntou.
Ela era a sua principal ocupação.
- Você é o maior yogui dentre todos os deuses.
Shiva sabia que ela estava certa.
Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar.
E depois foi o poder do Yoga, que o transformou num deus tão poderoso.
Mas ele ainda hesitou.
- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?
Parvati lhe assegurou que ficaria bem.
Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.
Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.
- Não me demorarei. - ele disse a Parvati
Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses.
Quando medita é impossível despertá-lo.
Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar.
Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.
Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.
Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas.
E nem ficou sozinha por muito tempo.
Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida.
Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha.
Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.
Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim.
Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca.
Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.
Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua?
E quem seria aquele garoto bonito no portão?
- Deixe-me entrar menino!
- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.
- Você não pode entrar!
Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.
Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo.
Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.
Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via.
Chorou amargamente.
Exclamou:
- O que você fez?!
Este é Ganesha seu filho!
Shiva desculpou-se a Parvati, porém não podia voltar atrás, o que esta feito, esta feito. Mas prometeu a sua esposa que o primeiro ser que visse “dormindo errado” (considerava que aquele que dormia com a cabeça voltada para o sul, estava errado, pois o certo seria dormir com a cabeça voltada para o norte) ele cortaria a cabeça e a colocaria em seu filho.
Então Shiva percorreu milhas e milhas, e encontrou um filhote de elefante dormindo “errado”.
Shiva cortou-lhe a cabeça e ao retornar encaixou-a entre os ombros de Ganesha.
Inconformada Parvati foi pedir ajuda a outros deuses.
Brahma e Vishnu que são autoridades no Hinduísmo tanto quanto Shiva, ao ver o pobre e esquisito menino com cabeça de elefante, disseram a Parvati que nada poderiam fazer quanto a cabeça de Ganesha, pois não poderiam passar por cima de uma decisão de Shiva, mas poderiam dar à Ganesha poderes, para que ele se transformasse num deus muito querido por todos ou hindus.
Ganesha seria sempre reverenciado antes de todas as cerimônias religiosas, seria também aquele que destrói os obstáculos, aquele que trás fortuna...
Parvati sentiu-se aliviada, agradeceu aos deuses, e se foi.
E assim se fez.
Hoje na Índia Ganesha é o deus mais adorado, sua imagem é encontrada no painel de todos transportes, na entrada das lojas comerciais, e é realmente lembrado com carinho e devoção em todas as cerimônias religiosas, dando proteção e apoio àqueles que são seus devotos.  
Ele é o Deus do conhecimento, sabedoria  e removedor de obstáculos.
Ele é venerado ou pelo menos lembrado no inicio de qualquer missão ou novo projeto para dar suas bênçãos e patrocínio.  
Ele tem quatro mãos, a cabeça de um elefante e uma barriga bem grande.
Seu veiculo é um pequeno rato.
Em uma de suas mãos ele carrega uma corda (para carregar os devotos da verdade), uma machadinha em outra (para libertar seus devotos de apegos e vícios), tem um doce em uma das mãos (para gratificar os seus devotos por suas atividades espirituais), suas quatro mãos estão sempre estendidas para abençoar as pessoas.
A combinação de sua cabeça de elefante e um veiculo de pequeno e ligeiro ratinho representa tremenda sabedoria, inteligência, presença de espírito e agilidade mental. 

Texto baseado no livro:
 Ganesh - O Grande Deus Hindu
-  Madras Editora Ltda.


Assista o vídeo de Daniel Atalla explicando e ensinando mais sobre esse lindo deus!!

Gratidão Danile!!

Jay Ganesha!!



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sábado, 14 de janeiro de 2012

14 DE JANEIRO


Makara Sankranti, celebração hindu de purificação com banhos no Rio Ganges.
Celebram-se as deusas Samnati, Sarasvati e Rukmini.
As pessoas se banham e entoam mantras e cânticos sagrados.
Vestem depois roupas amarelas e oferecem às deusas comidas tradicionais feitas com arroz e açafrão, enfeitadas com flores amarelas.

Comemoração de Ranu Bai, deusa hindu da água que enchia seu jarro de ouro com as águas de todos os rios e trazia fertilidade para as mulheres.


Inspirada pela data, procure você também uma cachoeira ou rio e tome um banho de purificação.


Na falta, improvise com um banho com sal grosso e ervas do seu signo.

Mentalize uma cachoeira de luz dourada purificando e renovando sua aura.

Recite alguma oração ou entoe o
 mantra OM, conectando-se às deusas e pedindo-lhes harmonia e fertilidade, física ou mental. 

Ofereça-lhe depois seus agradecimentos, incenso de sândalo e flores amarelas.


copiado de   Teia de Thea


MAKAR SANKRANTI
(14 de Janeiro)

As cerimônias religiosas são realizadas em todo o Nepal para marcar Makar Sankranti, quando o sol começa a sua viagem para o norte.
A maior delas acontece em Devghat onde o Trisuli e rios Kali Gandari se encontram perto do Royal Chitwan National Park.
Ali, os devotos se reúnem para tomar, em jejum, mergulhos santo na água e adorar o Senhor Shiva e outras divindades hindus.
Na parte centro-oeste do Nepal, o solstício é marcado pela Ridi Mela, a mais importante feira religiosa realizada na região.
Durante o evento de três dias, os peregrinos tomam um banho sagrado na confluência dos rios Khola Ridi e Gandaki Kali, que está situado a cerca de 50 km de Tansen.
O templo Rikheswar é um dos mais sagrados santuários hindus no Reino.
Nesta mesma ocasião, é realizada uma colorida feira comercial.
Para Tharus do Terai no sul do Nepal, o festival é conhecido como Maghi e é  comemorado durante três dias com festas e danças.

 copiado de http://www.vastomundo.com.br/?p=1970

História de Makar Sankranti

Makar Sankranthi, ou Sankranti é uma festa popular indiana.
É comemorado em várias partes do país e também em algumas outras partes do mundo, com grande zelo e entusiasmo.
É um festival da colheita, que é basicamente celebrado nas comunidades hindus.
Na Índia, os estados de Bihar, Bengala, Punjab, Maharashtra, Gujarat, Rajasthan e Tamil Nadu celebram o festival com grande fervor.
Fora da Índia, é dada a devida importância ao festival nos países como o Nepal, onde é celebrada como Maghe Sakrati ou Maghi, na Tailândia, onde é nomeado como Songkran e em Mianmar, onde é chamado Thingyan.

