sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

13 DE JANEIRO



Dia do Ano Novo pelo calendário Juliano, festejado ainda em alguns lugares ao norte da Europa como o Festival “Wassailing”.

Reverenciavam-se, neste dia, as Mulheres Árvores ou “Bushfrauen”, as guardiãs dos bosques e dos pomares.
Elas apresentavam-se como mulheres com corpos de árvore, cabelos de folhas verdes e seios volumosos.
Elas garantiam as colheitas se as pessoas cuidassem das árvores e homenageassem-nas.
Neste dia, brindava-se às macieiras com uma bebida quente típica feita com cidra, ovos batidos, maçãs assadas, mel, cravos e gengibre.
Agradeciam-se os frutos e pedia-se que elas continuassem a frutificar no próximo ano. Os pedidos eram feitos por meio de invocações, cânticos ou até mesmo pancadas nos troncos e galhos para despertar o poder de fertilidade das árvores e chamara proteção das “Bushfrauen”.

Experimente essa antiga receita e ofereça um pouco para a Mãe Terra.
Pode ser em um jardim perto de uma árvore ou até mesmo em seus vasos de plantas.
Medite sobre seu potencial latente e “acorde-o”, ouvindo a voz de seu coração e buscando novos meios de expressão.
Plante uma nova muda em seu jardim e cuide dela como se fizesse parte de você.

Antiga celebração na China de Chang Mu, a deusa protetora das parturientes e dos recém-nascidos, padroeira das mulheres.

Dia consagrado a Tiw, o deus nórdico do céu, e a Ageir, padroeiro dos marinheiros e viajantes no mar, esposo da deusa Ran e pai de nove sereias.


copiado de Teia de Thea

       
agenda mágica da Blessed

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dia de Oddudua

Na Santeria e nas tradições africanas, celebra-se Oddudua, a mãe de todos os deuses e deusas na tradição ioruba



Oduduá Orixá da criação


É possível separar o candomblé da memória dos tempos da escravidão da América, uma vez que ele tem origem na vinda dos negros africanos para serem utilizados como escravos.                                                                 Estes negros eram provenientes de diversas tribos (nações) da África, que muitas vezes sequer falavam a mesma língua e que apresentavam identidades culturais diferentes. Admite-se, em grande escala, três “padrões” de cultura negra na América 1. Fanti-Ashanti (originária da costa do ouro) 2. Fon (de origem Daomeana) 3. Yorubá (da Nigéria, com influências Banto) Esta última teve importante influência, principalmente no Brasil e em Cuba. Ainda que as outras duas culturas tenham sido mais atuantes na América Inglesa e Holandesa (Fanti-Ashanti) e na América Francesa (fon), no Brasil sua importância também é revelante; especialmente quando falamos dos aspectos religiosos das culturas negras. Podemos então pensar nessas culturas da seguinte forma:

Culturas Sudanesas

Os povos iorubá da Nigéria, os Daomeanos e os Fanti-Ashanti (da costa do ouro), além de outros grupos menores, foram seus mais importantes representantes.
Entre eles, destacam-se os seguintes grupos: 
Nagô (yorubá), Jeje (daomeano) e Mina (fanti-ashanti). 
Este grupo está representando, no candomblé brasileiro pela “nação” Ketu e pela “nação” Jeje, representada especialmente pelo tambor de mina, entre outros.

Culturas Bantos

Representadas pelas inúmeras tribos dos grupos Angola Congolês, como os congos, angolas, cabindas, moçambiques e outros. Este grupo, representado no Brasil, pela “nação”angola, pelo “candomblé de caboclo”e outros.Culturas Guineano-Sudanesas Islamisadas Representadas pelos grupos fula, mandiga e haussá. Grupos islamisados que não formaram, portanto, nações de candomblé.

MITOS

São várias as versões dos mitos dos orixás e, como em todos os mitos, algumas são incompatíveis entre si; mas a essência dos orixás pode ser perfeitamente absorvida através destas narrativas. 
Para os iorubás, a melhor representação do mundo é uma cabaça dividida ao meio, uma das metades constituindo o céu (orum, Obatalá), e a outra a terra (ayê, Odudua). 
No princípio de tudo, entretanto, não havia a terra, e os orixás viviam no orum, ao redor de Olorum, o senhor do Universo, secundado por Obatalá. 
Obatalá uniu-se a Odudua e tiveram dois filhos: Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas dos oceanos.

Outro mito diz que a terra era então um vasto oceano e os orixás desejavam conhecê-lo. Obatalá encarregou Oxalá de descer ao ayê, a metade inferior da cabaça, e espalhar o pó preto que formaria a terra firme. 
Entregou a ele o saco com o pó preto e uma galinha. 
Oxalá então partiu em viagem, mas no meio do caminho sentiu sede. 
Exu, vendo que Oxalá sentia sede, ofereceu-lhe vinho de palma e Oxalá bebeu. 
E tanto vinho que Oxalá que embriagou-se e caiu em sono profundo. 
Exu tomou de Oxalá o saco da criação e o levou a Obatalá, a quem contou que Oxalá beberá e negligenciara sua tarefa.

Obatalá então entregou o saco a Odudua, que com ele desceu à terra, jogou o pó preto sobre o oceano e tornando se ela mesma uma galinha, ciscou o pó preto até que se formaram os continentes e toda terra firme que há.

Essa terra firme é Aganju, filho de Odudua e Iemanjá. 
Obatalá então criou um grande dendezeiro, pelo qual desceram à terra todos os orixás, cada um escolhendo uma parte do mundo que lhe agradava, e que passou a ser de seu domínio.

Assim, Oxum e Obá escolheram as águas doces; 
Iansã quis os ventos; 
Xangô os trovões e as cachoeiras; 
Obaluaiê à terra firme; 
Nanã a lama dos fundos dos rios e os abismos; Ogum quis as montanhas e os minérios; 
Oxossi as matas e florestas; 
Oxumarê o arco – íris; 
Ewá os horizontes. 
Apenas Exu não sabia o que escolher, pois tudo e nada lhe agradava. 
E considerou-se assim dono de tudo um pouco, com que os demais orixás concordaram. 
Desse modo o mundo foi criado e dividido entre os orixás, e é por isto que cada um detêm o domínio de uma parte da natureza.

Outro mito narra que Obatalá reuniu todos os materiais necessários à criação do mundo e mandou a estrela da manhã convocar todos os orixás. 
Apenas Orunmilá apareceu. 
Por isso Obatalá o recompensou, permitindo que apenas ele conhecesse os segredos da criação e do por vir. 
E foi assim que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e materiais da criação se encontrava numa concha de caramujo, dentro de um vaso que ficava entre as pernas de Obatalá.

Orunmilá tornou-se então, dono dos segredos, das magias e conhecedor do futuro, das vontades, aquele que sabe a vontade de Obatalá e de todos os orixás, o que sabe com que matéria o homem foi feito.

