
Na Índia, comemorações de Besant Panchami, ou Dawat Puja, o festival de
Sarasvati, deusa dos rios, das artes, dos escritos, do conhecimento e da
criatividade.
Diz a lenda que ela era rival de Lakshimi, a deusa da
riqueza.
Assim, uma pessoa não podia ser abençoada pelas duas deusas, ou
seja, não podia ter o talento e a prosperidade.
Na África, cultua-se Oddudua, a Grande Mãe, criadora da vida, senhora da Terra e da natureza, regente da fertilidade e do amor.
Neste dia, celebrava-se em Roma, a festa da Compitália, louvando os deuses Lares, protetores dos lares e das casas.
Procure uma estatueta ou imagem do guardião do seu lar.
Dê preferência
àquelas confeccionadas em pedra, argila ou madeira.
Cerque a imagem com
pinhas, galhos de pinheiro ou eucalipto, chifres, ossos ou pêlo de
animais.
Acenda uma vela verde e um incenso de cedro e passe-os por três
vezes ao redor da estatueta, no sentido horário.
Comunique-se
mentalmente com seu guardião e peça-lhe ajuda e proteção para sua casa,
seus familiares e seus bens.
Apresente o guardião para seu mentor
espiritual, pedindo-lhe que abençoe e aceite-o para esta missão.
Ofereça
algo para seu guardião como agradecimento: comida, moedas, vinho, mel
ou cristais.
Se você quiser homenagear a deusa Sarasvati e invocar seus dons da
expressão fluente e criativa para seu trabalho, limpe sua escrivaninha e
seu computador, passando um incenso de sândalo sobre eles.
Coloque ao
lado flores, uma vela amarela e uma imagem da deusa ou, então, escreva
com tinta dourada seu nome.
Entoe o mantra OM e visualize esta linda
deusa irradiando sua luz dourada sobre você e seu local de trabalho.
Peça-lhe inspiração, conhecimento, criatividade e sucesso para seus
projetos.
Sarasvati
" DEUSA DA ARTE "
A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente com o branco.
Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços.
Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário.
Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.
Além destes objetos Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento de fio).
Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças.
Ela pode ser assentada em um cisne, leão, ou em um loto.
O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram).
O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu.
A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.
Ahamsa
também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um
som supremo em realidade, este som é o conhecimento da liberdade.
O uso da cor branca é significante em seu simbolismo.
O branco é a aparência é a beleza da lua cheia.
Os olhos brancos são como o lótus.
Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti.
Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.

A
cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva e representa
conhecimento, refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.
Sarasvati é a Deusa eloqüente da aprendizagem e da fala como também a deidade protetora das artes.
Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.
Sarasvati é a cônjuge de Brahma
Sarasvati na mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa da fertilidade, procriação, purificação e literatura.
A nota chave de Sarasvati é AIM.
Que de ve ser cantado assim:
Om AIM Sarasvatie namaha.
SARASWATI é o arquétipo de Criatividade Humana.
Como cônjuge de Brahma, Sarasvati, é a Deusa da aprendizagem e das ciências criativas.
No
Hinduísmo, o aspecto Absoluto é descrito pela Divindade masculina, e a
Divina Forca ativa-criativa pela energia feminina ou Shakti. Da mesma
maneira que Kali representa Shakti em sua natureza preta ou feroz,
Sarasvati, representa em branco ou forma moderada. Assim ela é deusa da
fala, poesia, música, e ciência.
Ela é descrita com um veena, o cisne;
em uma mão segura um livro sagrado,
na outra concede bençãos.
Orações para Sarasvati, trazem inspiração artística.
Sarasvati, é o Esclarecimento, aspecto de Sabedoria da Mente Cósmica.
Sarasvati, é a Deusa de inspiração e beleza em criação.
Mover-se
pelo yantra dela é descobrir a essência de criatividade em fala,
música e nas artes visuais, e assim experimentar o estimulo destas
qualidades dentro do Ego.
Sarasvati, a deusa hindu do conhecimento e cultura,
é a incorporação de verdadeira sabedoria.
Se estivert sentada no trono de lotus, ela simboliza conhecimento espiritual como também o refinamento das artes;
os
cisnes ao lado dela são para poder separar leite de água - um ato que
simboliza a habilidade para discriminar entre ações que são boas e
sábias e as que são ruins.
Sarasvati, é creditada na Índia como a criadora da civilização: do primeiro alfabeto, as artes, matemática, música, e magia.
É dito que o brilho dela representa a luz poderosa e pura da sabedoria.
Sabedoria capaz destruir a escuridão da ignorância.
texto copiado de : http://www.sintoniasaintgermain.com.br/sarasvati.htm
Simbolismos de Sarasvati
Sara – “essência”.