O festival de Makar Sankranti marca o dia em que o Sol começa a sua viagem para o norte e entra no signo de Makar (Capricórnio) a partir do Trópico de Câncer.
É como o movimento do sol de Dakshinayana (sul) para Uttarayana hemisfério (norte). É o um dos poucos festivais hindus indianos que tem uma data fixa.
Este dia cai em 14 de Janeiro de cada ano de acordo com o calendário hindu Solar.
O festival é considerado um dia de onde em diante todas as cerimônias ritualísticas auspiciosa podem ser celebradas em qualquer família hindu.


Shankranti significa transmigração de um signo do Zodíaco na astrologia indiana para o outro.
Como crença hindus habitual, há 12 Sankrantis considerando a mudança que ocorre mensalmente entre os signos astrológicos.
Mas o festival é comemorado apenas por ocasião da Makara Sankaranti ou seja, a transição do Sol de Sagitário ('Dhanu "Rashi) para Capricórnio (" Makara' Rasi).
 Neste caso, os zodíacos são medidos sideralmente levando em conta a precessão da Terra.
É por isso que o festival cai cerca de 21 dias após o solstício de inverno (referencia Hemisf´erio Norte) que se situa entre 20 e 23 de dezembro.

Makar Sankranti tem um significado especial:
Neste dia o calendário solar possui o dia e noite de durações iguais.
A partir deste dia, os dias se tornam mais longos e mais quentes.

A razão por trás disso pode ser o fato que marca o início da época de colheita.
Mesmo no épico Mahabharata, um episódio menciona como as pessoas naquela época também consideravam o dia como auspicioso.
Diz-se que a morte neste dia traz Moksha ou salvação para os mortos.

traduzido de http://festivals.iloveindia.com/makar-sankranti/history.html


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

13 DE JANEIRO



Dia do Ano Novo pelo calendário Juliano, festejado ainda em alguns lugares ao norte da Europa como o Festival “Wassailing”.

Reverenciavam-se, neste dia, as Mulheres Árvores ou “Bushfrauen”, as guardiãs dos bosques e dos pomares.
Elas apresentavam-se como mulheres com corpos de árvore, cabelos de folhas verdes e seios volumosos.
Elas garantiam as colheitas se as pessoas cuidassem das árvores e homenageassem-nas.
Neste dia, brindava-se às macieiras com uma bebida quente típica feita com cidra, ovos batidos, maçãs assadas, mel, cravos e gengibre.
Agradeciam-se os frutos e pedia-se que elas continuassem a frutificar no próximo ano. Os pedidos eram feitos por meio de invocações, cânticos ou até mesmo pancadas nos troncos e galhos para despertar o poder de fertilidade das árvores e chamara proteção das “Bushfrauen”.

Experimente essa antiga receita e ofereça um pouco para a Mãe Terra.
Pode ser em um jardim perto de uma árvore ou até mesmo em seus vasos de plantas.
Medite sobre seu potencial latente e “acorde-o”, ouvindo a voz de seu coração e buscando novos meios de expressão.
Plante uma nova muda em seu jardim e cuide dela como se fizesse parte de você.

Antiga celebração na China de Chang Mu, a deusa protetora das parturientes e dos recém-nascidos, padroeira das mulheres.

Dia consagrado a Tiw, o deus nórdico do céu, e a Ageir, padroeiro dos marinheiros e viajantes no mar, esposo da deusa Ran e pai de nove sereias.


copiado de Teia de Thea

       
agenda mágica da Blessed

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dia de Oddudua

Na Santeria e nas tradições africanas, celebra-se Oddudua, a mãe de todos os deuses e deusas na tradição ioruba



Oduduá Orixá da criação


É possível separar o candomblé da memória dos tempos da escravidão da América, uma vez que ele tem origem na vinda dos negros africanos para serem utilizados como escravos.                                                                 Estes negros eram provenientes de diversas tribos (nações) da África, que muitas vezes sequer falavam a mesma língua e que apresentavam identidades culturais diferentes. Admite-se, em grande escala, três “padrões” de cultura negra na América 1. Fanti-Ashanti (originária da costa do ouro) 2. Fon (de origem Daomeana) 3. Yorubá (da Nigéria, com influências Banto) Esta última teve importante influência, principalmente no Brasil e em Cuba. Ainda que as outras duas culturas tenham sido mais atuantes na América Inglesa e Holandesa (Fanti-Ashanti) e na América Francesa (fon), no Brasil sua importância também é revelante; especialmente quando falamos dos aspectos religiosos das culturas negras. Podemos então pensar nessas culturas da seguinte forma:

Culturas Sudanesas

Os povos iorubá da Nigéria, os Daomeanos e os Fanti-Ashanti (da costa do ouro), além de outros grupos menores, foram seus mais importantes representantes.
Entre eles, destacam-se os seguintes grupos: 
Nagô (yorubá), Jeje (daomeano) e Mina (fanti-ashanti). 
Este grupo está representando, no candomblé brasileiro pela “nação” Ketu e pela “nação” Jeje, representada especialmente pelo tambor de mina, entre outros.

Culturas Bantos

Representadas pelas inúmeras tribos dos grupos Angola Congolês, como os congos, angolas, cabindas, moçambiques e outros. Este grupo, representado no Brasil, pela “nação”angola, pelo “candomblé de caboclo”e outros.Culturas Guineano-Sudanesas Islamisadas Representadas pelos grupos fula, mandiga e haussá. Grupos islamisados que não formaram, portanto, nações de candomblé.

