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terça-feira, 14 de junho de 2011

Deus Cernunnos

Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão.
Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas.
Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.
Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas.
Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro.

Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder.
Na Antigüidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina.
Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros.
Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse individuo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.

Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs.
Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo.

Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade.

copiado de http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/

O Deus Cornífero ou Cernunnos é o Deus fálico da fertilidade.
Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode.
Ele é o guardião das entradas e do circulo mágico que é traçado para o ritual começar.
É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas.
É o Deus que morre e sempre renasce.
Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.

Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo.
Ele é a força do Sol e da mesma forma , nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e da renascimento.

Segundo os Mitos pagãos o Deus nasce da Deusa, cresce e se apaixona por Ela.
Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o meio do Outono o Deus Cornífero morre e renasce no Solstício de Inverno quando a Deusa dá a luz.

Este Mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no Outono ele envelhece e morre e no Inverno renasce para ser um jovem novamente na Primavera, amante da Deusa no meio da primavera, viril e forte no Verão, provedor de todos os frutos e caças no Outono (já na maturidade) para definhar e morrer.


copiado de http://www.emporiowicca.com.br


 Cernunnos da Blessed possui 20 cms de altura

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Deusa Juno (romana)

Deusa JUNO - (Hera - Grego)

Rainha dos Deuses. 
Esposa e irmã de Júpiter, irmã de Netuno e Plutão, filha de Saturno, 
mãe de Juventas, Marte e Vulcano.  
Protetora do Estado romano.

Ela era a guardiã das finanças do Império e considerada a Deusa matrona de toda Roma.
Matronalia, seu grande festival é em 01 e 02 de março.
Seu outro festival, em que ocorre em 07 e 08de julho, foi chamado Nonae Caprotinae
O mês de junho teve seu nome em reverência a ela.
Deusa JUno (Hera) da Blessed
Os antigos romanos adoravam a deusa Juno.
Com seu consorte, o deus Júpiter, Juno regia sobre todos os aspectos da vida romana.
Além de ser chamada Grande Mãe, ela também é invocada como "Optima Maxima", que significa melhor e maior das Deusas.
Juno protege as mulheres a partir do momento em que nascem até que passem através do véu da morte.
Como a padroeira do casamento, Juno restaura a paz entre os casais.
Juno pode ser invocada em qualquer ritual destinado a restaurar um sentimento de auto-estima em mulheres que foram abusadas de alguma forma.
Clame por ela quando precisar que as mulheres  sejam dignas das mais elevadas formas de respeito.

Como uma das representantes romanas da Deusa Tríplice, Juno representa a Mãe, a Lua Cheia.
 
Juno é adorada como o doadora da luz na noite de lua cheia.
Redonda e cheia como útero de uma mulher grávida, as mulheres romanas pensavam que ter filhos era maior preocupação da Deusa.
Assim, todas as crianças recém-nascidas eram abençoadas e protegidas por Juno.
Os símbolos sagrados de Juno foram o pavão e claro, o lírio, ou lótus, símbolo Yonico universal.
 Com o seu lírio sagrado, Juno concebeu o deus Marte, sem qualquer assistência de seu consorte, Júpiter, assim ela se tornou a Virgem Juno.
dia primeiro de março, as matronas de Roma, realizavam um festival especial chamado Matronalia Juno para elogiar e agradecer-lhe a sua ajuda.
Durante este festival pediram a Deusa para abençoar seu casamento e ajudá-las a dar à luz bebês felizes.

Pais: Cronos e Réia
Símbolos: Pavão, Vaca
Dia da semana: Quinta-feira
Deusa Associada:  Hera (grega)

Planeta: Jupiter

Signo: Sagitário
Cor: azul escuro,  roxo real
Elementos: Ar, Fogo
Fases da Lua: A lua cheia; fase mãe
Plantas: anis verde, bálsamo, betônica, borragem, trevo, bagas de zimbro, hissopo leão, tília, hortelã, visco, noz moscada, sálvia
Incenso: Cedro, noz-moscada
Gemas: Ametista, crisolita, safira ou turquesa
Animal: Unicórnio                                     
                                                                                    



A família de Hera (grega)

 

Hera nasceu dos Titãs Cronos e Réia e foi uma das três irmãs de Zeus e mais tarde se tornou sua esposa também.
O casamento real de Zeus e Hera foi celebrado com esplendor excepcional e o casal deu à luz a quatro filhos; Eilithyia , a deusa protetora dos partos,Ares , o deus Olimpico da guerra,Hebe , a deusa da juventude e Hefesto , o olímpico deus da metalurgia. Segundo algumas crenças, Hefesto nasceu sem a intervenção de Zeus.

Aparência e símbolos sagrados

Hera era uma bela mulher madura, ..., , com grandes olhos. Usava uma coroa adornando sua cabeça, roupas elegantes tecidas por Atena. Hera gostava de usar jóias.

Símbolo relacionados à Hera: a romã, um símbolo de fertilidade, 
Animal sagrado: o pavão.