Outro mito narra que tendo tido o conhecimento das matérias da criação, teria sido Orunmilá e não Odudua o criador da terra, aquele a espalhar o pó preto sobre as águas. Orunmilá então é considerado o amigo de Obatalá. 
Quis então Obatalá criar os homens. 
Ajalá, o orixá oleiro foi incumbido de moldar as cabeças dos rios e outros elementos da natureza.

Ajalá moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno. 
Mas Ajalá tinha o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro cru. 
Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá soprava nelas e lhes dava eni, a vida.

Assim surgiram a terra e os homens, sob o domínio dos orixás. 
Cada orixá viveu então episódios diversos em sua história, dos quais narraremos aqui apenas alguns, pois a quantidade de versões dos mitos é praticamente infinita. 

texto copiado de http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/odudua-orixa-da-criacao.html

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12 DE JANEIRO





Na Índia, comemorações de Besant Panchami, ou Dawat Puja, o festival de Sarasvati, deusa dos rios, das artes, dos escritos, do conhecimento e da criatividade.
Diz a lenda que ela era rival de Lakshimi, a deusa da riqueza.
Assim, uma pessoa não podia ser abençoada pelas duas deusas, ou seja, não podia ter o talento e a prosperidade.


Na África, cultua-se Oddudua, a Grande Mãe, criadora da vida, senhora da Terra e da natureza, regente da fertilidade e do amor.

Neste dia, celebrava-se em Roma, a festa da Compitália, louvando os deuses Lares, protetores dos lares e das casas.

Procure uma estatueta ou imagem do guardião do seu lar. 
Dê preferência àquelas confeccionadas em pedra, argila ou madeira. 
Cerque a imagem com pinhas, galhos de pinheiro ou eucalipto, chifres, ossos ou pêlo de animais. 
Acenda uma vela verde e um incenso de cedro e passe-os por três vezes ao redor da estatueta, no sentido horário. 
Comunique-se mentalmente com seu guardião e peça-lhe ajuda e proteção para sua casa, seus familiares e seus bens. 
Apresente o guardião para seu mentor espiritual, pedindo-lhe que abençoe e aceite-o para esta missão. 
Ofereça algo para seu guardião como agradecimento: comida, moedas, vinho, mel ou cristais.

Se você quiser homenagear a deusa Sarasvati e invocar seus dons da expressão fluente e criativa para seu trabalho, limpe sua escrivaninha e seu computador, passando um incenso de sândalo sobre eles. 
Coloque ao lado flores, uma vela amarela e uma imagem da deusa ou, então, escreva com tinta dourada seu nome. 
Entoe o mantra OM e visualize esta linda deusa irradiando sua luz dourada sobre você e seu local de trabalho. 
Peça-lhe inspiração, conhecimento, criatividade e sucesso para seus projetos.

texto copiado de Teia de Thea 


Sarasvati 
" DEUSA DA ARTE "




A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente com o branco. 
Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços. 
Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário. 
Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.
Além destes objetos Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento de fio). 
Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças. 
Ela pode ser assentada em um cisne, leão, ou em um loto. 
O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram). 
O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu. 
A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.
Ahamsa também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um som supremo em realidade, este som é o conhecimento da liberdade.
O uso da cor branca é significante em seu simbolismo. 
O branco é a aparência é a beleza da lua cheia. 
Os olhos brancos são como o lótus.
Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti. 
Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.
A cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva e representa conhecimento, refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.
Sarasvati é a Deusa eloqüente da aprendizagem e da fala como também a deidade protetora das artes. 
Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.
Sarasvati é a cônjuge de Brahma
Sarasvati na mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa da fertilidade, procriação, purificação e literatura.

A nota chave de Sarasvati é AIM.


Que de ve ser cantado assim:   

Om AIM Sarasvatie namaha.






SARASWATI é o arquétipo de Criatividade Humana.
Como cônjuge de Brahma, Sarasvati, é a Deusa da aprendizagem e das ciências criativas. 
No Hinduísmo, o aspecto Absoluto é descrito pela Divindade masculina, e a Divina Forca ativa-criativa pela energia feminina ou Shakti. Da mesma maneira que Kali representa Shakti em sua natureza preta ou feroz, Sarasvati, representa em branco ou forma moderada. Assim ela é deusa da fala, poesia, música, e ciência. 
Ela é descrita com um veena, o cisne; 
em uma mão segura um livro sagrado, 
na outra concede bençãos.
Orações para Sarasvati, trazem inspiração artística. 

Sarasvati, é o Esclarecimento, aspecto de Sabedoria da Mente Cósmica.
Sarasvati, é a Deusa de inspiração e beleza em criação. 
Mover-se pelo yantra dela é descobrir a essência de criatividade em fala, música e nas artes visuais, e assim experimentar o estimulo destas qualidades dentro do Ego.
Sarasvati, a deusa hindu do conhecimento e cultura,
é a incorporação de verdadeira sabedoria. 
Se estivert sentada no trono de lotus, ela simboliza conhecimento espiritual como também o refinamento das artes; 
os cisnes ao lado dela são para poder separar leite de água - um ato que simboliza a habilidade para discriminar entre ações que são boas e sábias e as que são ruins.
Sarasvati, é creditada na Índia como a criadora da civilização: do primeiro alfabeto, as artes, matemática, música, e magia.
É dito que o brilho dela representa a luz poderosa e pura da sabedoria. 
Sabedoria capaz destruir a escuridão da ignorância. 

texto copiado de :  http://www.sintoniasaintgermain.com.br/sarasvati.htm

Simbolismos de Sarasvati

Sara – “essência”.
Sva – “o seu próprio”
É aquela que nos dá a nossa própria essência, a sabedoria, o conhecimento.
Sarasvati a forma feminina do criador, Brahma.
Sarasvati representa todo o conhecimento e a inteligência que rege todas as coisas. 
O universo é organizado de uma forma inteligente. 
Ele é governado por leis. 
Leis que tornam possível o nascimento do Sol todos os dias, que rege os ciclos perfeitos da natureza, que governa o nosso corpo e a nossa mente. 
Tudo é muito bem organizado.
Sarasvati aparece nos Vedas na forma do rio Sarasvati e estava associada ao conhecimento. 
Sarasvati significa também “aquela que flui”, como o rio. 
O conhecimento tambem é aquele que flui da boca do mestre para o ouvido do discipulo, através das palavras. 
Vac” significa “fala”. 
O rio não tem dono. 
Se você possui uma propriedade na qual um rio cruza dentro dela, você não pode dizer que aquele rio lhe pertence, as águas do rio que momentanemente cruzam a propriedade podem ser usufruídas por você, com cautela e responsabilidade, sabendo que aquelas águas irão banhar diversas outras pessoas. 
Assim é o conhecimento. 
Ninguém o possui, ele flui e abençoa aquelas pessoas que se banham nele.
A água é considerada um elemento purificador. 
Com a água lavamos tudo, tomamos banho. 
Da mesma forma, o conhecimento é o elemento mais purificador que existe. 
Quando se diz que ao mergulhar no Ganges  a pessoa adquire a liberação, isso é um símbolo para dizer que quando você mergulha na água do conhecimento, você adquire moksha, porque a ignorância, a impureza, é removida.
É dito que antes ela, Sarasvati , foi esposa de Vishnu, que era casado também com Lakshmi. 
Elas não se entendiam e constantemente brigavam por ciúmes. 
Vishnu, então, após uma discussão entre as duas deusas, deu Sarasvati para Brahma. 