Sva – “o seu próprio”
É aquela que nos dá a nossa própria essência, a sabedoria, o conhecimento.
Sarasvati a forma feminina do criador, Brahma.
Sarasvati representa todo o conhecimento e a inteligência que rege todas as coisas.
O universo é organizado de uma forma inteligente.
Ele é governado por leis.
Leis
que tornam possível o nascimento do Sol todos os dias, que rege os
ciclos perfeitos da natureza, que governa o nosso corpo e a nossa
mente.
Tudo é muito bem organizado.
Sarasvati aparece nos Vedas na forma do rio Sarasvati e estava associada ao conhecimento.
Sarasvati significa também “aquela que flui”, como o rio.
O conhecimento tambem é aquele que flui da boca do mestre para o ouvido do discipulo, através das palavras.
“Vac” significa “fala”.
O rio não tem dono.
Se
você possui uma propriedade na qual um rio cruza dentro dela, você não
pode dizer que aquele rio lhe pertence, as águas do rio que
momentanemente cruzam a propriedade podem ser usufruídas por você, com
cautela e responsabilidade, sabendo que aquelas águas irão banhar
diversas outras pessoas.
Assim é o conhecimento.
Ninguém o possui, ele flui e abençoa aquelas pessoas que se banham nele.
A água é considerada um elemento purificador.
Com a água lavamos tudo, tomamos banho.
Da mesma forma, o conhecimento é o elemento mais purificador que existe.
Quando
se diz que ao mergulhar no Ganges a pessoa adquire a liberação, isso é
um símbolo para dizer que quando você mergulha na água do
conhecimento, você adquire moksha, porque a ignorância, a impureza, é removida.
É dito que antes ela, Sarasvati , foi esposa de Vishnu, que era casado também com Lakshmi.
Elas não se entendiam e constantemente brigavam por ciúmes.
Vishnu, então, após uma discussão entre as duas deusas, deu Sarasvati para Brahma.
A
historinha é para ilustrar a nos chamar a atenção de que devemos ter
muito cuidado, porque onde existe demasiada atenção na riqueza
material, a sabedoria pode ir embora.
E onde existe sabedoria, a riqueza não é tão valorizada.
Sarasvati usa um sari branco e está sentada em um lótus branco que representa a pureza, ou seja, uma mente sáttivica.
A mente equilibrada e tranquila é o sólo fértil para que o conhecimento frutifique.
Então de fato o conhecimento nos conduz a perceber aquilo que realmente somos.
O conhecimento, portanto, remove a impurezas, a ignorância.
Numa das mãos a deusa carrega os Vedas, simbolizando todo o conhecimento;
noutra traz um japa mala, simbolizando a meditação;
segura também uma vina, representando a arte e a música.
A
vina é dito que é um instrumento muito dificil de se tocar e por isso
representa também a disciplina, necessária no caminho do
autoconhecimento.
O som produzido pela vina simboliza o escutar dos ensinamentos.
A
música e principalmente o som da vina é algo capaz de nos levar ao
estado de plenitude, assim como o ensinamento, que nos revela que somos
a plenitude que tanto buscamos.
Sarasvati está montada em um cisne que representa a discriminação, o veiculo pelo qual o conhecimento chega é a discriminação.
O cisne é branco e representa aquilo que é único, Brahman.
Sempre associado a ela há um pavão.
O pavão tem uma muticiplidade de cores que representa a criação.
O conhecimento é a base de toda essa criação que é tão bela e variada.
Sarasvati representa o conhecimento da criação.
O lótus no qual ela está sentada representa próprio caminho espiritual da pessoa realizada.
O lótus ergue-se da dualidade, do lodo, em busca do Sol, o conhecimento.
Quando o alcança, desabrocha.
Mesmo
tendo desabrochado, permanece na lama, na dualidade, contudo, é
intocato por ela, pois as pétalas de sua flor são impermeáveis.
Assim é o sábio que buscou o conhecimento e nele obeteve a compreensão da unidade.
Ele permanece no mundo, na dualidade, mas sempre com a visão não-dual em mente.
Todas as deidades estão adornadas com ouro em abundância, que simboliza a unidade idepedente da forma.
Ou seja, independente da forma, pode ser um brinco, um colar, uma coroa, uma pedra, o ouro continua sendo ouro.
Mantra: Om aim sarasvatiei namah
Curiosidade: Benzaiten – a Sarasvati japonesa
Benzaiten é considerada a Sarasvati japonesa.
É
dito que o simbolismo de Beizaiten foi introduzido no Japão durante os
séculos VI e VIII, junto com o budismo e através dos chineses e as
traduções, do chinês para o japonês, do Sutra da Luz Dourada, o qual
fala sobre Sarasvati e Lakshmi.