Hera ensina lições de dignidade, amizade, e confiança
No panteão olímpico da clássica mitologia grega, Hera foi a irmã mais velha e esposa de Zeus.
Sua principal função era a deusa das mulheres e do casamento.
Na mitologia romana, Juno era a personagem equivalente mítico.
A vaca, e mais tarde, o pavão eram sagrados para ela.
Hera nasceu de Cronos e Réia, mas foi engolida por seu pai após o nascimento devido a uma profecia de que um de seus filhos iria assumir o trono.
Zeus não foi engolido por um plano de Rea e Gaia.
Réia embrulhou uma pedra com roupas de bebê e deu para Cronos.
Zeus, por sua vez, foi transferido para uma caverna na ilha de Creta.
Rhea deu mais tarde Cronus uma erva que, segundo ela, poderia torná-lo completamente invencível, mas na verdade o fez regurgitar os outros cinco filhos olímpicos: Héstia, Deméter, Hera, Hades e Poseidon, bem como a pedra previamente ingerida.
Quando Zeus cresceu, ele foi banido por Cronus para o Tártaro, o mais profundo abismo do inferno, porque os Titãs eram imortais e não podiam ser mortos.
Retratada como majestosa e solene, geralmente entronizada e coroada, Hera pode ostentar uma romã na mão, símbolo do sangue fértil e morte e um substituto para a cápsula de entorpecentes da papoula do ópio.
Hera era conhecida por sua natureza ciumenta e vingativa, principalmente contra as amantes de Zeus e seus filhos, mas também contra os mortais que cruzassem seu caminho, como Pélias.
Paris a ofendeu escolhendo Afrodite como a deusa mais bela, ganhando o ódio de Hera.

From Wikipedia, the free encyclopedia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre 


Deusa Hera (ou JUNO)  Símbolos e objetos sagrados



Símbolos da Deusa, individualizado para cada deusa, foram incorporados ao culto das deusas antigas, muitas vezes eram usados como jóias, e também usados na decoração do lar como talismãs para buscar as deusas presentes especiais, bênçãos e proteção.
Um grande número de símbolos da deusa ter sobrevivido em obras de estatuária e outras formas de arte.

Muitos dos símbolos da deusa vêm das lendas em torno de uma deusa específica e foram "personagens" em sua história.
Outros símbolos da deusa foram obtidos a partir dos rituais utilizados nos antigos ritos de culto dessas deusas pagãs.

Hera (também conhecida como a deusa romana Juno) é freqüentemente representada por símbolos associados a sua realeza, e tambem pelo comportamento generoso.
Não é de estranhar que muitos dos nossos ícones que representam o amor e o casamento são derivados dos símbolos da antiga deusa Hera.

  S
ímbolos da deusa Hera
 
Geral: Via Láctea (nossa galáxia), as estações do ano, diadema (coroa de diamantes) ou tiara, spas e banheiras
Animais: Pavão, boi, águia, caranguejos, caramujos e outras criaturas com conchas
Plantas: lírio, papoula, stephanotis, cipreste, coco, íris, rosa branca, lírio aquático e todas as flores brancas.
Perfumes: rosa, íris, mirra, almíscar, jasmim, patchouli e stephanotis
Gemas e Metais: prata, pérolas, granada, turquesa, citrino, âmbar, diamante, platina, e estrela de safira
Cores: branco, azul royal, roxo, rosa, verde escuro, prata e cinza


Hera, deusa grega do Amor e Casamento

Hera, a deusa grega chamada de Rainha do Céu, foi uma poderosa rainha em seu próprio direito, muito antes de seu casamento com Zeus, o poderoso rei dos deuses do Olimpo.

A deusa Hera dominava os céus e a terra, era responsável por cada aspecto da existência, incluindo as estações e o clima.
Honrando sua grande capacidade de nutrir o mundo, seu próprio nome é traduzido como a "Grande Senhora".

Nossa palavra galáxia vem do grego gala significa "leite da mãe". . .

Diz a lenda que a Via Láctea se formou a partir do leite jorrando dos seios da deusa grega Hera, Rainha dos Céus.

Onde as gotas caíram sobre a terra, os campos de lírios apareceram.
Ela também era adorada como a deusa romana Juno, e o mês de Junho (que é o mês mais popular para casamentos) é nomeado em sua honra.




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domingo, 15 de maio de 2011

Deusa Ísis - Agenda Mágica

Deusa Ísis da Blessed
Dia de Ísis
 
 A mitologia egípcia reserva
o dia de hoje para celebrar
 o encontro da deusa Ísis
com os restos do seu amado Osíris.
Hoje, deixe partir de vez
algo que perdeu, ciente de
que um dia retornará pra
você.



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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mystic Fair (2ª edição) e Blessed Arte Mágica!!!


"É uma feira de exposição que tem por objetivo trazer as novidades das áreas esotéricas, místicas, ocultistas, paracientíficas, medicina oriental e muitas outras "novidades" do mundo holístico..."

A Blessed estará presente com sua Agenda Mágica, Deusas, Ciganas, Orixás, Chaveirinhos e muitas novidades !!!

terça-feira, 29 de março de 2011

Dia de Artemis

Artemis da Blessed


Todos nós conhecemos a imagem de Ártemis (Diana, para romanos), que foi esculpida e pintada como uma deusa lunar esquia, virginal, acompanhada de cães ou leões e trazendo um arco dourado nas mãos.
Ela era a deusa mais popular da Grécia.
Ela habita as florestas, bosques e campinas verdejantes, onde dança e canta com ninfas que a acompanham.
Em seu culto, estão presentes danças orgiásticas e o ramo sagrado.
Ela era uma deusa de múltiplas facetas associadas ao domínio da Lua, virgem, caçadora e parteira e de fato representa o feminino em todos os seus aspectos.
Quando Ártemis era pequena, Zeus, seu pai, perguntou-lhe o que queria de presente em um dos seus aniversários.

Ártemis respondeu:
- Quero correr livre e selvagem com meus cães pela floresta e nunca, nunca casar.
Foi feita a sua vontade.
Ártemis, é a mais antiga de todas as Deusas gregas.
Alguns autores traçam suas origens às tribos caçadoras de Anatólia, que teria sido a morada das míticas amazonas.
Outros afirmam sua descendência provêm da grande deusa da natureza Cibele, na Ásia Menor, uma Senhora das Feras que costumava estar sempre rodeada de leões, veados, pássaros e outros animais.
Mas de acordo com Walter Burkert em "Greek Religion", é provável que Ártemis remonte à era paleolítica, pois em sua homenagem os caçadores gregos penduravam os chifres e peles de suas presas numa árvore ou em uma pilastra em forma de maça.