A historinha é para ilustrar a nos chamar a atenção de que devemos ter muito cuidado, porque onde existe demasiada atenção na riqueza material, a sabedoria pode ir embora. 
E onde existe sabedoria, a riqueza não é tão valorizada.

 
Sarasvati usa um sari branco e está sentada em um lótus branco que representa a pureza, ou seja, uma mente sáttivica. 
A mente equilibrada e tranquila é o sólo fértil para que o conhecimento frutifique. 
Então de fato o conhecimento nos conduz a perceber aquilo que realmente somos. 
O conhecimento, portanto, remove a impurezas, a ignorância.
Numa das mãos a deusa carrega os Vedas, simbolizando todo o conhecimento; 
noutra traz um japa mala, simbolizando a meditação; 
segura também uma vina, representando a arte e a música. 
A vina é dito que é um instrumento muito dificil de se tocar e por isso representa também a disciplina, necessária no caminho do autoconhecimento. 
O som produzido pela vina simboliza o escutar dos ensinamentos. 
A música e principalmente o som da vina é algo capaz de nos levar ao estado de plenitude, assim como o ensinamento, que nos revela que somos a plenitude que tanto buscamos.
Sarasvati está montada em um cisne que representa a discriminação, o veiculo pelo qual o conhecimento chega é a discriminação. 
O cisne é branco e representa aquilo que é único, Brahman. 
Sempre associado a ela há um pavão. 
O pavão tem uma muticiplidade de cores que representa a criação. 
O conhecimento é a base de toda essa criação que é tão bela e variada.  
Sarasvati representa o conhecimento da criação.
O lótus no qual ela está sentada representa próprio caminho espiritual da pessoa realizada. 
O lótus ergue-se da dualidade, do lodo, em busca do Sol, o conhecimento. 
Quando o alcança, desabrocha. 
Mesmo tendo desabrochado, permanece na lama, na dualidade, contudo, é intocato por ela, pois as pétalas de sua flor são impermeáveis. 
Assim é o sábio que buscou o conhecimento e nele obeteve a compreensão da unidade. 
Ele permanece no mundo, na dualidade, mas sempre com a visão não-dual em mente.
Todas as deidades estão adornadas com ouro em abundância, que simboliza a unidade idepedente da forma. 
Ou seja, independente da forma, pode ser um brinco, um colar, uma coroa, uma pedra, o ouro continua sendo ouro.


Mantra:   Om aim sarasvatiei namah



Curiosidade:  Benzaiten – a Sarasvati japonesa


Benzaiten é considerada a Sarasvati japonesa. 
É dito que o simbolismo de Beizaiten foi introduzido no Japão durante os séculos VI e VIII, junto com o budismo e através dos chineses e as traduções, do chinês para o japonês, do Sutra da Luz Dourada, o qual fala sobre Sarasvati e Lakshmi. 
Na imagem japonesa, ela está associada tanto à fortuna quanto ao conhecimento. 
Ela segura uma Biwa, uma espécie de alaúde japonês, o que instantaneamente nos remete à imagem de Sarasvati.

Assim como Sarasvati, ela também está associada às águas, porém as águas do oceano. 
É considerada a deusa da eloquência. 
É, num sentido mais profundo a deusa de tudo aquilo que flui como a água: as palavras, o conhecimento, a eloquência, a música. 
Posteriormente ela se tornou uma das sete deidades da fortuna japonesa.


Os sete deuses da Fortuna


copiado de : http://www.vidadeyoga.com.br/?p=1470

É a Deusa de todas as artes criativas, em especial da poesia e da música, do aprendizado e da ciência.
Protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, escritores... e tudo relacionado à eloquência.
Besant Panchami, às vezes chamado Dawat Puja, é o Festival de Sarasvati na Índia. 
Esse festival tinha início com a limpeza de todos os potes de tinta e das penas. 
Em nossa era de computadores, devemos limpar completamente tais equipamentos. 
Na verdade, limpar toda a área da escrita, tirando o pó de todos os livros e organizando os papéis pessoais, faz parte dessa categoria. 
Os hindus consideram todas as vidas como uma participação da harmonia cósmica. Consideram todas as ações como uma forma de culto divino; diz-se que é um culto interno. 
No culto externo, seus rituais consistem em sons, ritmos, gestos, flores, luzes, incenso e oferendas, tudo isso servindo como auxílio para guiar a mente o mais longe possível do material e o mais perto do espiritual. 
Ao culto individual dá-se nome de "puja". 
O ritual é considerado necessário para estabelecer e manter contato com uma divindade específica.

Leia mais: http://umapitadadecor.blogspot.com/2009/04/deusa-sarasvati.html#ixzz1MVx5EDZb

 Na Santeria e nas tradições africanas, celebra-se Oddudua, a mãe de todos os deuses e deusas na tradição ioruba


Oduduá Orixá da criação


É possível separar o candomblé da memória dos tempos da escravidão da América, uma vez que ele tem origem na vinda dos negros africanos para serem utilizados como escravos.                                                                 Estes negros eram provenientes de diversas tribos (nações) da África, que muitas vezes sequer falavam a mesma língua e que apresentavam identidades culturais diferentes. Admite-se, em grande escala, três “padrões” de cultura negra na América 1. Fanti-Ashanti (originária da costa do ouro) 2. Fon (de origem Daomeana) 3. Yorubá (da Nigéria, com influências Banto) Esta última teve importante influência, principalmente no Brasil e em Cuba. Ainda que as outras duas culturas tenham sido mais atuantes na América Inglesa e Holandesa (Fanti-Ashanti) e na América Francesa (fon), no Brasil sua importância também é revelante; especialmente quando falamos dos aspectos religiosos das culturas negras. Podemos então pensar nessas culturas da seguinte forma:

Culturas Sudanesas

Os povos iorubá da Nigéria, os Daomeanos e os Fanti-Ashanti (da costa do ouro), além de outros grupos menores, foram seus mais importantes representantes.
Entre eles, destacam-se os seguintes grupos: 
Nagô (yorubá), Jeje (daomeano) e Mina (fanti-ashanti). 
Este grupo está representando, no candomblé brasileiro pela “nação” Ketu e pela “nação” Jeje, representada especialmente pelo tambor de mina, entre outros.

Culturas Bantos

Representadas pelas inúmeras tribos dos grupos Angola Congolês, como os congos, angolas, cabindas, moçambiques e outros. Este grupo, representado no Brasil, pela “nação”angola, pelo “candomblé de caboclo”e outros.Culturas Guineano-Sudanesas Islamisadas Representadas pelos grupos fula, mandiga e haussá. Grupos islamisados que não formaram, portanto, nações de candomblé.