Na imagem japonesa, ela está associada tanto à fortuna quanto ao conhecimento.
Ela segura uma Biwa, uma espécie de alaúde japonês, o que instantaneamente nos remete à imagem de Sarasvati.
Assim como Sarasvati, ela também está associada às águas, porém as águas do oceano.
É considerada a deusa da eloquência.
É,
num sentido mais profundo a deusa de tudo aquilo que flui como a água:
as palavras, o conhecimento, a eloquência, a música.
Posteriormente ela se tornou uma das sete deidades da fortuna japonesa.
Os sete deuses da Fortuna
copiado de : http://www.vidadeyoga.com.br/?p=1470
É a Deusa de todas as artes criativas, em especial da poesia e da música, do aprendizado e da ciência.
Protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, escritores... e tudo relacionado à eloquência.
Besant Panchami, às vezes chamado Dawat Puja, é o Festival de Sarasvati na Índia.
Esse festival tinha início com a limpeza de todos os potes de tinta e das penas.
Em nossa era de computadores, devemos limpar completamente tais equipamentos.
Na
verdade, limpar toda a área da escrita, tirando o pó de todos os
livros e organizando os papéis pessoais, faz parte dessa categoria.
Os
hindus consideram todas as vidas como uma participação da harmonia
cósmica. Consideram todas as ações como uma forma de culto divino;
diz-se que é um culto interno.
No culto externo, seus
rituais consistem em sons, ritmos, gestos, flores, luzes, incenso e
oferendas, tudo isso servindo como auxílio para guiar a mente o mais
longe possível do material e o mais perto do espiritual.
Ao culto individual dá-se nome de "puja".
O ritual é considerado necessário para estabelecer e manter contato com uma divindade específica.
Leia mais: http://umapitadadecor.blogspot.com/2009/04/deusa-sarasvati.html#ixzz1MVx5EDZb
Na Santeria e nas tradições africanas, celebra-se Oddudua, a mãe de todos os deuses e deusas na tradição ioruba
Oduduá Orixá da criação

É possível separar o candomblé da memória dos tempos da escravidão da
América, uma vez que ele tem origem na vinda dos negros africanos para
serem utilizados como escravos. Estes negros eram provenientes de
diversas tribos (nações) da África, que muitas vezes sequer falavam a
mesma língua e que apresentavam identidades culturais diferentes.
Admite-se, em grande escala, três “padrões” de cultura negra na América
1. Fanti-Ashanti (originária da costa do ouro)
2. Fon (de
origem Daomeana)
3. Yorubá (da Nigéria, com influências Banto) Esta
última teve importante influência, principalmente no Brasil e em Cuba.
Ainda que as outras duas culturas tenham sido mais atuantes na América
Inglesa e Holandesa (Fanti-Ashanti) e na América Francesa (fon), no
Brasil sua importância também é revelante; especialmente quando falamos
dos aspectos religiosos das culturas negras. Podemos então pensar nessas
culturas da seguinte forma:
Culturas Sudanesas
Os povos iorubá da Nigéria, os Daomeanos e os Fanti-Ashanti (da costa do
ouro), além de outros grupos menores, foram seus mais importantes
representantes.
Entre eles, destacam-se os seguintes grupos:
Nagô
(yorubá), Jeje (daomeano) e Mina (fanti-ashanti).
Este grupo está
representando, no candomblé brasileiro pela “nação” Ketu e pela “nação”
Jeje, representada especialmente pelo tambor de mina, entre outros.
Culturas Bantos
Representadas pelas inúmeras tribos dos grupos Angola Congolês, como os
congos, angolas, cabindas, moçambiques e outros. Este grupo,
representado no Brasil, pela “nação”angola, pelo “candomblé de
caboclo”e outros.Culturas Guineano-Sudanesas Islamisadas Representadas
pelos grupos fula, mandiga e haussá. Grupos islamisados que não
formaram, portanto, nações de candomblé.
MITOS
São várias as versões dos mitos dos orixás e, como em todos os mitos,
algumas são incompatíveis entre si; mas a essência dos orixás pode ser
perfeitamente absorvida através destas narrativas.
Para os iorubás, a
melhor representação do mundo é uma cabaça dividida ao meio, uma das
metades constituindo o céu (orum, Obatalá), e a outra a terra (ayê,
Odudua).
No princípio de tudo, entretanto, não havia a terra, e os
orixás viviam no orum, ao redor de Olorum, o senhor do Universo,
secundado por Obatalá.
Obatalá uniu-se a Odudua e tiveram dois filhos:
Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas dos oceanos.
Outro mito diz que a terra era então um vasto oceano e os orixás
desejavam conhecê-lo. Obatalá encarregou Oxalá de descer ao ayê, a
metade inferior da cabaça, e espalhar o pó preto que formaria a terra
firme.