ARQUÉTIPO DA MÃE DOS ANIMAIS

Ártemis /Diana era o ideal e a personificação da vida selvagem da natureza, a vida das plantas, dos animais e do homens, em toda sua exuberante fertilidade e profusão.
Na Itália chamaram-na Diviana, que significa a Deusa, um nome que é mais familiar, pois é bem similar ao seu nome original Diana.
Ela era de fato a Caçadora, Deusa da lua e mãe de todos os animais.
Ela aparece em suas estátuas coroada com a lua crescente e carregando uma tocha acesa.
A palavra equivalente em latim para vela era "vesta" e Diana era também conhecida como Vesta. Assim, o feixe de lenha, no qual ela veio da Grécia era realmente uma tocha não acesa.
No seu templo, um fogo perpétuo era conservado aceso.
Sua festa anual na Itália era comemorada no dia 13 de agosto.
Neste dia os cães de caça eram coroados e os animais selvagens não eram molestados.
Bebia-se muito vinho e comia-se carne de cabrito, bolos servidos bem quentes e maçãs ainda pendentes dos ramos.

A DEUSA E O XAMANISMO

Era muito comum o xamã usar uma pele de urso para que o Grande Espírito dos ursos possa falar por seu intermédio.
Nestas práticas visualizamos claramente uma continuidade com a Ártemis grega posterior, cujos principais animais totêmicos eram o urso e o veado.
Até a raiz de seu nome, "art", está ligada à raiz indo-européia da palavra urso.
Muitos mitos envolve Ártemis com os ursos.
Nas primeiras histórias gregas ela aparece como uma ursa ao lado de seus filhotes.
Existiu inclusive, um rito de iniciação à deusa, onde meninas com menos de 9 anos, dançavam com pele de urso a dança do urso em seu templo.
Bodes eram sacrificados nestas cerimônias, para que tais jovens pudessem conhecer também o lado sombrio da Deusa-Lua e os seus mistérios sangrentos da morte, sacrifício e renovação.
Aqui se descortina também, o aspecto feroz e sanguinário de Ártemis, a própria Mãe da Morte, que tem que ser aplacada com oferendas vivas.
Os gregos mais sofisticados de Atenas, com o tempo, resolveram sentimentalizá-la, pois eles não ousavam encarar de frente este seu aspecto sanguinário.

DEUSA DA CAÇA

Ártemis é também a Deusa da Caça e dos caçadores.
O mito nos pede que entendamos como é que a Mãe de seus animais é, ao mesmo tempo, quem lhes dá a morte.
O Hino Homérico a Ártemis, escrito em 700 a.C., a retrata como uma caçadora de cervos, com arco de ouro e flechas que gemem, que corta os bosques escuros lançando gritos, fazendo eco aos alaridos de dor dos animais; uma imagem que expressa a selvageria da caça.
Homero diz do caçador que: "a própria Ártemis lhe havia ensinado a disparar à todas as feras que o bosque cria nos montes".
O caçador afortunado colocava a pele e os chifres de sua presa em uma árvore ou colocava a coluna consagrada à Ártemis como sinal de agradecimento, e no templo de Despoina em Arcádia sua estátua estava coberta por uma pele de cervo.
Porém, como Deusa dos Animais, as vezes, caminha junto de um cervo ou veado, ou conduz um carro conduzido por cervos e, ainda, ela mesma aparece como um cervo ou ursa, até porque, os animais selvagens são a própria Deusa encarnada na forma animal.
Parece, portanto, que a figura de Ártemis foi construída sobre um paradoxo: é ao mesmo tempo, caça e caçadora, a presa e a flecha que a abate.
O que pode significar o que, como caçadora, se dispara a si mesma flechas de ouro?
No período Paleolítico matar a um animal equivalia a desfazer um vínculo sagrado, e a unidade primogênita tinha que restaura-se para que o povo pudesse viver em harmonia com a natureza, o que ao mesmo tempo significava viver em harmonia com o próprio ser.
A pureza do caçador é um ritual de caça muito antigo, como é o ritual de restituição da vida arrebatada, já seja sacrificando alguma parte do animal morto ou reconstituindo-o através da arte.
O urso na parede da caverna de "Les Trois Frères", coberto de flechas, pode interpretar-se desde este ponto de vista.
No entanto, si tanto o animal caçado como a pessoa que o caça sob a proteção da Deusa, a ordem sagrada não pode realmente vulnerar-se.
Ela é, definitivamente, quem dá e quem arrebata e nada poderá ser feito sem o seu consentimento.
Porém, essa dependência da graça da Deusa vem acompanhada de medo: medo de que o caçador não seja o bastante puro para tomar parte de seus rituais, ou de o sacrifício de restauração não seja suficiente, de que seu dom possa ser negado ou mesmo, de que os caçadores acabem convertendo-se sem presas.