MITOS

São várias as versões dos mitos dos orixás e, como em todos os mitos, algumas são incompatíveis entre si; mas a essência dos orixás pode ser perfeitamente absorvida através destas narrativas. 
Para os iorubás, a melhor representação do mundo é uma cabaça dividida ao meio, uma das metades constituindo o céu (orum, Obatalá), e a outra a terra (ayê, Odudua). 
No princípio de tudo, entretanto, não havia a terra, e os orixás viviam no orum, ao redor de Olorum, o senhor do Universo, secundado por Obatalá. 
Obatalá uniu-se a Odudua e tiveram dois filhos: Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas dos oceanos.

Outro mito diz que a terra era então um vasto oceano e os orixás desejavam conhecê-lo. Obatalá encarregou Oxalá de descer ao ayê, a metade inferior da cabaça, e espalhar o pó preto que formaria a terra firme. 
Entregou a ele o saco com o pó preto e uma galinha. 
Oxalá então partiu em viagem, mas no meio do caminho sentiu sede. 
Exu, vendo que Oxalá sentia sede, ofereceu-lhe vinho de palma e Oxalá bebeu. 
E tanto vinho que Oxalá que embriagou-se e caiu em sono profundo. 
Exu tomou de Oxalá o saco da criação e o levou a Obatalá, a quem contou que Oxalá beberá e negligenciara sua tarefa.

Obatalá então entregou o saco a Odudua, que com ele desceu à terra, jogou o pó preto sobre o oceano e tornando se ela mesma uma galinha, ciscou o pó preto até que se formaram os continentes e toda terra firme que há.

Essa terra firme é Aganju, filho de Odudua e Iemanjá. 
Obatalá então criou um grande dendezeiro, pelo qual desceram à terra todos os orixás, cada um escolhendo uma parte do mundo que lhe agradava, e que passou a ser de seu domínio.

Assim, Oxum e Obá escolheram as águas doces; 
Iansã quis os ventos; 
Xangô os trovões e as cachoeiras; 
Obaluaiê à terra firme; 
Nanã a lama dos fundos dos rios e os abismos; Ogum quis as montanhas e os minérios; 
Oxossi as matas e florestas; 
Oxumarê o arco – íris; 
Ewá os horizontes. 
Apenas Exu não sabia o que escolher, pois tudo e nada lhe agradava. 
E considerou-se assim dono de tudo um pouco, com que os demais orixás concordaram. 
Desse modo o mundo foi criado e dividido entre os orixás, e é por isto que cada um detêm o domínio de uma parte da natureza.

Outro mito narra que Obatalá reuniu todos os materiais necessários à criação do mundo e mandou a estrela da manhã convocar todos os orixás. 
Apenas Orunmilá apareceu. 
Por isso Obatalá o recompensou, permitindo que apenas ele conhecesse os segredos da criação e do por vir. 
E foi assim que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e materiais da criação se encontrava numa concha de caramujo, dentro de um vaso que ficava entre as pernas de Obatalá.

Orunmilá tornou-se então, dono dos segredos, das magias e conhecedor do futuro, das vontades, aquele que sabe a vontade de Obatalá e de todos os orixás, o que sabe com que matéria o homem foi feito.

Outro mito narra que tendo tido o conhecimento das matérias da criação, teria sido Orunmilá e não Odudua o criador da terra, aquele a espalhar o pó preto sobre as águas. Orunmilá então é considerado o amigo de Obatalá. 
Quis então Obatalá criar os homens. 
Ajalá, o orixá oleiro foi incumbido de moldar as cabeças dos rios e outros elementos da natureza.

Ajalá moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno. 
Mas Ajalá tinha o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro cru. 
Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá soprava nelas e lhes dava eni, a vida.

Assim surgiram a terra e os homens, sob o domínio dos orixás. 
Cada orixá viveu então episódios diversos em sua história, dos quais narraremos aqui apenas alguns, pois a quantidade de versões dos mitos é praticamente infinita. 

texto copiado de http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/odudua-orixa-da-criacao.html


DIA DOS DEUSES LARES

São os espíritos guardiões da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a palavra “lar”.
Escolha um cantinho da sua casa para ser a morada dos deuses Lares e acenda uma vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a eles pela proteção e alegria que proporcionam.

copiado de Agenda mágica Blessed

12 de Janeiro dia dos Deuses Lares - texto de Andréia Hermann


São os espíritos guardiães da tradição romana que protegem nossas casas e seus nomes originaram a palavra "lar". Escolha um cantinho da sua casa para ser a morada dos deuses Lares e acenda uma vela verde e um incenso de ervas, agradecendo a eles pela proteção e alegria que proporcionam.
Espíritos guardiões dos lares romanos, cada casa tinha seu Deus particular. Haviam dois tipos de altares os Lares Compilates eregidos para proteção do campo, das culturas e dos trabalhos rurais. E os Lares Viales protetores dos viajantes e ficavam no meio do caminho. Os gregos colocavam nos caminhos das capelas sob a invocação de Apolo.

Os Lares Domésticos ficavam perto do fogão e eram cuidados com zelo cercados de flores e objetos pessoais de devoção. Quando uma tragédia invadia uma familia ou um parente morria podiam perder o respeito por não terem protegido o suficiente.

Já os Lares Públicos protegiam edíficios públicos, praças, ruas, encruzilhadas, campos e afastavam os inimigos de Roma, eles tinham seus templos no Campo de Marte, os lares públicos romanos eram Febo (Apolo), Jano (Hera), Diana (Artemis), e Mercurio(Hermes).

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

11 DE JANEIRO



Dia dedicado à deusa nórdica Frigga, consorte do deus Odin e uma das manifestações da Grande Mãe.
Seu emblema era a roca de fiar e este dia era chamado Dia da Roca, quando as mulheres reiniciavam suas atividades após os festejos do Yule.

Neste dia, celebrava-se também Juturna, a deusa romana das fontes e águas sagradas, padroeira das profecias.

Na Escócia, antigamente, os pescadores faziam um encantamento para afastar os azares e os malefícios.
Ao pôr-do-sol, ateava-se fogo a um barril com piche, deixando-o queimar até o amanhecer.
Os pedaços carbonizados eram usados depois como amuletos de proteção em suas embarcações.



copiado de Teia de Thea

Frigga (Fricka, Fria, Frice, Frigg, Frijja, Freke, Frau Gode) – “A Amada”