Entregou a ele o saco com o pó preto e uma galinha.
Oxalá então
partiu em viagem, mas no meio do caminho sentiu sede.
Exu, vendo que
Oxalá sentia sede, ofereceu-lhe vinho de palma e Oxalá bebeu.
E tanto
vinho que Oxalá que embriagou-se e caiu em sono profundo.
Exu tomou de
Oxalá o saco da criação e o levou a Obatalá, a quem contou que Oxalá
beberá e negligenciara sua tarefa.
Obatalá então entregou o saco a Odudua, que com ele desceu à terra,
jogou o pó preto sobre o oceano e tornando se ela mesma uma galinha,
ciscou o pó preto até que se formaram os continentes e toda terra firme
que há.
Essa terra firme é Aganju, filho de Odudua e Iemanjá.
Obatalá então
criou um grande dendezeiro, pelo qual desceram à terra todos os orixás,
cada um escolhendo uma parte do mundo que lhe agradava, e que passou a
ser de seu domínio.
Assim, Oxum e Obá escolheram as águas doces;
Iansã quis os ventos;
Xangô
os trovões e as cachoeiras;
Obaluaiê à terra firme;
Nanã a lama dos
fundos dos rios e os abismos; Ogum quis as montanhas e os minérios;
Oxossi as matas e florestas;
Oxumarê o arco – íris;
Ewá os horizontes.
Apenas Exu não sabia o que escolher, pois tudo e nada lhe agradava.
E
considerou-se assim dono de tudo um pouco, com que os demais orixás
concordaram.
Desse modo o mundo foi criado e dividido entre os orixás, e
é por isto que cada um detêm o domínio de uma parte da natureza.
Outro mito narra que Obatalá reuniu todos os materiais necessários à
criação do mundo e mandou a estrela da manhã convocar todos os orixás.
Apenas Orunmilá apareceu.
Por isso Obatalá o recompensou, permitindo que
apenas ele conhecesse os segredos da criação e do por vir.
E foi assim
que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e
materiais da criação se encontrava numa concha de caramujo, dentro de um
vaso que ficava entre as pernas de Obatalá.
Orunmilá tornou-se então, dono dos segredos, das magias e conhecedor do
futuro, das vontades, aquele que sabe a vontade de Obatalá e de todos os
orixás, o que sabe com que matéria o homem foi feito.
Outro mito narra que tendo tido o conhecimento das matérias da criação,
teria sido Orunmilá e não Odudua o criador da terra, aquele a espalhar o
pó preto sobre as águas. Orunmilá então é considerado o amigo de
Obatalá.
Quis então Obatalá criar os homens.
Ajalá, o orixá oleiro foi
incumbido de moldar as cabeças dos rios e outros elementos da natureza.
Ajalá moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno.
Mas Ajalá
tinha o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas
cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro
cru.
Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá
soprava nelas e lhes dava eni, a vida.
Assim surgiram a terra e os homens, sob o domínio dos orixás.
Cada orixá
viveu então episódios diversos em sua história, dos quais narraremos
aqui apenas alguns, pois a quantidade de versões dos mitos é
praticamente infinita.
texto copiado de http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/odudua-orixa-da-criacao.html
DIA DOS DEUSES LARES
São os espíritos guardiões da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a palavra “lar”.
Escolha
um cantinho da sua casa para ser a morada dos deuses Lares e acenda uma
vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a eles pela proteção e
alegria que proporcionam.
copiado de Agenda mágica Blessed
12 de Janeiro dia dos Deuses Lares - texto de
Andréia Hermann
São os espíritos guardiães
da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a
palavra "lar". Escolha um cantinho da sua casa para ser a morada dos
deuses Lares e acenda uma vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a
eles pela proteção e alegria que proporcionam.
Espíritos guardiões
dos lares romanos, cada casa tinha seu Deus particular. Haviam dois
tipos de altares os Lares Compilates eregidos para proteção do campo,
das culturas e dos trabalhos rurais. E os Lares Viales protetores dos
viajantes e ficavam no meio do caminho. Os gregos colocavam nos caminhos
das capelas sob a invocação de Apolo.
Os Lares Domésticos
ficavam perto do fogão e eram cuidados com zelo cercados de flores e
objetos pessoais de devoção. Quando uma tragédia invadia uma familia ou
um parente morria podiam perder o respeito por não terem protegido o
suficiente.
Já os Lares Públicos protegiam edíficios públicos,
praças, ruas, encruzilhadas, campos e afastavam os inimigos de Roma,
eles tinham seus templos no Campo de Marte, os lares públicos romanos
eram Febo (Apolo), Jano (Hera), Diana (Artemis), e Mercurio(Hermes).
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