DEUSA VIRGEM DO PARTO

Encontramos o eco desta Deusa Ursa Primordial em todas as questões ligadas ao parto e à proteção de crianças e animais de peito.
Ártemis era a que regia os partos: ensinava a mulher que dava à luz a abandonar sua identidade cultural e a permitir que a guiasse a sabedoria do corpo, mais profunda:
"Através de meu ventre se desencadeou um dia esta tormenta, porém invoque a celestial Ártemis, protetora dos partos e que cuido do arco, e favoravelmente acuda sempre as minhas súplicas".
Assim canta o coro na obra de Eurípides.
A imagem leonina de Ártemis volta a expressar o medo ante ao abandono às forças da natureza, que, especialmente no parto, com seu necessário momento de entrega, pode expressar-se como "dom" ou como "maldição".
Existia a tradição também, que toda a mulher que sobrevivesse ao parto, deveria entregar suas vestes ao templo de Ártemis em Brauron, em Atenas.
Como "Mãe Ursa", tão ternamente retratada em uma imagem neolítica de Mãe Ursa com seu cachorro, a Deusa também cuida do recém-nascido, juntamente porque a lactância das crias de toda espécie pertence à esfera dos instintos da natureza.
A ursa que está criando a seus pequenos é o animal mais feroz do mundo e, entre todos os animais, exceto os humanos, o simples ato de amamentar assegura a vida e espanta a morte.
As jovens dançavam em honra de Ártemis ataviadas com máscaras e disfarces de urso, explorando assim a liberdade de sua própria natureza de urso, pois eram chamadas de "arktoi", "ursas".
Na Creta contemporânea, Maria, em seu papel de mãe, segue sendo honrada como "Virgem Maria do Urso".
No entanto, Ártemis não era mãe.
Era a Virgem intacta cuja túnica curta e exercitada musculatura lhe davam um aspecto masculino; as meninas de nove anos, em sua etapa da pré-adolescência, eram suas companheiras favoridas.
Durante as danças de suas festas as meninas, as vezes, levavam falos para celebrar que a Deusa continha em si mesma sua natureza masculina.
Rodeava à Ártemis uma pureza, um inflexível autonomia, que conectava os amplos espaços inexplorados da natureza com a solidão que todo o ser humano precisa para descobrir uma identidade única.
Como Deusa das jovens solteiras e das mães parturientes, Ártemis une em si mesma, uma vez mais, dois princípios opostos, sendo mediadora de ambos.
É possível que isto expresse uma ambivalência real: a do momento em que se chega a uma idade de troca vitais; atrás da perda da liberdade indomável e irresponsável da menina, há uma substituição pela dedicação constante que se necessita para se cuidar de um filho.
Todas as jovens que pensavam em casar e iam dançar em suas festas, na noite antes da da boda deveriam consagrar suas túnicas à Ártemis.
Nenhum casamento era celebrado sem sua presença.

ÁRTEMIS E O SACRIFÍCIO

Ártemis era, entre todas as Deusas gregas, quem mais recebia sacrifícios.
Pausanias relata um sacrifício anual à Ártemis em Patras: como em muitos outros lugares, toda a classe de animais selvagens eram jogados na fogueira e se queimavam, aves, cervos, lobos, javalis, etc.
O mesmo ocorria em Mesene, perto do templo de Ilitía, a antiga Deusa cretense do parto, as vezes associada à Ártemis.
Parece, portanto, que a Deusa que personifica o lado selvagem da natureza é q que provoca o medo mais primitivo a depender de forças que estão muito além do controle humano, e cujas leis podem violar, sem dar-se conta disso.
O poema épico principal da cultura grega, a Guerra de Tróia, começa com um erro desse tipo. Agamenon havia matado um cervo em um bosque consagrado à Ártemis que, como retribuição, exige dele o sacrifício de sua filha Ifigênia.
Mediante a astúcia de seu irmãos, Orestes, uma gama é sacrificada em seu lugar, porém a imagem de Ártemis, necessita de sangue humano.
Na realidade se sacrificava cabras à Ártemis antes de cada batalha, pois a caça e a guerra se apresentavam como equivalentes.

DEUSA TRÍPLICE

Como Deusa do sub-mundo, ela é associada ao Nascimento, Procriação e Morte.
Como Deusa da terra, representa as três estações: Primavera, Verão e Inverno.
Como Deusa do céu, ela é a Lua nas fases de Lua Nova, Lua Cheia e Lua Escura.
Como Deusa Tríplice foi personificada de mulher primitiva, mulher criadora e destruidora.

ÁRTEMIS DE ÉFESO

Em Éfeso, na Ásia Menor, onde antigamente a Deusa Mãe anatólia deu à luz apoiada em seus leopardos, se alçava um esplêndido templo com uma imensa estátua de Ártemis, uma enorme figura enegrecida, com o corpo coberto de cabeças de animais e enormes peitos na forma de ovo. O curioso é a razão pelo qual se deu o nome de Ártemis, pois essa fecunda figura desenvolta fertilidade não parece nada com a angulosa Ártemis da tradição grega.
É provável que se tratasse originalmente de uma manifestação local de Cibeles, a que logo os gregos deram o nome de Ártemis.
Sendo que as figuras míticas perderam durante milênios, não deixa de ser significativo que, mais de mil anos mais tarde, também fora Éfeso o lugar em que Maria, mãe de Jesus, foi proclamada "theotokos", "Mãe de Deus".

ÁRTEMIS E APOLO

A versão olímpica da antiga linhagem de Ártemis a faz filha de Zeus e Leto e irmã de Apolo.
A história conta que Leto sofreu as dores do parto durante nove dias e nove noites antes de dar à luz aos gêmeos.
Ártemis foi a primeira a nascer, e foi um parto sem dor; depois nasceu Apolo.
Segundo alguns relados, se converteram na Lua e no Sol.
A relação entre Ártemis e Apolo não foi sempre o simples vínculo entre um irmão e uma irmã que compartilham o arco e as flechas, a lira e a pureza da distância e dos grandes espaços abertos.
Em Delos, onde nasceram, o templo mais antigo e de maior tamanho, que mais tarde se converteria em santuário de Apolo, construído em torno de 700 a.C., pertencia a Ártemis.
O templo de Apolo foi erguido na periferia.
No entanto, em Delfos, que Apolo se apropriou no século VIII a.C., enquanto pertencia antes a Deusa da Terra, Ártemis não está presente.
Harrison considera significativa esta exclusão e diz:
"Ártemis, como Mãe, tinha um deus varão ou filho como consorte subordinado, do mesmo modo que Afrodite tinha a Adonis.
Quando o patriarcado expulsou o matriarcado, a relação entre o primeiro casal se espiritualiza, logo esse casal se concebe na relação estéril de irmã e irmão.
Finalmente, a figura feminina se desvanece por completo e o consorte varão emerge como mero filho de seu pai ou mero porta-voz da vontade de seu pai".