Filha da deusa da terra Fjorgyn e irmã do deus Thor, Frigga herdou da mãe as qualidades telúrdicas e a sabedoria.
Frigga, cujo nome signifca “a amada”, era a rainha da divindades celestes e guerreiras Aesir, esposa do seus Odin e mãe dos deuses Baldur, Bragi, Hermod, Hodur e Idunna.
Apesar de sua origem telúrgica, era também uma deusa celeste; observava, de seu trono acima das nuvens, tudo o que se passava nos nove mundos e compartilhava suas visões com Odin.
Também supervisionava os salões para onde eram levadas as almas dos guerreiros protegidos por Odin.
Era considerada um modelo de fidelidade, apesar de ter sido acusada por Loki de ter vivido com os irmãos de Odin, Vili e Vê, durante sua ausência.
Alguns autores justificam o modelo de esposa virtuosa representado por Frigga afirmando que esses deuses eram simples aspectos de Odin.
Frigga vivia em seu castelo Fensalir, “os salões dos mares”, com um séquito de 12 deusas, suas auxiliares.
Era considerada “A Grande Mãe” nórdica, e a constelação de 12 deusas podia ser vista como a representação de seus aspectos, ou personas, que ela adtoava para desempenhar múltiplos papéis.
Essas deusas eram “virgens”, no sentido de auto-suficientes, e também interpretadas como entidades separadas, simbolizando diferentes arquétipos da psique feminina.
As acompanhantes de Frigga são:
Eir, Fulla, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Saga, Sjofn, snotra, Syn, Var e Vor.
Frigga era descrita como uma mulher madura e muito bonita, com longos cabelos prateados trançados com fios de ouro; usava um manto azul bordado e muitas jóias de ouro e pedras preciosas.
Sentada em seu palácio, Frigga tecia com seu fuso de ouro as nuvens e o fio do destino, que ela passava aos cuidados das Nornes.
Extremamente inteligente e habilidosa, Frigga tudo sabia, mas nada revelava.
Como Freya, ela também amava o ouro (também tinha um colar precioso), usava à vezes um manto de penas de falcão e ficava separada por alguns meses de Odin, que perambulava pelo mundo.
Muitas das deusas germânicas, como Berchta, Eostre, Holle, Holda, Huldra, Ostara e Wode (ou Gode), seriam nomes alternativos de Frigga.
Assim como as Nornes, as Disir e Freya, ela era invocada nos partos e para a proteção dos bebês, bem como em todos os ritos de passagens femininos.
Algumas lendas relatam a competiçãode Frigga com as amantes de Odin (Jord, Rind, Skadhi, as gigantas Gunnlod, Grid e as nove Donzelas das Ondas), tentando reduzir a grandiosidade de seu status ao de uma consorte ciumenta e implicante (réplica nórdica da grega Hera e da romana Juno).
Porém, por ter o dom da profecia, como tudo sabia,
Frigga acompanhava as aventuras de Odin com condenscendência e tranqüilidade, sem jamais se vingar.
É fácil compreender essa atitude considerando-se a igualdade existente entre homens e mulheres nas antigas sociedades nórdicas e na liberdade que caracterizava os relacionamentos, bem diferentes dos pradões greco-romanos.
Frigga aconselhava Odin usando sua precognição e sabedoria e, às vezes, agia de forma contrária a ele (favorecendo seus heróis preferidos e dando-lhes a vitória nas batalhas).
Para compreender a multiplicidade dos aspectos de Frigga, o melhor é considerá-la a representação de três estágios da trajetória da mulher e também do ciclo de criação, destruição e renascimento.

No aspecto juvenil, era a deusa da primavera, conhecida pelos anglo-saxões como Eostre ou Ostara, a quem eram ofertados, no equinócio da primavera, flores e ovos coloridos para propiciar a fertilidade e a renovação.

No aspecto maternal, Frigga era padroeira das mulheres de sangue, dos casamentos, da maternidade, da família e do lar.
Representava a percepção intuitiva e a sabedoria feminina, a paciência, a tolerância e a perseverança, bem como a prudência e a lealdade.

Sua manifestação guerreira era Val-Fria, a senhora dos campos de batalha, que acompanhava o espírito dos guerreiros a seu local de repouso.
Também era a guardiã da fonte do renascimento e unia o espírito dos maridos e das esposas devotadas e leais nos aposentos de seu palácio.

Em sua manifestação como Holda ou Mãe Holle, era a Anciã, a padroeira do tempo, que criava nuvens com o tecido das roupas estendidas para secar.
Ela deu o linho como presente à humanidade e ensinou as mulheres a fiarem e tecerem, incentivando as que trabalhavam e castigando as preguiçosas.

Atributos: Rainha do Céu, padroeira dos casamentos, das parcerias, da vida familiar, dos nascimentos, da maternidade, da fidelidade conjugal, das crianças, da agricultura, do lar e das tarefas domésticas, da prepração da comida, das donas de casa, da tecelagem e da terra.
Ela tem o conhecimento dos destinos, porém guarda silêncio e não faz profecias.
Elementos: ar, água (névoa, nuvens).
Animais totêmicos: falcão, garça, coruja, ganso selvagem, cegonha, pintassilgo, águia aquática, aranha, carneiro (puxa sua carruagem), caracol, bicho-de-seda.
Cores: cinza-prateado, azul, branco.
Árvores: ameixeira, macieira, paineira, nogueira.
Plantas: teixo, cânhamo, hera, linho, rainha-dos-prados, verônica.
Pedras: âmbar, cristal de rocha, caldedônia, calcita, crisólita, safira.
Metais: ouro, cobre.
Dia da semana: sexta-feira (junto com Freya) e quinta-feira (junto com Thor).
Nesses dias não se podia fiar, nem tecer.
Como chefe das matronas e guardiã das parturientes, das mães e das crianças, Frigga era reverenciada juntamente com a deusa Nerthus, na noite de 24 de dezembro, a assim chamada Modranicht, a “Noite da Mãe”.
Datas de celebração: 11/01, 24/05 (equinócio da primavera do hemisfério norte, lua cheia de maio), 01/08, 24 e 27/12.
Símbolos: fuso (ela fia a matéria-prima que será tecida pelas Nornes), a constelação de Órion (chamada Frigge rocken, “o fuso de Frigga”), a constelação Ursa Menor (”o carro de Frigga”), roca de fiar, tear, chaves, manto (o céu noturno salpicado de estrelas era seu amnto), cinto e colar de ouro, penas de garça (símbolo do conhecimento guardado em silêncio) e de falcão (para seu manto ), nuvens, lá, linho, taça de chifre de boi, chaves da casa.
Runas: Fehu, Ansuz, Eihwaz, Perthro, Berkana, Laguz, Inguz, Ac, Yr.
Rituais: menarca, gravidez, parto, menopausa, busca da visão, contemplação, viagens, astrais, precognição, ritos de passagem, encantamentos com fios.
Palavras-chave: percepção psíquica, silêncio.

fonte: Faur, Mirella. “Mistérios Nórdicos – Deuses. Runas. Magias. Rituais.” Editora Pensamento 1ª edição/2007.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

10 DE JANEIRO


Início de Carmentália, o festival romano dedicado à deusa Carmenta, que protege a gravidez e os partos.

Este festival dura até dia 15 de Janeiro.



Carmenta, a padroeira dos partos e também dos recém-nascidos.
As mulheres grávidas lhe faziam oferendas de arroz e de pastéis, modelados na forma dos órgãos genitais femininos, orando para ter um parto fácil.

Reverencia-se, também, Mania, o aspecto oculto de Carmenta, a Mãe dos Fantasmas, confeccionando-se efígies de palha e pendurando-as acima das portas das casas para espantar os maus espíritos e as assombrações.

Festival dos Sonhos, celebração do Ano Novo dos índios Iroquois.