MITOS

São várias as versões dos mitos dos orixás e, como em todos os mitos, algumas são incompatíveis entre si; mas a essência dos orixás pode ser perfeitamente absorvida através destas narrativas. 
Para os iorubás, a melhor representação do mundo é uma cabaça dividida ao meio, uma das metades constituindo o céu (orum, Obatalá), e a outra a terra (ayê, Odudua). 
No princípio de tudo, entretanto, não havia a terra, e os orixás viviam no orum, ao redor de Olorum, o senhor do Universo, secundado por Obatalá. 
Obatalá uniu-se a Odudua e tiveram dois filhos: Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas dos oceanos.

Outro mito diz que a terra era então um vasto oceano e os orixás desejavam conhecê-lo. Obatalá encarregou Oxalá de descer ao ayê, a metade inferior da cabaça, e espalhar o pó preto que formaria a terra firme. 
Entregou a ele o saco com o pó preto e uma galinha. 
Oxalá então partiu em viagem, mas no meio do caminho sentiu sede. 
Exu, vendo que Oxalá sentia sede, ofereceu-lhe vinho de palma e Oxalá bebeu. 
E tanto vinho que Oxalá que embriagou-se e caiu em sono profundo. 
Exu tomou de Oxalá o saco da criação e o levou a Obatalá, a quem contou que Oxalá beberá e negligenciara sua tarefa.

Obatalá então entregou o saco a Odudua, que com ele desceu à terra, jogou o pó preto sobre o oceano e tornando se ela mesma uma galinha, ciscou o pó preto até que se formaram os continentes e toda terra firme que há.

Essa terra firme é Aganju, filho de Odudua e Iemanjá. 
Obatalá então criou um grande dendezeiro, pelo qual desceram à terra todos os orixás, cada um escolhendo uma parte do mundo que lhe agradava, e que passou a ser de seu domínio.

Assim, Oxum e Obá escolheram as águas doces; 
Iansã quis os ventos; 
Xangô os trovões e as cachoeiras; 
Obaluaiê à terra firme; 
Nanã a lama dos fundos dos rios e os abismos; Ogum quis as montanhas e os minérios; 
Oxossi as matas e florestas; 
Oxumarê o arco – íris; 
Ewá os horizontes. 
Apenas Exu não sabia o que escolher, pois tudo e nada lhe agradava. 
E considerou-se assim dono de tudo um pouco, com que os demais orixás concordaram. 
Desse modo o mundo foi criado e dividido entre os orixás, e é por isto que cada um detêm o domínio de uma parte da natureza.

Outro mito narra que Obatalá reuniu todos os materiais necessários à criação do mundo e mandou a estrela da manhã convocar todos os orixás. 
Apenas Orunmilá apareceu. 
Por isso Obatalá o recompensou, permitindo que apenas ele conhecesse os segredos da criação e do por vir. 
E foi assim que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e materiais da criação se encontrava numa concha de caramujo, dentro de um vaso que ficava entre as pernas de Obatalá.

Orunmilá tornou-se então, dono dos segredos, das magias e conhecedor do futuro, das vontades, aquele que sabe a vontade de Obatalá e de todos os orixás, o que sabe com que matéria o homem foi feito.

Outro mito narra que tendo tido o conhecimento das matérias da criação, teria sido Orunmilá e não Odudua o criador da terra, aquele a espalhar o pó preto sobre as águas. Orunmilá então é considerado o amigo de Obatalá. 
Quis então Obatalá criar os homens. 
Ajalá, o orixá oleiro foi incumbido de moldar as cabeças dos rios e outros elementos da natureza.

Ajalá moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno. 
Mas Ajalá tinha o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro cru. 
Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá soprava nelas e lhes dava eni, a vida.

Assim surgiram a terra e os homens, sob o domínio dos orixás. 
Cada orixá viveu então episódios diversos em sua história, dos quais narraremos aqui apenas alguns, pois a quantidade de versões dos mitos é praticamente infinita. 

texto copiado de http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/odudua-orixa-da-criacao.html

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12 DE JANEIRO





Na Índia, comemorações de Besant Panchami, ou Dawat Puja, o festival de Sarasvati, deusa dos rios, das artes, dos escritos, do conhecimento e da criatividade.
Diz a lenda que ela era rival de Lakshimi, a deusa da riqueza.
Assim, uma pessoa não podia ser abençoada pelas duas deusas, ou seja, não podia ter o talento e a prosperidade.


Na África, cultua-se Oddudua, a Grande Mãe, criadora da vida, senhora da Terra e da natureza, regente da fertilidade e do amor.

Neste dia, celebrava-se em Roma, a festa da Compitália, louvando os deuses Lares, protetores dos lares e das casas.

Procure uma estatueta ou imagem do guardião do seu lar. 
Dê preferência àquelas confeccionadas em pedra, argila ou madeira. 
Cerque a imagem com pinhas, galhos de pinheiro ou eucalipto, chifres, ossos ou pêlo de animais. 
Acenda uma vela verde e um incenso de cedro e passe-os por três vezes ao redor da estatueta, no sentido horário. 
Comunique-se mentalmente com seu guardião e peça-lhe ajuda e proteção para sua casa, seus familiares e seus bens. 
Apresente o guardião para seu mentor espiritual, pedindo-lhe que abençoe e aceite-o para esta missão. 
Ofereça algo para seu guardião como agradecimento: comida, moedas, vinho, mel ou cristais.