A DEUSA E SEU FILHO AMANTE

O mito da Grande Mãe que se une ao seu consorte para depois sacrificá-lo no rito de matrimônio sagrado pode ver-se claramente no conhecido relato de Actéon, o príncipe tebano, em cuja iconografia o mito antigo se vislumbra.
O próprio Actéon era caçador e viu Ártemis enquanto se banhava nua.
Para Deusa, um intruso humano em seus ritos sagrados era uma profanação, castigou-o então convertendo-o em um cervo.
Os cães de Actéon, incapazes de reconhecer o dono, o fizeram em pedaços.
Sua mãe, Autónoe, assumiu o papel de Ísis para com Osíris, reconstituindo seu corpo desmembrado, voltando a unir os ossos do filho.
Um relato, entretanto, mais antigo, pode ser a da união e posterior desmembramento do matrimônio mítico entre Ártemis como cerva e seu filho-amante como cervo.
O banho de Ártemis faz eco ao banho ritual da Deusa, que, como nos conta Tácito, em seu "Germania", só podia se visto por "homens condenados à morrer".
Os cães que desmembraram Actéon são também animais sagrados de Ártemis, e suas sacerdotisas usavam máscaras com rosto de cão caçador, o que sugere que o desmembramento era encenado ou imitado pelas sacerdotisas.
A diferença entre o mito antigo e o novo resulta esclarecer a importância do que se perdeu, pois na troca do matriarcado para o patriarcado, houve muitas implicações e não se resume tão somente a perda de poder das mulheres e das Deusas.
Mais significativamente, o que se perdeu foi uma história que é verdadeira, no sentido de que articula uma percepção intuitiva da psique, e portanto devolve à psique sua harmonia inerente. Cassirer falou:
"o homem só pode chegar a descobrir e a adquirir consciência de seu próprio interior, pensando-o em conceitos mitológicos e instruindo-o em imagens mitológicas".
Isso quer dizer, que qualquer diminuição das imagens dos deuses provoca uma diminuição ainda maior, da capacidade dos seres humanos de conhecer-se a si mesmos.
A história do matrimônio sagrado da Deusa e do deus, clarifica a relação entre a vida infinita e a finita e, portanto, entre as partes divina e humana da psique, de tal maneira que possam compreender-se mais profundamente as forças interiores enfrentadas.
Ártemis, como alma do selvagem, dá expressão ao lugar da psique onde a humanidade se sente livre das preocupações humanas, e ao mesmo tempo, aberta aos imensos poderes indômitos da natureza.
A figura que tomou vida na imaginação grega outorgou um caráter absolutamente sacro aos âmbitos selvagens da natureza e aos âmbitos selvagens do coração humano que os refletem.

ÁRTEMIS/DIANA HOJE

O Arquétipo da feminilidade desta Deusa-Virgem, começa a se tornar importante novamente. Por muito tempo permanecemos à sombra da feminilidade absoluta, sob a influência de uma realidade masculinizada.
Ártemis/Diana é tão linda quanto Afrodite e nos fala que a solidão, a vida natural e primitiva pode ser benéfica em algumas fases de nossa vida.
Amazona e arqueira infalível, a Deusa garante a nossa resistência a uma domesticação excessiva. Além disso, como protetora da fauna e flora, ela é uma figura associada à ecologia contemporânea, onde há necessidade de salvaguardarmos o que ainda nos resta.
Uma parte deste redespertar da espiritualidade artemisiana já vem ocorrendo há vários anos na Europa, mas já chegou também ao Ocidente.
Na Grã-Bretanha, redescobriu-se a antiga Deusa Branca dos celtas, graças ao maravilhoso livro "White Goddess", de Robert Graves.
Hoje já há também uma nova compreensão sobre feitiçaria, sob o nome de Wicca.
Esta religião-arte, nada mais é do que a "antiga religião" de Diana/Ártemis.
Aquelas mulheres que praticavam o culto à Deusa Diana vieram a ser identificadas com as chamadas bruxas e foram perseguidas e exterminadas.
Entretanto, junto com a Wicca e outros movimentos semelhantes, está ocorrendo uma importante ressurreição das antigas tradições xamânicas e de cura nos quatro cantos do mundo. Todos os tipos de neo-pagãos têm buscado as origens reais ou reconstruídas do xamanismo.

EM BUSCA DA INDIVIDUALIDADE PERDIDA

Ártemis atira-lhe sua flecha da individualidade, convidando-a(o) a concentrar-se em si mesma(o).
Você tem estado demasiadamente ocupada com outros que esquece de si mesma?
Há bastante tempo não tem um espaço só seu?
Os limites de sua individualidade encontram-se difusos e indistintos?
Sua personalidade é desprezada ou aniquilada pelos outros, pois eles sempre impõe suas necessidades antes das suas?
Pois aqui e agora é hora de ser você mesma, se impor como pessoa com identidade própria e não viver mais a vida dos outros.
É hora de seu resgate individual, de celebrar e fortalecer a pessoa maravilhosa que você é. Ártemis lhe diz que a totalidade é alimentada quando você se honra, se respeita e dedica um tempo para si mesma.
Ela também pergunta como você pode esperar conseguir o que quer se não tiver um "eu" a partir do qual atirar para alcançar seu objetivo?