Antigamente, na Escócia e na Irlanda, celebrava-se nesta data, o Dia do Arado.
As pessoas varriam a rua com vassouras especiais para retirar os maus fluidos e saiam, depois, para os campos com seus arados, iniciando os trabalhos na lavoura.

Use a sabedoria antiga e pendure uma réstia de alho em sua cozinha, deixando-a até que os bulbos ressequem e “desapareçam”, sinal de que captaram e condensaram todas as energias negativas do ambiente.
Defume então sua casa com uma mistura de ervas (casca de alho, folhas de arruda, guiné, eucalipto, pinheiro, sálvia e manjericão) e “despache” a réstia usada, levando-a para uma mata ou para um lugar com água corrente, substituindo-a depois por uma nova.


texto retirado de Teia det Thea


Carmentalia, Deusa Carmenta preside os Nascimentos – Roma.
Carmentalia é um festival de dois dias em honra de Carmenta, uma deusa do parto e das profecias.
Em seu santuário, era ilegal suportar couro, porque lembrava a morte e abate de animais.

As orações para ela invocavam  o CARMENTES misterioso (Deusas Porrima e Postverta), que presidem o nascimento.
Porrima preside o nascimento, quando a cabeça do bebê vem em primeiro lugar.
Postversa preside o nascimento, quando os pés do bebê vir em primeiro lugar.

Alguns interpretam essas 2 faces da deusa com relação às profecias: como  Deusas do destino, uma atuando sobre o passado e a outra sobre o futuro, sendo, portanto, associadas a Janus a quem o mês de Januarius é sagrado.

Hoje, o Carmentalis Flamen, coadjuvado pelos pontífices, oferece sacrifícios no santuário de Carmenta, que fica ao lado da Porta Carmentalis perto do Capitólio.





Hoje também e dia do Bardo Geraint !!

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

9 DE JANEIRO


Dia da deusa Anunit ou Antu, a padroeira da cidade de Akkad, na Babilônia, antecessora de Ishtar, deusa com a qual foi posteriormente equiparada.
Simbolizada por um disco de oito raios, Annuit regia a Lua, juntamente com seu irmão Sin, sendo invocada nas guerras.
Em outros mitos, Anatu aparece como a Grande Mãe da Mesopotâmia, criadora da Terra e regente do Céu, mãe da deusa Ishtar.

Conecte-se com o eterno e universal arquétipo da Grande Mãe e de seus poderes criadores e fertilizadores da vida.
agenda mágica da Blessed
Medite a respeito de seu potencial – expresso ou ainda latente – e procure descobrir os meios para aumentá-lo, desenvolvê-lo ou diversificá-lo, por meio da análise e compreensão de sua Lua Natal.

Festa romana Agonia, dedicada ao deus Janus, o deus com dois rostos, padroeiro do mês.


Texto copiado de Teia de Thea


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domingo, 8 de janeiro de 2012

08 de janeiro - Honrando a deusa Baubo



Na Roma antiga, neste dia celebrava-se Justitia, a deusa romana da justiça, invocada em todos os juramentos e promessas.

Justitia era venerada pelos gregos com o nome de Themis, a deusa da ética e da justiça, guardiã da balança da justiça e conselheira de Zeus em todos os julgamentos e decisões.

Nos países nórdicos, comemora-se neste dia Freyja, a deusa do amor, da fertilidade e da magia.

Dia da parteira, na Macedônia e na Grécia, dedicado à deusa Babo ou Baubo.
Seu nome significa “ventre” e ela representava o riso e a alegria que sacode o ventre. Baubo era representada como um corpo sem cabeça e membros, seus seios formando os olhos e sua genitália, a boca barbuda.
 No mito de Deméter e Perséfone, foi ela quem fez a deusa Deméter rir, quando estava triste pela perda de sua filha.
Por isso, era invocada para trazer alegria nos momentos de tristeza.

Neste dia, recolha-se e medite sobre os atos injustos cometidos voluntária ou involuntariamente, elaborando um ritual de perdão para se perdoar ou perdoar os outros.

texto copiado de Teia de Thea

ORAÇÃO DO PERDÃO



Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução,
dedicarei alguns minutos para perdoar.
A partir deste momento,eu perdôo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam, injuriaram, me prejudicaram ou me causaram dificuldades desnecessárias. 

Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, me odiou, me abandonou, me traiu, me ridicularizou, me humilhou, me amedrontou, me iludiu.
Perdôo, especialmente, quem me provocou até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequada. 

Reconheço que também fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de bobo e descarregassem sobre mim seu mau caráter.
Por longos anos suportei maus tratos, humilhações, perdendo tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.
Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer e livre da obrigação de conviver com indivíduos e ambientes tóxicos. Iniciei agora, uma nova etapa de minha vida, em companhia de gente amiga, sadia e competente: queremos compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós.
Jamais voltarei a me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas.
Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente.
Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, pois isso me ajudou a evoluir, do nível humano comum ao nível espiritualizado em que estou agora.
Quando me lembrar das pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador que as perdoe também, evitando que elas sejam castigadas pela lei da causa e efeito, nesta vida ou em futuras.
Dou razão a todas as pessoas que rejeitaram o meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito que assiste a cada um me repelir, não me corresponder e me afastar de suas vidas.

(Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas vezes, para acúmulo de energia).


Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas, a quem, de alguma forma, consciente e inconscientemente, eu ofendi, injuriei, prejudiquei, ou desgradei. 

Analisando e fazendo julgamento de tudo que realizei ao longo de toda a minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.
Sinto-me em paz com minha consciência e, de cabeça erguida, respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao Eu Superior.
Ao relaxar, minhas sensações revelam que este contato foi estabelecido.
Agora dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior, pedindo orientação, proteção e ajuda, para a realização, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual já estou trabalhando com dedicação e amor.
Agradeço de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o bem do próximo, atuando como agente catalisador do entusiasmo, prosperidade e auto-realização.
Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente sinto como o único poder real, atuante dentro e fora de mim.

Assim seja, assim é e assim será.

 

 

BAUBO:O PODER DA ALEGRIA




Baubo é uma antiga Deusa Grega do Ventre, conhecida também pelo nome de Iamba, era esposa de Dysaules e mãe de Mise. 
Em suas representações não possui cabeça, e sim um rosto que aparece no torso.
Sua história nos chega da Antiga Grécia, quando Deméter era a Deusa Mãe da Terra e todos os dias passeava pelos prados para cuidá-los, garantindo assim que houvesse abundância em nosso planeta. Regava as plantas, fazia florescer as árvores, sempre acompanhada da filha Perséfone que amava profundamente.

Um certo dia, Hades, o Deus dos Infernos seqüestrou Perséfone e a levou para as entranhas da terra.
 
Deméter caiu então, em profunda depressão. 
A terra reflete seu desespero e os campos se tornam estéreis.
Deméter em sua peregrinação atrás da filha chega a um lugar chamado Eleusis chorando muito.
 