Se você quiser homenagear a deusa Sarasvati e invocar seus dons da expressão fluente e criativa para seu trabalho, limpe sua escrivaninha e seu computador, passando um incenso de sândalo sobre eles. 
Coloque ao lado flores, uma vela amarela e uma imagem da deusa ou, então, escreva com tinta dourada seu nome. 
Entoe o mantra OM e visualize esta linda deusa irradiando sua luz dourada sobre você e seu local de trabalho. 
Peça-lhe inspiração, conhecimento, criatividade e sucesso para seus projetos.

texto copiado de Teia de Thea 


Sarasvati 
" DEUSA DA ARTE "




A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente com o branco. 
Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços. 
Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário. 
Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.
Além destes objetos Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento de fio). 
Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças. 
Ela pode ser assentada em um cisne, leão, ou em um loto. 
O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram). 
O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu. 
A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.
Ahamsa também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um som supremo em realidade, este som é o conhecimento da liberdade.
O uso da cor branca é significante em seu simbolismo. 
O branco é a aparência é a beleza da lua cheia. 
Os olhos brancos são como o lótus.
Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti. 
Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.
A cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva e representa conhecimento, refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.
Sarasvati é a Deusa eloqüente da aprendizagem e da fala como também a deidade protetora das artes. 
Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.
Sarasvati é a cônjuge de Brahma
Sarasvati na mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa da fertilidade, procriação, purificação e literatura.

A nota chave de Sarasvati é AIM.


Que de ve ser cantado assim:   

Om AIM Sarasvatie namaha.






SARASWATI é o arquétipo de Criatividade Humana.
Como cônjuge de Brahma, Sarasvati, é a Deusa da aprendizagem e das ciências criativas. 
No Hinduísmo, o aspecto Absoluto é descrito pela Divindade masculina, e a Divina Forca ativa-criativa pela energia feminina ou Shakti. Da mesma maneira que Kali representa Shakti em sua natureza preta ou feroz, Sarasvati, representa em branco ou forma moderada. Assim ela é deusa da fala, poesia, música, e ciência. 
Ela é descrita com um veena, o cisne; 
em uma mão segura um livro sagrado, 
na outra concede bençãos.
Orações para Sarasvati, trazem inspiração artística. 

Sarasvati, é o Esclarecimento, aspecto de Sabedoria da Mente Cósmica.
Sarasvati, é a Deusa de inspiração e beleza em criação. 
Mover-se pelo yantra dela é descobrir a essência de criatividade em fala, música e nas artes visuais, e assim experimentar o estimulo destas qualidades dentro do Ego.
Sarasvati, a deusa hindu do conhecimento e cultura,
é a incorporação de verdadeira sabedoria. 
Se estivert sentada no trono de lotus, ela simboliza conhecimento espiritual como também o refinamento das artes; 
os cisnes ao lado dela são para poder separar leite de água - um ato que simboliza a habilidade para discriminar entre ações que são boas e sábias e as que são ruins.
Sarasvati, é creditada na Índia como a criadora da civilização: do primeiro alfabeto, as artes, matemática, música, e magia.
É dito que o brilho dela representa a luz poderosa e pura da sabedoria. 
Sabedoria capaz destruir a escuridão da ignorância. 

texto copiado de :  http://www.sintoniasaintgermain.com.br/sarasvati.htm

Simbolismos de Sarasvati

Sara – “essência”.
Sva – “o seu próprio”
É aquela que nos dá a nossa própria essência, a sabedoria, o conhecimento.
Sarasvati a forma feminina do criador, Brahma.
Sarasvati representa todo o conhecimento e a inteligência que rege todas as coisas. 
O universo é organizado de uma forma inteligente. 
Ele é governado por leis. 
Leis que tornam possível o nascimento do Sol todos os dias, que rege os ciclos perfeitos da natureza, que governa o nosso corpo e a nossa mente. 
Tudo é muito bem organizado.
Sarasvati aparece nos Vedas na forma do rio Sarasvati e estava associada ao conhecimento. 
Sarasvati significa também “aquela que flui”, como o rio. 
O conhecimento tambem é aquele que flui da boca do mestre para o ouvido do discipulo, através das palavras. 
Vac” significa “fala”. 
O rio não tem dono. 
Se você possui uma propriedade na qual um rio cruza dentro dela, você não pode dizer que aquele rio lhe pertence, as águas do rio que momentanemente cruzam a propriedade podem ser usufruídas por você, com cautela e responsabilidade, sabendo que aquelas águas irão banhar diversas outras pessoas. 
Assim é o conhecimento. 
Ninguém o possui, ele flui e abençoa aquelas pessoas que se banham nele.
A água é considerada um elemento purificador. 
Com a água lavamos tudo, tomamos banho. 
Da mesma forma, o conhecimento é o elemento mais purificador que existe. 
Quando se diz que ao mergulhar no Ganges  a pessoa adquire a liberação, isso é um símbolo para dizer que quando você mergulha na água do conhecimento, você adquire moksha, porque a ignorância, a impureza, é removida.
É dito que antes ela, Sarasvati , foi esposa de Vishnu, que era casado também com Lakshmi. 
Elas não se entendiam e constantemente brigavam por ciúmes. 
Vishnu, então, após uma discussão entre as duas deusas, deu Sarasvati para Brahma. 

A historinha é para ilustrar a nos chamar a atenção de que devemos ter muito cuidado, porque onde existe demasiada atenção na riqueza material, a sabedoria pode ir embora. 
E onde existe sabedoria, a riqueza não é tão valorizada.