RESGATE DE SUA MULHER SELVAGEM

Encontre um local em que ninguém possa lhe incomodar, se for ao ar livre, tanto melhor. Sente-se confortavelmente.
Inspire profundamente e expire emitindo um som, tipo hhuuuumm!
Faça isso por três vezes.
Agora você deve visualizar uma frondosa árvore.
Imagine-se em frente à ela e em seguida ande a sua volta.
Do outro lado da árvore verá uma abertura em seu tronco, como a porta de uma caverna, entre nela sem medo.
Dentro da árvore relaxe e sinta-se mergulhar no vazio.
Para baixo.....mais para baixo bem devagarinho............ você terá a sensação de estar flutuando. Quando alcançar o final da raiz, sinta como se estivesse caído sobre um travesseiro de penas de ganso, macio..macio.
Você chegou às portas do sub-mundo.
É hora de clamar pela Mulher Selvagem.
Você pode gritar, uivar, cantar, dançar, bater tambor, o que achar melhor, mas faça bastante barulho, pois talvez ela esteja por demais adormecida dentro de você.
Quando você a enxergar, agradeça sua presença e peça-lhe algo, qualquer coisa.
Se não tiver idéia sobre o que pedir, peça que ela lhe dê o que mais precisa, que você receberá o presente com o coração aberto.
Se ela lhe pedir algum presente, retribua com carinho.
Após estas trocas simbólicas, seus laços de amizade estarão reforçados.
É hora de retorna, peça-lhe docemente que ela lhe acompanhe.
Ela lhe dirá sim e você em retribuição a sua gentileza deve abraçá-la e, ao fazê-lo, sentirá que você e a Mulher Selvagem se fundirão em uma só.
Uma onda de felicidade e alegria tomará conta de todo o seu ser.
É hora de percorrer o caminho de volta, encontre à raiz da árvore que estará atrás de você. Deixe-me novamente flutuar e sentirá que uma brisa fraca a impulsionará para cima...para cima...cada vez mais para cima, até alcançar o interior do tronco da árvore.
Ao sair pela abertura, respire bem fundo e à medida que solta o ar, senta seu corpo novamente. Movimente os dedos da mão e assim que estiver pronta abra os olhos.
Seja Bem-vinda!

RITUAL DO ARCO DE ÁRTEMIS

Esse ritual é excelente para ser realizado quando desejar muito alcançar um objetivo financeiro ou material.
Já foi realizado por minhas irmãs bruxas e sempre conseguimos alcançar tudo que desejávamos. Portanto, passo para vocês algo de muito bom, criado pelas bruxas do sul (RS), pois aqui temos muita gente boa praticando bruxaria.
A maioria das irmãs de meu coven, são como eu, filhas de imigrantes europeus, herdeiras de conhecimentos que foram transmitidos por nossas avós e mães e, portanto praticantes da verdadeira bruxaria, aquela, "a original", que é passada de geração à geração.
Material:
1 metro de fita: da cor branca, verde e azul (cores da Deusa Ártemis)
3 velas pequenas nas cores: verde, branca e azul.

Esse ritual deve ser realizado na Lua crescente ou cheia em um local onde haja árvores, para que você consiga encontrar na própria natureza o arco de Ártemis.
Pode ser qualquer galho que possua a curvatura de um arco.
Em seguida que achar o galho certo, com ele trace um círculo em torno de você.
Agora deve invocar as quatro direções e as energias dos elementos, anjos e os poderes que neles residem usando o arco, que deve ser segurado com a mão esquerda.
Para invocá-los é necessário se posicionar em frente a cada ponto cardeal e dizer:
NORTE,
Guardiões das Torres de Observação Norte,
Convidamos o Arcanjo Uriel (terra) e o javali, o urso, o lobo, o boi de chifres brancos;
Pelos poderes da terra e da Criação,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Terra, Seja Bem-Vinda!

OESTE,
Guardiões das Torres de Observação Oeste,
Convidamos o Arcanjo Gabriel (água), a águia e o salmão;
Pelos poderes da água e da emoção,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Água, Seja Bem-Vinda!

SUL,
Guardiões das Torres de Observação do Sul
Convidamos o arcanjo Miguel (fogo) e o leão;
Pelos poderes do fogo e da transformação,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Fogo, Seja Bem-vindo!

LESTE,
Guardiões das Torres de Observação do Leste,
Convidamos o arcanjo Rafael (ar) os pássaros do ar.
Pelos poderes do ar e da razão,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Ar, seja Bem-vindo!

Depois, peque as três fitas e juntas enrole-as no arco de Ártemis, de modo que cubra boa parte dele.
Amarre as pontas.
Acenda as três velas juntas e fixe-as no chão.
Agora diga:

Poderosa Deusa Ártemis,
Cujas áureas flechas arrancam gemidos
Venho lhe pedir ajuda para alcançar meus objetivos:.... .....descreva o que deseja, enquanto gira o arco por cima sua cabeça.
Feche os olhos e visualize a Deusa vindo até você com uma comitiva de ninfas que dançam à sua volta.
Sorria para ela e agradeça a sua presença.
Abra os olhos,
agradeça aos elementais, animais e arcanjos também por terem ajudado para que tudo acontecesse da maneira mais correta e para o bem de todos.
Desfaça o círculo caminhando no sentido anti-horário dizendo:
"ENVIO ESSE CÍRCULO AO UNIVERSO COMO OFERENDA. O CÍRCULO É DESFEITO, MAS NÃO É QUEBRADO!"