A pequena ama Baubo, vendo-a tão desesperada, acercou-se dela dançando, levantou sua saia e mostrou sua vulva. 
Deméter sorriu e Baubo abraçou-a e disse-lhe que como Deusa da Terra, ela não poderia ser destruidora e sim transformadora. 
Em seguida continuou contando-lhe histórias bem picantes e engraçadas. As duas riram muito juntas até que a Mãe da Terra adquiriu novas forças para ir em busca da filha. 
A Terra riu com as Deusas, a Terra Floresceu.
A dimensão contagiante da alegria e do riso sagrado, junto com as festividades e cerimoniais em que se vê envolto, afasta a humanidade de seus pesares que constantemente os aferroam, afirma a vida e vence os temores da morte e da esterilidade.
 
Através da alegria e do riso nos esquecemos dos limites de nossa existência, além de nos ajudar a vencer obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida.

Baubo é a Deusa radiante, amante do sorriso. Ela é a combinação de impulso sexual, natural e instintivo, e da arte altamente elaborada de amar.

Baubo vive em cada uma de nós, é a capacidade que todas nós temos de nos levantar e seguir em frente depois de um momento triste. 
De apostar no riso, como auxiliar na cura de nossas depressões. 
Baubo nos faz ainda entender como é poderoso, belo e mágico o corpo feminino. Qualquer que seja sua forma e seu tamanho, nosso corpo é único e, portanto, especial. 
A maioria das mulheres ainda se deixam prender na teia da propaganda que nasce do mundo do consumismo popular.

Comparando-se às outras, em vez de apreciar o que ela própria é, se tornará cativa daquilo que ela erroneamente identifica como defeitos pessoais.

Os germes de desprezo pelo corpo nos foi passado pelas primeiras décadas do cristianismo e acabaram infectando toda a consciência ocidental. 
A capacidade do homem de criar hoje vida em laboratórios, com seleção do DNA, é típica do desprezo pela matéria enquanto "matéria" e pelo processo natural de seleção e adaptação. 
Mas é deste modo, que a mente científica tenta nos colocar fora da natureza, reforçando a persistente alienação do corpo que teve início na era cristã.

Muitas pessoas ainda hoje, se sentem desamadas, ou até indignas de ser amadas e muitas ainda, tem a certeza de terem perdido a capacidade de amar. 
Mas este vazio difuso de que as pessoas se queixam pode ser explicado em termos de perda da conexão com a Deusa, aquela que renova a vida, traz o amor, paixão e fertilidade. 
É a Deusa Baubo que faz a ligação com uma camada importante da nossa vida instintiva, nos trazendo de volta o riso, a alegria, a beleza e a energia criativa que une a sexualidade com espiritualidade.



Hoje já não temos a oportunidade de segurarmos a imagem da Deusa com o carinho de antigamente, pois a mente racional simplesmente relegou-a a categoria de práticas pagãs arcaicas. 
Entretanto, no corpo do pensamento psicológico, as imagens das Deusas são consideradas "arquétipos". 
Arquétipos são formas preexistentes que integram a estrutura herdada da psique comum de todas as pessoas. 
Essas estruturas psiquícas são dotadas de densidade emocional e quando ativadas tem o poder de transformar o nosso consciente.

Acredito, que Deusas como Baubo, segura e confiante em seu corpo e sua sexualidade, pode nos ensinar a adquirirmos confiança em nós próprias, para que possamos compreender que a nossa sensualidade com seus impulsos naturais não são pecaminosos e sim um dom divino.



ENTENDENDO A SEXUALIDADE SAGRADA



Baubo é uma antiga Deusa da Grécia associada a sexualidade sagrada. 
É também um arquétipo da vida, da morte e da fertilidade. 
A sexualidade sagrada, a fertilidade e a imortalidade são conceitos que estão unidos na concepção mágica dos povos antigos. 
A representação da vulva não é mais do que a perpetuação do feito mágico do nascimento. 
Toda a criação é um mistério numinoso, um segredo de que a humanidade freqüentemente "se afasta", em uma atitude que, mais tarde, é erroneamente interpretada como "vergonha". 
Na figura da Deusa Baubo, o seu ventre representa o símbolo numinoso da fertilidade. 
Enquanto que na posição frontal, toda a nua feminilidade da Deusa é permeada pelo numinoso que dela emana como fascinação, essa limitação à zona do ventre ou do útero expressa do aspecto inumano e grotesco, a autonomia radical do ventre aos "centros superiores" do coração, seios, cabeça, e assim entroniza-o como sagrado.



A Deusa Baubo reflete três aspectos particulares da existência humana: idade Anciã (chegada da menopausa), Mulher Fecunda e poder pessoal transformativo.

Baubo é uma Deusa Anciã irreverente e alegre com sua sexualidade, que vem lembra-nos que sexo é amor e prazer e é, sobretudo mágico. 
Ela chega as nossas vidas para dizer:

-"Vamos comemorar! 
Nós temos nossos úteros, nossas vulvas, nossa vida. 
Vamos dançar!". 
Tente... não custa nada, dançar e rir ainda é de graça. 
Coloque a palma de suas mãos um pouco abaixo centro do abdomen (em cima do útero) e embale-se em uma dança improvisada. 
Quando estiver pronta ria alto e o quanto puder. 
Rir é contagioso, portanto, a partir de hoje sorria muito e infecte o mundo com a epidemia de seu sorriso.
 

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texto copiado de Alta Sacerdotisa

sábado, 7 de janeiro de 2012

07 de janeiro - dia de Sekhmet!!

 7 DE JANEIRO

Dia de Sekhmet, a deusa solar egípcia com cara de leoa, simbolizando o poder destruidor do Sol, enquanto Bast, a deusa solar com cara de gato, representava o poder criador e fertilizador do Sol.

A equivalente sumeriana de Sekhmet era Lamashtu, a “Filha do Céu”, uma deusa com cabeça de leão dotada do intenso poder destruidor, contaminando as crianças com febres e atacando os adultos para beber seu sangue.

Para se proteger de sua fúria, as pessoas colocavam amuletos com seu nome acima de todas as portas e janelas das casas.

No Japão, Festival das Sete Ervas, dedicado à cura e aos curadores.
Inspire-se nesta data e escolha sete ervas curativas ou aromáticas, usando-as em chás ou banhos para se purificar ou desintoxicar.

Reverencie depois o Sol, saudando seus raios benéficos e pedindo que eles não se transformem em energias destruidoras ou aniquiladoras da vida e da natureza.


 texto copiado de Teia de Thea


Por vezes precisamos de uma proteção rápida mas não temos oportunidade ou tempo para efetuar um ritual completo de banimento e proteção.
Se entoar esses cantos com suficiente convicção e emoção, atrairá imediatamente a atenção da deusa Sekhmet -deusa do Egito, uma deusa com cabeça de leoa ela era conhecida coma A Terrivel , A Poderosa , A Amada de Patah.
 Ela dará seu axílio.
Apanhe qualquer talismã que esteja usando e entoe suavemente:

agenda mágica Blessed
Senhora do leão, da batalha e da espada,
Sekhmet, terrível deusa, estabeleça proteção ao meu redor.
Quebre as paredes que me confinam.
Ajude-me a me livrar dos inimigos e obstáculos.
Grande Senhora, ajude- me.