 
Sarasvati usa um sari branco e está sentada em um lótus branco que representa a pureza, ou seja, uma mente sáttivica. 
A mente equilibrada e tranquila é o sólo fértil para que o conhecimento frutifique. 
Então de fato o conhecimento nos conduz a perceber aquilo que realmente somos. 
O conhecimento, portanto, remove a impurezas, a ignorância.
Numa das mãos a deusa carrega os Vedas, simbolizando todo o conhecimento; 
noutra traz um japa mala, simbolizando a meditação; 
segura também uma vina, representando a arte e a música. 
A vina é dito que é um instrumento muito dificil de se tocar e por isso representa também a disciplina, necessária no caminho do autoconhecimento. 
O som produzido pela vina simboliza o escutar dos ensinamentos. 
A música e principalmente o som da vina é algo capaz de nos levar ao estado de plenitude, assim como o ensinamento, que nos revela que somos a plenitude que tanto buscamos.
Sarasvati está montada em um cisne que representa a discriminação, o veiculo pelo qual o conhecimento chega é a discriminação. 
O cisne é branco e representa aquilo que é único, Brahman. 
Sempre associado a ela há um pavão. 
O pavão tem uma muticiplidade de cores que representa a criação. 
O conhecimento é a base de toda essa criação que é tão bela e variada.  
Sarasvati representa o conhecimento da criação.
O lótus no qual ela está sentada representa próprio caminho espiritual da pessoa realizada. 
O lótus ergue-se da dualidade, do lodo, em busca do Sol, o conhecimento. 
Quando o alcança, desabrocha. 
Mesmo tendo desabrochado, permanece na lama, na dualidade, contudo, é intocato por ela, pois as pétalas de sua flor são impermeáveis. 
Assim é o sábio que buscou o conhecimento e nele obeteve a compreensão da unidade. 
Ele permanece no mundo, na dualidade, mas sempre com a visão não-dual em mente.
Todas as deidades estão adornadas com ouro em abundância, que simboliza a unidade idepedente da forma. 
Ou seja, independente da forma, pode ser um brinco, um colar, uma coroa, uma pedra, o ouro continua sendo ouro.


Mantra:   Om aim sarasvatiei namah



Curiosidade:  Benzaiten – a Sarasvati japonesa


Benzaiten é considerada a Sarasvati japonesa. 
É dito que o simbolismo de Beizaiten foi introduzido no Japão durante os séculos VI e VIII, junto com o budismo e através dos chineses e as traduções, do chinês para o japonês, do Sutra da Luz Dourada, o qual fala sobre Sarasvati e Lakshmi. 
Na imagem japonesa, ela está associada tanto à fortuna quanto ao conhecimento. 
Ela segura uma Biwa, uma espécie de alaúde japonês, o que instantaneamente nos remete à imagem de Sarasvati.

Assim como Sarasvati, ela também está associada às águas, porém as águas do oceano. 
É considerada a deusa da eloquência. 
É, num sentido mais profundo a deusa de tudo aquilo que flui como a água: as palavras, o conhecimento, a eloquência, a música. 
Posteriormente ela se tornou uma das sete deidades da fortuna japonesa.


Os sete deuses da Fortuna


copiado de : http://www.vidadeyoga.com.br/?p=1470

É a Deusa de todas as artes criativas, em especial da poesia e da música, do aprendizado e da ciência.
Protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, escritores... e tudo relacionado à eloquência.
Besant Panchami, às vezes chamado Dawat Puja, é o Festival de Sarasvati na Índia. 
Esse festival tinha início com a limpeza de todos os potes de tinta e das penas. 
Em nossa era de computadores, devemos limpar completamente tais equipamentos. 
Na verdade, limpar toda a área da escrita, tirando o pó de todos os livros e organizando os papéis pessoais, faz parte dessa categoria. 
Os hindus consideram todas as vidas como uma participação da harmonia cósmica. Consideram todas as ações como uma forma de culto divino; diz-se que é um culto interno. 
No culto externo, seus rituais consistem em sons, ritmos, gestos, flores, luzes, incenso e oferendas, tudo isso servindo como auxílio para guiar a mente o mais longe possível do material e o mais perto do espiritual. 
Ao culto individual dá-se nome de "puja". 
O ritual é considerado necessário para estabelecer e manter contato com uma divindade específica.

Leia mais: http://umapitadadecor.blogspot.com/2009/04/deusa-sarasvati.html#ixzz1MVx5EDZb

 Na Santeria e nas tradições africanas, celebra-se Oddudua, a mãe de todos os deuses e deusas na tradição ioruba


Oduduá Orixá da criação


É possível separar o candomblé da memória dos tempos da escravidão da América, uma vez que ele tem origem na vinda dos negros africanos para serem utilizados como escravos.                                                                 Estes negros eram provenientes de diversas tribos (nações) da África, que muitas vezes sequer falavam a mesma língua e que apresentavam identidades culturais diferentes. Admite-se, em grande escala, três “padrões” de cultura negra na América 1. Fanti-Ashanti (originária da costa do ouro) 2. Fon (de origem Daomeana) 3. Yorubá (da Nigéria, com influências Banto) Esta última teve importante influência, principalmente no Brasil e em Cuba. Ainda que as outras duas culturas tenham sido mais atuantes na América Inglesa e Holandesa (Fanti-Ashanti) e na América Francesa (fon), no Brasil sua importância também é revelante; especialmente quando falamos dos aspectos religiosos das culturas negras. Podemos então pensar nessas culturas da seguinte forma:

Culturas Sudanesas

Os povos iorubá da Nigéria, os Daomeanos e os Fanti-Ashanti (da costa do ouro), além de outros grupos menores, foram seus mais importantes representantes.
Entre eles, destacam-se os seguintes grupos: 
Nagô (yorubá), Jeje (daomeano) e Mina (fanti-ashanti). 
Este grupo está representando, no candomblé brasileiro pela “nação” Ketu e pela “nação” Jeje, representada especialmente pelo tambor de mina, entre outros.

Culturas Bantos

Representadas pelas inúmeras tribos dos grupos Angola Congolês, como os congos, angolas, cabindas, moçambiques e outros. Este grupo, representado no Brasil, pela “nação”angola, pelo “candomblé de caboclo”e outros.Culturas Guineano-Sudanesas Islamisadas Representadas pelos grupos fula, mandiga e haussá. Grupos islamisados que não formaram, portanto, nações de candomblé.