INVOCAÇÃO

Oh, minha Deusa Diana
Escuta a voz de meu coração
Ouça a minha canção de adoração
O céu na Lua Cheia enche-se com sua beleza
Que seu feixe de prata abra a porta dos sonhos
Minha amada Deusa Lua
Ensina-me seus mistérios antigos
Presenteia-me com a sabedoria e ajuda-me a afastar espíritos opressores para que a cura se opere dentro de mim
Abençoa-me e recebe-me como sua filha(o)
Quando meu corpo cansado repousar esta noite fale com meu espírito interno
Ensina-me, Rainha da Noite
Sou toda ouvidos!

Texto pesquisado e desenvolvido por ROSANE VOLPATTO

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quarta-feira, 16 de março de 2011

deus Dagda - o deus ancião

Dagda ("Bom Deus") 

é o Grande Deus, Senhor dos Céus e pai de todos os deuses e dos homens.
Senhor da vida e da morte; deus da magia, da terra, do renascimento; mestre de todos os ofícios; senhor do conhecimento perfeito.
Dagda possuía o caldeirão da abundância e da vida e uma harpa de carvalho vivo, que fazia com que as estações mudassem, quando assim o ordenasse.
Deus da proteção, dos guerreiros, do conhecimento, da magia, do fogo, da profecia, do tempo climático, do renascimento, das artes, da iniciação, do sol, das curas, da regeneração, da prosperidade, da abundância, da música e patrono dos sacerdotes.
Ele que é o Senhor de Dois Mundos, pois no ventre da Deusa (de volta), ele vive sua morte e a sua própria ressurreição.

Peça sua ajuda para: 
Atrair conhecimento de todas as ordens.
Entrar em contato com a sabedoria ancestral
Aumentar o poder de magia inerente a cada um de nós.
Encontrar soluções para os problemas.
Transmutar energias.
Transformar situações
Banir energias maléficas.
Afastar inimigos e pessoas indesejadas.
Afastar o azar.
Revelar segredos.
Estabelecer ligação com o inconsciente.
Necessitar de proteção
     
Possui 20 cm de altura 




Compre o seu Deus Dagda!!!
Enviamos para todo o Brasil!
entre em contato pelo e-mail: 
mirhyamcanto@uol.com.br e peça o seu!!!
Poderá ser paga por depósito bancário antecipado
(dados da c/c estão ao lado esquerdo do blog)
Valor R$20,00
ou 
através do PagSeguro (R$22,00)











quinta-feira, 10 de março de 2011

dia 10 de março - Agenda Mágica


Dia de Anna Perenna

Segundo a mitologia romana, Anna era uma antiga deusa regente 
do tempo e da reprodução.
Presidia o curso do ano e do seuretorno perpétuo. 
Era considerada igualmente a deusa da abundância e do alimento.  
As celebrações da deusa visavam atrair a fertilidade, a
prosperidade e a abundância da terra.  
Os romanos pediam que a deusa lhes concedessem longevidade.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mystic Fair (2ª edição) e Blessed Arte Mágica!!!


É uma feira de exposição que tem por objetivo trazer as novidades das áreas esotéricas, místicas, ocultistas, paracientíficas, medicina natural e alternativa, palestras e conferências com convidados nacionais e internacionais.
A MYSTIC FAIR BRASIL é a maior feira Mística e Esotérica do país. Mais de 12 mil pessoas visitaram a 1ª edição da feira realizada em 2010.
Para o ano de 2011, mais de 20 mil visitantes são aguardados para o evento!


A feira acontece nos dias 08 e 09 de outubro de 2011 das 10h às 22h, na unidade Anália Franco da Faculdade UNICSUL e independente de crenças, é um bom programa para espiritualizar o seu final de semana. Vans, saindo do Metrô Carrão, fazem o transporte gratuito dos visitantes até o local do evento.
Mais informações no site:
http://www.mysticfair.com.br

Local: Universidade Cruzeiro do Sul (UnicSul) - Unidade Anália Franco
Avenida Regente Feijó, nº 1295
Horário das 10h às 22h



A Blessed estará presente com muitas novidades: Agenda Mágica Permanente, Mini-Estandarte de mesa para Sabbats, Deusas, Deuses, Orixás, Ciganos e Ciganas, as 13 Matriarcas e muitas outras novidades!!!

Dia 07 de Março - Festival de Cait Sith




Anthesteria, início da festa grega das flores e do vinho dedicada à deusa Flora e ao deus Dionísio. 
No primeiro dia, degustava-se o vinho da safra nova. 
No segundo, levavam-se guirlandas de flores aos templos. 
No terceiro, festejava-se o casamento sagrado entre o Deus e a Deusa, representados pelo Rei e pela Sacerdotisa, reverenciado-se ao final os ancestrais.

 Em Roma, comemorava-se Junonália, procissão em homenagem à deusa Juno, a padroeira das mulheres e dos casamentos. 
Vinte e sete moças vestidas com túnicas brancas carregavam a estátua da deusa, feita em madeira de cipreste. 
Elas cantavam hinos e eram seguidas pela multidão, que levava oferendas de frutas e flores ao templo de Juno.

Antiga celebração do Dia das Mães com pão fresco e sidra, reminiscências das antigas celebrações das deusas da terra.

copiado de Teia de Thea

quarta-feira, 2 de março de 2011

02 de Março - dia da vovó Marta

Vovó Marta (avó de março) é o símbolo do renascimento da natureza que
marca o final do inverno e o início da primavera (tendo como referência o hemisfério Norte).
Os búlgaros presenteiam-se com a Martenitsa -
desejando saúde e boa sorte até a Primavera seguinte.
A cor branca simboliza o começo do homem, 
poder e pureza ao mesmo tempo.
A cor vermelha está no começo da mulher: o sangue, a
concepção e o
nascimento.