Imagine Sekhmet,com sua cabeça de leoa, mostrando suas afiadas presas.
Sinta-a de pé logo atrás de você, seus braços esticados para lhe proteger, suas unhas como presas prontas para rasgar seus inimigos.

continue :

Leoa da destruição e vingança,
Meus inimigos me circundam,buscando minha queda.
Livre-me de suas influência.
Conceda-me liberdade.
Ó Poderosa e Terrível, amada de Ptah,
Atenda a meu pedido por proteção!






 copiado de Os olhos de Bastet


Sekhmet é uma antiga deusa egípcia da guerra e da destruição, pragas e cura.
Seu nome significa "O Poderoso", e Ela está ligada em alguns contos com Hathor .
Ela é descrita como uma mulher com a cabeça de uma leoa, por vezes, também com o disco de Sol e uraeus no seu véu, que simboliza o calor destrutivo do sol.
Sekhmet, Seu marido Ptah, e seu filho Nefertum ou Imhotep formam uma tríade de divindades, especialmente adorada em Memphis.
Ela também está intimamente relacionada com Bast, a Deusa com cabeça de gato, deusa do prazer e do luxo.
O conto é que Ra, o velho rei dos deuses, ficou zangado com a humanidade rebelde e em Sua ira Ele arrancou seu próprio olho e atirou-a humanidade.
Este tornou-se o olho divino.
Sekhmet na forma de uma leoa iniciou o abate dos humanos.
Ra, vendo isso, percebeu ela não deixaria nenhum sobrevivente e tentou acalmá-la.
Mas ela se recusou a ouvir, em seu prazer  em matar.
Ra, em seguida, encheu um lago com uma mistura de cerveja e suco de romã, e Sekhmet, pensando que fosse  sangue, bebeu e depois adormeceu.
Quando ela acordou na manhã seguinte, ela estava muito mais calma.
Sekhmet, deusa às vezes violenta, foi também conhecida como uma curandeira , curando principalmente ossos quebrados.
Diz-se que causa epidemias, quando ela não é honrada de forma adequada, mas quando ela é, ela pode impedi-las.
Sekhmet é a esposa de Ptah, o padroeiro dos artesãos, e seu filho é Nefertum.
Mais tarde,  Imhotep , o arquiteto divinizado foi nomeado seu filho.
Imhotep era um homem real, que trabalhou sob a terceira dinastia do faraó Djoser e foi responsável pela construção da pirâmide de degraus, a primeira  pirâmide.
Após a sua morte ele foi venerado como um deus, e se tornou o patrono dos médicos. Curas milagrosas eram sua especialidade.



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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

06 de Janeiro - Dia de Reis


Os Reis Magos são personagens que vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar o Deus Menino, em Belém (Mateus 2, 1-12).

Ignora-se a providência dos Reis Magos, este episódio foi apenas relatado no Evangelho de S. Mateus e, mesmo assim, de forma muito resumida e vaga.
Só com o passar do tempo, se foram acrescentando detalhes, para se sanarem as lacunas deixadas no Evangelho em relação a esta história.

A designação “Mago” era dada, entre os Orientais, à classe dos sábios ou eruditos, contudo esta palavra também era usada para designar os astrólogos.
Isto fez com que, inicialmente, se pensasse que estes magos eram sábios astrólogos, membros da classe sacerdotal de alguns povos orientais, como os caldeus, os persas e os medos.

“Melchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus.
Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio.
E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.

Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melchior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes.

Assim, Melchior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza;
Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade;
e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.

Em muitas casas, é costume, no Dia de Reis, escrever o nome dos três reis magos
em um pedaço de papel e colocá-lo na porta de entrada para que durante o ano haja fartura, saúde e alegria.
O Dia de Reis é considerado Dia de Gratidão.

Em alguns países, como Espanha e Portugal, é estimulada entre as crianças a tradição de se deixar sapatos na janela com capim (erva) antes de dormir para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar viagem. Em troca os Reis magos deixariam doces que as crianças encontram no lugar do capim após acordar.

O dia de homenagear esses Magos é hoje, 6 de janeiro, data que encerra o ciclo de Natal. "Dia de Reis", assim chamamos. Em alguns lugares, como na Espanha por exemplo, nessa data são distribuídos presentes - reproduzindo o gesto dos Reis magos.


Psicografia :



Nas luzes da Estrela-Guia, sábios antigos se deixaram conduzir, para que ao longo do caminho, passando por campos e desertos, chegassem ao Mestre Jesus e aos seus pés colocassem suas oferendas mais ricas.
Através da simbologia desses presentes reais, descortinamos os dons que Deus-Pai nos dá diariamente:
Como o incenso, o ouro e a mirra entregues ao pequeno divino, nós também recebemos dos amigos de luz, os presentes fluídicos de Coragem, Sabedoria e Fé.
Nestes dias que inicia-se um novo ano terrestre, que esses atributos iluminem o caminho de cada ser encarnado.
Através da Coragem em seguir o caminho reto
Através do Discernimento, apoiado no Evangelho do Divino Mestre, e
Através da Fé raciocinada, ensinada pelos grandes avatares.
Cada um carrega em si a capacidade de evoluir, caminhando a passos largos no caminho do Bem e do Amor incondicional.
Na representação dos magos de Belém, que essas luzes vindas dos páramos celestiais possam iluminar cada um e fortalecer a caminhada bendita dentro dessa escola chamada Vida!
Que a luz azul de Melchior com a força do poder da Vontade de Deus-Pai, possa ser mais forte no caminho, trazendo pelas mãos desse mestre a Coragem, a Vontade, a Abertura dos Caminhos e o verdadeiro Impulso para seguir adiante até as portas da Prosperidade e da Felicidade.
Com a luz Dourada de Gaspar, sábio mago do Oriente, onde a cultura milenar ensina a realidade de respeitar os ciclos da Natureza, possa essa luz dourada, trazer o Ouro Filosofal, o ouro da matéria e do espírito, o ouro do esclarecimento, da intuição ouvida no dia a dia e desta maneira poder ter a certeza de estar sempre fazendo o melhor ao nosso alcance, pelo benefício que traz a cada um de nós e ao nosso próximo.
Com a luz rubi de Baltazar, advindo doa África, recebemos a irradiação para que a materialidade se concretize no provento das necessidades básicas e muito mais ainda, que a materialização aconteça pela fé e pelo merecimento de cada ser.
Através da concretização no plano físico de todos os seus sonhos de prosperidade.
Aliados no raio rubi, com a força da materialização, consagramos esse mago como o detentor da capacidade de realizar os nossos sonhos.
Meigos Magos Amados, que as vossas luzes recaiam sobre nós em suas 3 cores, como 3 chamas, infundindo-nos a Chama Trina que brilhará intensamente em nosso peito.
Que os raios Azul, Dourado e Rubi se faça, todos emoldurados pelo róseo do Amor Universal, pois sem Amor – a energia divina – nada se conseguirá!!


psicografia de Mirhyam Conde Canto na noite de 06/01/2007


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Doando as unidades que ainda possuo! - Ana Maria Braga mostra a que ela possui!!

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