MITOS

São várias as versões dos mitos dos orixás e, como em todos os mitos, algumas são incompatíveis entre si; mas a essência dos orixás pode ser perfeitamente absorvida através destas narrativas. 
Para os iorubás, a melhor representação do mundo é uma cabaça dividida ao meio, uma das metades constituindo o céu (orum, Obatalá), e a outra a terra (ayê, Odudua). 
No princípio de tudo, entretanto, não havia a terra, e os orixás viviam no orum, ao redor de Olorum, o senhor do Universo, secundado por Obatalá. 
Obatalá uniu-se a Odudua e tiveram dois filhos: Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas dos oceanos.

Outro mito diz que a terra era então um vasto oceano e os orixás desejavam conhecê-lo. Obatalá encarregou Oxalá de descer ao ayê, a metade inferior da cabaça, e espalhar o pó preto que formaria a terra firme. 
Entregou a ele o saco com o pó preto e uma galinha. 
Oxalá então partiu em viagem, mas no meio do caminho sentiu sede. 
Exu, vendo que Oxalá sentia sede, ofereceu-lhe vinho de palma e Oxalá bebeu. 
E tanto vinho que Oxalá que embriagou-se e caiu em sono profundo. 
Exu tomou de Oxalá o saco da criação e o levou a Obatalá, a quem contou que Oxalá beberá e negligenciara sua tarefa.

Obatalá então entregou o saco a Odudua, que com ele desceu à terra, jogou o pó preto sobre o oceano e tornando se ela mesma uma galinha, ciscou o pó preto até que se formaram os continentes e toda terra firme que há.

Essa terra firme é Aganju, filho de Odudua e Iemanjá. 
Obatalá então criou um grande dendezeiro, pelo qual desceram à terra todos os orixás, cada um escolhendo uma parte do mundo que lhe agradava, e que passou a ser de seu domínio.

Assim, Oxum e Obá escolheram as águas doces; 
Iansã quis os ventos; 
Xangô os trovões e as cachoeiras; 
Obaluaiê à terra firme; 
Nanã a lama dos fundos dos rios e os abismos; Ogum quis as montanhas e os minérios; 
Oxossi as matas e florestas; 
Oxumarê o arco – íris; 
Ewá os horizontes. 
Apenas Exu não sabia o que escolher, pois tudo e nada lhe agradava. 
E considerou-se assim dono de tudo um pouco, com que os demais orixás concordaram. 
Desse modo o mundo foi criado e dividido entre os orixás, e é por isto que cada um detêm o domínio de uma parte da natureza.

Outro mito narra que Obatalá reuniu todos os materiais necessários à criação do mundo e mandou a estrela da manhã convocar todos os orixás. 
Apenas Orunmilá apareceu. 
Por isso Obatalá o recompensou, permitindo que apenas ele conhecesse os segredos da criação e do por vir. 
E foi assim que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e materiais da criação se encontrava numa concha de caramujo, dentro de um vaso que ficava entre as pernas de Obatalá.

Orunmilá tornou-se então, dono dos segredos, das magias e conhecedor do futuro, das vontades, aquele que sabe a vontade de Obatalá e de todos os orixás, o que sabe com que matéria o homem foi feito.

Outro mito narra que tendo tido o conhecimento das matérias da criação, teria sido Orunmilá e não Odudua o criador da terra, aquele a espalhar o pó preto sobre as águas. Orunmilá então é considerado o amigo de Obatalá. 
Quis então Obatalá criar os homens. 
Ajalá, o orixá oleiro foi incumbido de moldar as cabeças dos rios e outros elementos da natureza.

Ajalá moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno. 
Mas Ajalá tinha o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro cru. 
Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá soprava nelas e lhes dava eni, a vida.

Assim surgiram a terra e os homens, sob o domínio dos orixás. 
Cada orixá viveu então episódios diversos em sua história, dos quais narraremos aqui apenas alguns, pois a quantidade de versões dos mitos é praticamente infinita. 

texto copiado de http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/odudua-orixa-da-criacao.html


DIA DOS DEUSES LARES

São os espíritos guardiões da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a palavra “lar”.
Escolha um cantinho da sua casa para ser a morada dos deuses Lares e acenda uma vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a eles pela proteção e alegria que proporcionam.

copiado de Agenda mágica Blessed

12 de Janeiro dia dos Deuses Lares - texto de Andréia Hermann


São os espíritos guardiães da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a palavra "lar". Escolha um cantinho da sua casa para ser a morada dos deuses Lares e acenda uma vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a eles pela proteção e alegria que proporcionam.
Espíritos guardiões dos lares romanos, cada casa tinha seu Deus particular. Haviam dois tipos de altares os Lares Compilates eregidos para proteção do campo, das culturas e dos trabalhos rurais. E os Lares Viales protetores dos viajantes e ficavam no meio do caminho. Os gregos colocavam nos caminhos das capelas sob a invocação de Apolo.

Os Lares Domésticos ficavam perto do fogão e eram cuidados com zelo cercados de flores e objetos pessoais de devoção. Quando uma tragédia invadia uma familia ou um parente morria podiam perder o respeito por não terem protegido o suficiente.

Já os Lares Públicos protegiam edíficios públicos, praças, ruas, encruzilhadas, campos e afastavam os inimigos de Roma, eles tinham seus templos no Campo de Marte, os lares públicos romanos eram Febo (Apolo), Jano (Hera), Diana (Artemis), e Mercurio(Hermes).

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

11 DE JANEIRO



Dia dedicado à deusa nórdica Frigga, consorte do deus Odin e uma das manifestações da Grande Mãe.
Seu emblema era a roca de fiar e este dia era chamado Dia da Roca, quando as mulheres reiniciavam suas atividades após os festejos do Yule.

Neste dia, celebrava-se também Juturna, a deusa romana das fontes e águas sagradas, padroeira das profecias.