Também conhecida como Vovó Março, na Bulgária, que nada mais é do que uma representação da Deusa Anciã.
A lenda contava que, se alguma mulher trabalhasse nesse dia, Vovó Março ficava furiosíssima e destruiria as colheitas.
Por isso, as mulheres passavam o dia todo pedindo à Deusa bênçãos para que as colheitas fossem fartas.
Diz-se que as mudanças de humor da Vovó Marta, muitas vezes, são manifestadas através do clima estranho que vigora durante esse mês.
O mês é considerado como o único mês feminino do ano.
A fim de celebrar o Dia da Vovó Marta búlgaros presenteiam uns aos outros com franjas feitas de lã vermelha e branca, chamada martenitsa-símbolizando saúde, boa sorte até  a Primavera seguinte.
A cor branca simboliza o começo do homem, poder e pureza ao mesmo tempo.
A cor vermelha está no começo da mulher: o sangue, a concepção e o nascimento.
Até o final do mês você pode ver milhares de martenitsi pendurados em árvores e arbustos.
Acredita-se que eles precisam para ser pendurado no galho onde florescer a primeira flor para a boa sorte.


Na martenitza tradicional búlgara, as mulheres entrelaçam moedas, dentes de alho seco, miçangas, argolas de ferro, pêlos do rabo de cavalo, cascas de caracol, etc.
É por isso que a martenitza é considerado um amuleto contra as forças do mal.
As crianças usam seus martenitzas no pulso direito, ao redor do pescoço ou no peito, enquanto as moças e as noivas usam-na ao redor do pescoço ou em seus cabelos.
Os homens, porém, amarram a martenitza acima do seu cotovelo esquerdo ou no tornozelo esquerdo.
Martenitzas são amarradas em animais jovens e as árvores frutíferas.
As pessoas usam a martenitza até verem uma cegonha. Em seguida, amarram-na em um galho de árvore frutífera, fazem um desejo e tem a certeza de que ele irá se tornar realidade.
A tradição continua a ser a mesma de quando começou, mas os búlgaros da atualidade usam as cores vermelha e branca para agradar a Baba (vovó) Marta para que ela não traga o frio.
Ao fazê-lo, estão expressando a esperança de que a primavera venha o mais rapido possível.
Colocam em suas roupas ou usam no pulso, e devem mantê-las até verem os sinais da primavera: um pássaro associado com a primavera (a cegonha, a garça) ou ver árvores florescendo.
Só depois de verem esses sinais, retiraram as martenitzas, porque sabem que a primavera chegou verdadeiramente.

Em diferentes partes do país, no entanto, o processo pode ser um pouco diferente.
Depois de ver a cegonha, alguns amarram a Martenitza em uma árvore frutífera, simbolicamente, dando a árvore a saúde e a sorte que teve ao usar o martenitza.
Outros irão colocar a martenitza sob uma pedra.
O tipo de inseto encontrado ao longo do dia, próximo da martenitza etermina a sua saúde para o resto do ano.
Se for uma minhoca ou uma formiga, será um ano muito saudável, e ele terá sucesso, embora a formiga signifique que  terá que trabalhar muito para alcançar o sucesso.
Se for uma aranha,  estará em apuros e poderá não ter boa sorte com a saúde e sucesso pessoal.
Nos  primeiros
dias de março todos devem usar suas martenitzas, especialmente crianças, casais recém-casados, recém-nascidos e animais domésticos. Às vezes são colocadas até mesmo nas árvores frutíferas, nas maçanetas das portas.


Comemoração de  Madder-akka, “A Velha”, a deusa finlandesa da terra, da natureza, da cura e da magia.

 

Akka, Deusa da Fertilidade


Akka é, tradicionalmente, o espírito feminino nas mitologias Finlandesa e Sami.

O povo Sami, também escrito Sámi, ou Saami são um dos povos indígenas do norte da Europa.
Habitam a região que abrange partes do norte da Suécia, Noruega, Finlândia, Península de Kola, na Rússia, e também na zona fronteiriça entre o Centro e Sul da Suécia.
Estão entre os maiores grupos étnicos indígenas na Europa.



Na mitologia Finlandesa, Akka é Deusa da Fertilidade, esposa de Ukko, Deus do Trovão.
Ela poderia ser vista como o princípio feminino da natureza, a Mãe Terra a quem Ukko (relacionado a Deidades do Tempo) fertilizou.
Akka é responsável pela fertilidade, força e sexualidade femininas.
Encarregada da procriação de pessoas e animais, além do crescimento das plantas.

Na mitologia Sámi, a primeira Akka foi Madder Akka.
Deusa que incorpora o arquétipo materno, junto com seu companheiro, Madder Atcha, formou o casal divino que criou a humanidade. Madder Atcha foi responsável pela alma, enquanto Madder Akka pelo corpo.

FONTES:
The Gods of Finland and Lapland: http://www.godchecker.com/pant heon/finnish-mythology
Smart, Dr. Anthony, “Madderakka (1999)”: Encyclopedia Mythica
copiado de http://raquelnaturologa.blogspot.com

Doando as unidades que ainda possuo! - Ana Maria Braga mostra a que ela possui!!

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"Ajudo a melhorar sua saúde e bem-estar Atendimentos presenciais e Online! Terapeuta holística desde 2001, acompanhando cada passo da sua TRANSFORMAÇÃO para sua melhor versão: Conheça o "Método Transformação", exclusivo para suas necessidades com todas as ferramentas e terapias energéticas que possuo, cuidando de você a cada semana com a melhor terapia. Acupuntura com e sem agulhas, Aurículoterapia, Desprogramação Neurobiológica, Florais, Mesa de Limpeza de Casas e Mesa Angelical das 4 Prosperidades, Reiki, Ortomolecular Catalítica, Shiatsu em mulheres, Consulyoria em Feng Shui e Aconselhamento Metafísico."