Na Escócia, antigamente, os pescadores faziam um encantamento para afastar os azares e os malefícios.
Ao pôr-do-sol, ateava-se fogo a um barril com piche, deixando-o queimar até o amanhecer.
Os pedaços carbonizados eram usados depois como amuletos de proteção em suas embarcações.



copiado de Teia de Thea

Frigga (Fricka, Fria, Frice, Frigg, Frijja, Freke, Frau Gode) – “A Amada”

Filha da deusa da terra Fjorgyn e irmã do deus Thor, Frigga herdou da mãe as qualidades telúrdicas e a sabedoria.
Frigga, cujo nome signifca “a amada”, era a rainha da divindades celestes e guerreiras Aesir, esposa do seus Odin e mãe dos deuses Baldur, Bragi, Hermod, Hodur e Idunna.
Apesar de sua origem telúrgica, era também uma deusa celeste; observava, de seu trono acima das nuvens, tudo o que se passava nos nove mundos e compartilhava suas visões com Odin.
Também supervisionava os salões para onde eram levadas as almas dos guerreiros protegidos por Odin.
Era considerada um modelo de fidelidade, apesar de ter sido acusada por Loki de ter vivido com os irmãos de Odin, Vili e Vê, durante sua ausência.
Alguns autores justificam o modelo de esposa virtuosa representado por Frigga afirmando que esses deuses eram simples aspectos de Odin.
Frigga vivia em seu castelo Fensalir, “os salões dos mares”, com um séquito de 12 deusas, suas auxiliares.
Era considerada “A Grande Mãe” nórdica, e a constelação de 12 deusas podia ser vista como a representação de seus aspectos, ou personas, que ela adtoava para desempenhar múltiplos papéis.
Essas deusas eram “virgens”, no sentido de auto-suficientes, e também interpretadas como entidades separadas, simbolizando diferentes arquétipos da psique feminina.
As acompanhantes de Frigga são:
Eir, Fulla, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Saga, Sjofn, snotra, Syn, Var e Vor.
Frigga era descrita como uma mulher madura e muito bonita, com longos cabelos prateados trançados com fios de ouro; usava um manto azul bordado e muitas jóias de ouro e pedras preciosas.
Sentada em seu palácio, Frigga tecia com seu fuso de ouro as nuvens e o fio do destino, que ela passava aos cuidados das Nornes.
Extremamente inteligente e habilidosa, Frigga tudo sabia, mas nada revelava.
Como Freya, ela também amava o ouro (também tinha um colar precioso), usava à vezes um manto de penas de falcão e ficava separada por alguns meses de Odin, que perambulava pelo mundo.
Muitas das deusas germânicas, como Berchta, Eostre, Holle, Holda, Huldra, Ostara e Wode (ou Gode), seriam nomes alternativos de Frigga.
Assim como as Nornes, as Disir e Freya, ela era invocada nos partos e para a proteção dos bebês, bem como em todos os ritos de passagens femininos.
Algumas lendas relatam a competiçãode Frigga com as amantes de Odin (Jord, Rind, Skadhi, as gigantas Gunnlod, Grid e as nove Donzelas das Ondas), tentando reduzir a grandiosidade de seu status ao de uma consorte ciumenta e implicante (réplica nórdica da grega Hera e da romana Juno).
Porém, por ter o dom da profecia, como tudo sabia,
Frigga acompanhava as aventuras de Odin com condenscendência e tranqüilidade, sem jamais se vingar.
É fácil compreender essa atitude considerando-se a igualdade existente entre homens e mulheres nas antigas sociedades nórdicas e na liberdade que caracterizava os relacionamentos, bem diferentes dos pradões greco-romanos.
Frigga aconselhava Odin usando sua precognição e sabedoria e, às vezes, agia de forma contrária a ele (favorecendo seus heróis preferidos e dando-lhes a vitória nas batalhas).
Para compreender a multiplicidade dos aspectos de Frigga, o melhor é considerá-la a representação de três estágios da trajetória da mulher e também do ciclo de criação, destruição e renascimento.

No aspecto juvenil, era a deusa da primavera, conhecida pelos anglo-saxões como Eostre ou Ostara, a quem eram ofertados, no equinócio da primavera, flores e ovos coloridos para propiciar a fertilidade e a renovação.

No aspecto maternal, Frigga era padroeira das mulheres de sangue, dos casamentos, da maternidade, da família e do lar.
Representava a percepção intuitiva e a sabedoria feminina, a paciência, a tolerância e a perseverança, bem como a prudência e a lealdade.

Sua manifestação guerreira era Val-Fria, a senhora dos campos de batalha, que acompanhava o espírito dos guerreiros a seu local de repouso.
Também era a guardiã da fonte do renascimento e unia o espírito dos maridos e das esposas devotadas e leais nos aposentos de seu palácio.

Em sua manifestação como Holda ou Mãe Holle, era a Anciã, a padroeira do tempo, que criava nuvens com o tecido das roupas estendidas para secar.
Ela deu o linho como presente à humanidade e ensinou as mulheres a fiarem e tecerem, incentivando as que trabalhavam e castigando as preguiçosas.

Atributos: Rainha do Céu, padroeira dos casamentos, das parcerias, da vida familiar, dos nascimentos, da maternidade, da fidelidade conjugal, das crianças, da agricultura, do lar e das tarefas domésticas, da prepração da comida, das donas de casa, da tecelagem e da terra.
Ela tem o conhecimento dos destinos, porém guarda silêncio e não faz profecias.
Elementos: ar, água (névoa, nuvens).
Animais totêmicos: falcão, garça, coruja, ganso selvagem, cegonha, pintassilgo, águia aquática, aranha, carneiro (puxa sua carruagem), caracol, bicho-de-seda.
Cores: cinza-prateado, azul, branco.
Árvores: ameixeira, macieira, paineira, nogueira.
Plantas: teixo, cânhamo, hera, linho, rainha-dos-prados, verônica.
Pedras: âmbar, cristal de rocha, caldedônia, calcita, crisólita, safira.
Metais: ouro, cobre.
Dia da semana: sexta-feira (junto com Freya) e quinta-feira (junto com Thor).
Nesses dias não se podia fiar, nem tecer.
Como chefe das matronas e guardiã das parturientes, das mães e das crianças, Frigga era reverenciada juntamente com a deusa Nerthus, na noite de 24 de dezembro, a assim chamada Modranicht, a “Noite da Mãe”.
Datas de celebração: 11/01, 24/05 (equinócio da primavera do hemisfério norte, lua cheia de maio), 01/08, 24 e 27/12.
Símbolos: fuso (ela fia a matéria-prima que será tecida pelas Nornes), a constelação de Órion (chamada Frigge rocken, “o fuso de Frigga”), a constelação Ursa Menor (”o carro de Frigga”), roca de fiar, tear, chaves, manto (o céu noturno salpicado de estrelas era seu amnto), cinto e colar de ouro, penas de garça (símbolo do conhecimento guardado em silêncio) e de falcão (para seu manto ), nuvens, lá, linho, taça de chifre de boi, chaves da casa.
Runas: Fehu, Ansuz, Eihwaz, Perthro, Berkana, Laguz, Inguz, Ac, Yr.
Rituais: menarca, gravidez, parto, menopausa, busca da visão, contemplação, viagens, astrais, precognição, ritos de passagem, encantamentos com fios.
Palavras-chave: percepção psíquica, silêncio.

fonte: Faur, Mirella. “Mistérios Nórdicos – Deuses. Runas. Magias. Rituais.” Editora Pensamento 1ª edição/2007.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

10 DE JANEIRO


Início de Carmentália, o festival romano dedicado à deusa Carmenta, que protege a gravidez e os partos.

Este festival dura até dia 15 de Janeiro.



Carmenta, a padroeira dos partos e também dos recém-nascidos.
As mulheres grávidas lhe faziam oferendas de arroz e de pastéis, modelados na forma dos órgãos genitais femininos, orando para ter um parto fácil.

Reverencia-se, também, Mania, o aspecto oculto de Carmenta, a Mãe dos Fantasmas, confeccionando-se efígies de palha e pendurando-as acima das portas das casas para espantar os maus espíritos e as assombrações.

Festival dos Sonhos, celebração do Ano Novo dos índios Iroquois.

Antigamente, na Escócia e na Irlanda, celebrava-se nesta data, o Dia do Arado.
As pessoas varriam a rua com vassouras especiais para retirar os maus fluidos e saiam, depois, para os campos com seus arados, iniciando os trabalhos na lavoura.

Use a sabedoria antiga e pendure uma réstia de alho em sua cozinha, deixando-a até que os bulbos ressequem e “desapareçam”, sinal de que captaram e condensaram todas as energias negativas do ambiente.
Defume então sua casa com uma mistura de ervas (casca de alho, folhas de arruda, guiné, eucalipto, pinheiro, sálvia e manjericão) e “despache” a réstia usada, levando-a para uma mata ou para um lugar com água corrente, substituindo-a depois por uma nova.


texto retirado de Teia det Thea


Carmentalia, Deusa Carmenta preside os Nascimentos – Roma.
Carmentalia é um festival de dois dias em honra de Carmenta, uma deusa do parto e das profecias.
Em seu santuário, era ilegal suportar couro, porque lembrava a morte e abate de animais.

As orações para ela invocavam  o CARMENTES misterioso (Deusas Porrima e Postverta), que presidem o nascimento.
Porrima preside o nascimento, quando a cabeça do bebê vem em primeiro lugar.
Postversa preside o nascimento, quando os pés do bebê vir em primeiro lugar.

Alguns interpretam essas 2 faces da deusa com relação às profecias: como  Deusas do destino, uma atuando sobre o passado e a outra sobre o futuro, sendo, portanto, associadas a Janus a quem o mês de Januarius é sagrado.

Hoje, o Carmentalis Flamen, coadjuvado pelos pontífices, oferece sacrifícios no santuário de Carmenta, que fica ao lado da Porta Carmentalis perto do Capitólio.





Hoje também e dia do Bardo Geraint !!

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

9 DE JANEIRO


Dia da deusa Anunit ou Antu, a padroeira da cidade de Akkad, na Babilônia, antecessora de Ishtar, deusa com a qual foi posteriormente equiparada.
Simbolizada por um disco de oito raios, Annuit regia a Lua, juntamente com seu irmão Sin, sendo invocada nas guerras.
Em outros mitos, Anatu aparece como a Grande Mãe da Mesopotâmia, criadora da Terra e regente do Céu, mãe da deusa Ishtar.

Conecte-se com o eterno e universal arquétipo da Grande Mãe e de seus poderes criadores e fertilizadores da vida.
agenda mágica da Blessed
Medite a respeito de seu potencial – expresso ou ainda latente – e procure descobrir os meios para aumentá-lo, desenvolvê-lo ou diversificá-lo, por meio da análise e compreensão de sua Lua Natal.

Festa romana Agonia, dedicada ao deus Janus, o deus com dois rostos, padroeiro do mês.


Texto copiado de Teia de Thea


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Doando as unidades que ainda possuo! - Ana Maria Braga mostra a que ela possui!!

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"Ajudo a melhorar sua saúde e bem-estar Atendimentos presenciais e Online! Terapeuta holística desde 2001, acompanhando cada passo da sua TRANSFORMAÇÃO para sua melhor versão: Conheça o "Método Transformação", exclusivo para suas necessidades com todas as ferramentas e terapias energéticas que possuo, cuidando de você a cada semana com a melhor terapia. Acupuntura com e sem agulhas, Aurículoterapia, Desprogramação Neurobiológica, Florais, Mesa de Limpeza de Casas e Mesa Angelical das 4 Prosperidades, Reiki, Ortomolecular Catalítica, Shiatsu em mulheres, Consulyoria em Feng Shui e Aconselhamento Metafísico."